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Começa a montagem de móveis no Centro de Controle Operacional de Santos

20 de setembro de 2019
13h 01
Salão com mobiliário montado. Há bancadas e suportes para monitores. O teto e o piso estão prontos. Há quatro pessoas observando o ambiente. #Pracegover

O Centro Integrado de Gestão de Atendimento e do Monitoramento Urbano de Santos (CCO Santos), em construção no embasamento do Paço Municipal, entrou na fase final, visível na montagem de móveis e também pela passagem da fiação para a instalação dos equipamentos de informática.

O CCO funcionará como um ponto central de monitoraramento  em tempo real que integrará câmeras do sistema de monitoramento (SIM), da PM, Polícia Civil, Polícia Federal, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Samu; CET e EMTU; fiscalização da Prefeitura e concessionárias CPFL, Comgás e Sabesp. 

A integração de serviços sob sistema de alta tecnologia vai garantir mais agilidade no tempo de resposta às ocorrência do dia a dia da Cidade e em situações de emergência.

“Acompanhamos os últimos trabalhos em detalhes e a estimativa é de que dentro de 15 dias seja feita a limpeza da obra civil para entrega”, afirma o arquiteto Ronald do Couto Santos, chefe do Departamento de Obras da Secretaria de Infraestrutura e Edificações.

Percorrendo o local que está sendo preparado para se transformar em uma grande central de inteligência, dá para perceber que falta muito pouco para a conclusão dos serviços. Estão ali a iluminação, as placas de carpetes, o piso vinílico, as estações de trabalho e as divisórias dos espaços em vidro.

No entanto, a grande atração da sala de monitoramento está protegida por um plástico preto. Trata-se do vídeo wall, formado por dezesseis telas, de 70 polegadas cada. A estrutura permitirá reproduzir gráficos, mapas e relatórios em tempo real; e também destacar uma única imagem em quatro telas simultaneamente, para visualizá-la melhor.

 

TRÊS ETAPAS

 

A instalação do CCO é realizada em três etapas: obra civil, infraestrutura para lógica e implantação de equipamentos de lógica. A obra civil, em fase final, abrangeu a reforma dos 800 m² de todo o andar do embasamento, com projeto para salas de monitoramento, crise, segurança, atendimento, operação, reunião e imprensa. 

Envolveu ainda estrutura elétrica, gerador, hidráulica, climatização, iluminação, alvenaria, pisos, sistema de gestão predial, combate e detecção a incêndio, controle de acesso, infraestrutura de rede lógica e monitoramento interno. Com obra civil concluída começa a última etapa: instalação dos equipamentos de lógica (microcomputadores, estações de trabalho, softwares etc.).  

 

CABINE PRIMÁRIA

 

A intervenção incluiu o reforço da cabine de energia primária do Paço Municipal, que ficou com mais do que o dobro de sua capacidade: passou de 900 KVA (quilovolt-ampere) para 2.000 KVA. A cabine, que alimenta todo o edifício histórico, foi reformada e modernizada para comportar o CCO, e com isso todo o Paço foi beneficiado.

O projeto do novo equipamento revela ainda uma preocupação com a preservação da história da Cidade. Parte do piso em mosaico de pastilha foi restaurado, assim como a caixilharia de vitrôs. O CCO soma investimento total de R$ 32,8 milhões, recursos do Governo do Estado, BNDES e Município.

 

Fotos: Marcelo Martins

Galeria de Imagens

Imagem mostra o antigo piso em mosaico característico do Paço e, ao fundo, um grande telão coberto com plástico preto. #Pracegovercegover
Piso característico do Paço Municipal recuperado e, ao fundo, grande telão coberto com plástico preto - Foto: Marcelo Martins
Bancadas de móveis e suportes de monitores. #Pracegover
O mobiliário de futura sala da Guarda Municipal - Foto: Marcelo Martins
Estações de trabalho e respectivas cadeiras ainda embaladas em plástico. #Pracegover
Mobiliário recém-chegado ao CCO - Foto: Marcelo Martins

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