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Bolsa-alimentação é aprovada e atenderá 11,6 mil estudantes em Santos

15 de abril de 2020
19h 16

A Prefeitura vai conceder bolsa-alimentação a cerca de 11,6 mil estudantes da rede municipal com famílias em vulnerabilidade social. Os cartões com os créditos serão entregues pelas escolas, que agendarão a retirada por parte dos responsáveis. A autorização para conceder o benefício (lei 3.681) será publicada na edição desta quinta-feira (16), do Diário Oficial. 


O programa tem apoio do setor privado, que investirá R$ 1 para cada R$ 1 pago pelo Município para a bolsa-alimentação. Ou seja: pela Prefeitura, serão pagos R$ 101 para alunos de creche, R$ 63 para pré-escola e R$ 55 para Ensino Fundamental. Em parceria com a ONG Comunitas, os mesmos valores serão injetados em cada faixa de ensino, dobrando para R$ 202 para creche, R$ 126, pré-escola e R$ 110, Ensino Fundamental.

 
O projeto de lei que cria a bolsa-alimentação foi aprovado pela maioria dos vereadores, permitindo ao Município conceder o benefício a estudantes da rede municipal e de entidades subvencionadas. O auxílio valerá para o período em que durar a suspensão temporária e emergencial das aulas, em razão da pandemia de coronavírus, que ocasionou a decretação de emergência e calamidade em saúde pública da Cidade.


De acordo com o secretário de Desenvolvimento Social, Carlos Mota, os cartões-alimentação estarão em nome dos responsáveis pelos estudantes e serão entregues às famílias pelas escolas, após contato e agendamento por telefone, seguindo os cuidados para evitar a aglomeração de pessoas nas escolas.


Com o projeto aprovado, terão direito ao benefício as famílias em situação de vulnerabilidade social conforme as seguintes prioridades: famílias em situação de extrema pobreza que não recebem Bolsa Família, famílias em situação de extrema pobreza que recebem Bolsa Família e famílias em situação de pobreza que recebem Bolsa Família.


“Com esse novo auxílio, além das cestas básicas que já estão sendo doadas, conseguimos intensificar as ações para garantir segurança alimentar às famílias vulneráveis nesse momento”, destacou Mota.