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Prefeitura tenta solução para evitar fechamento da fábrica da mobil na alemoa

Publicado: 15 de setembro de 2000 - 0h00
Atualizado: 16 de julho de 2019 - 15h32

Quinze dos cerca de 50 funcionários da fábrica da Mobil na Alemoa em Santos, assim como membros do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minério, Derivados do Petróleo e Combustíveis de Santos, estiveram, ontem (15), reunidos com o Executivo que está tentando preservar os postos de trabalho ameaçados com o fechamento da unidade fabril de Santos. O encerramento das atividades deve ocorrer dentro de alguns meses. A Administração recebeu relatórios dos visitantes com dados de produção e número de funcionários por setores, e vai manter novo contato com a diretoria da empresa, já que existe divergências nos relatos. houve a informação por um membro da diretoria da empresa de lubrificantes que o fechamento da Mobil só ocorreria dentro de alguns meses, preservando-se até lá os postos de trabalho, havendo ainda a possibilidade de aproveitamento, na unidade do Rio, do pessoal de nível técnico. Mas o sindicato garante que as demissões já começam a partir de outubro próximo. Os funcionários receberam garantia da empresa de que haverá incentivos (35% por ano trabalhado), manutenção do plano de saúde por cinco meses e cursos de requalificação aos demitidos Mas isso não satisfaz as expectativas deles. Uma das sugestões dos sindicalistas é que a instalações sejam adquiridas por empresa concorrente que teria interesse em manter os funcionários, oito na área administrativa, 36 no laboratório de produção e armazenamento, e os demais em outros setores. A empresa da Alemoa conta ainda com 14 estagiários, havendo ainda o pessoal da limpeza e manutenção de empresas terceirizadas, em torno de 60.