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Santos vai escolher organizações para administrar novo Ambesp e UPA Zona Leste

18 de novembro de 2019
16h 03

No início do próximo ano, a rede municipal de saúde passará a contar com dois modernos equipamentos de atendimento: o novo Ambulatório de Especialidades (Ambesp) Central e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Leste. Nesta segunda-feira (18), a Prefeitura de Santos lançou (https://diariooficial.santos.sp.gov.br/edicoes/leitura/mobile/2019-11-18/1) os chamamentos públicos para seleção das organizações sociais (OS) que farão a gestão compartilhada dos serviços com a Secretaria de Saúde, nos mesmos moldes das UPAs Central e Noroeste e do Complexo Hospitalar dos Estivadores.

Ao todo, 21 entidades já foram qualificadas como OS no Município na área da saúde e podem participar das disputas. O prazo para manifestação do interesse termina no dia 28 de novembro e as aberturas dos envelopes serão realizadas nos dias 13 de dezembro (Ambesp) e 13 de janeiro (UPA Zona Leste).

    

EQUIPAMENTOS

O novo Ambesp tem 4 mil m² e está em fase final de construção pela Fundação Lusíada, sem custos aos cofres públicos. O prédio à Rua Manoel Tourinho x Rua José Francisco Valença (Macuco) será cedido em comodato ao Município por 30 anos, representando economia mensal de R$ 40 mil, valor pago pelo aluguel do atual imóvel da Av. Conselheiro Nébias 199.

A unidade passará a funcionar de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h – hoje só funciona de segunda a sexta das 7h às 17. Com isso, o volume de atendimentos deve passar dos atuais 600 a 800 pacientes ao dia para até 1.000. A OS gestora deverá receber em torno de R$ 2,1 milhões/mês, valor que poderá sofrer alterações após o chamamento, para realização de consultas, cirurgias e exames ambulatoriais, incluindo endoscopias, colonoscopias e outros procedimentos.

O número de consultas médicas saltará de 88 mil/ano para 190 mil/ano (+ 114%) e as consultas de outros profissionais passará de 4,3 mil/ano para 38,1 mil/ano (nove vezes maior). “Com a ampliação no funcionamento da unidade e dos serviços vamos reduzir a espera pelas consultas e exames especializados, dentro da lógica do programa Meta 30, que visa a realização em até 30 dias a partir do pedido médico”, explica o secretário de Saúde, Fábio Ferraz.

 

Remoção será incluída em contrato

 

A futura UPA da Zona Leste, que substituirá o atendimento do Pronto Socorro, vai concluir a remodelação da rede de urgência e emergência do Município e o seu contrato de gestão terá uma diferença em relação aos das outras UPAs: a inclusão do serviço de remoção de pacientes, visando desafogar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

O novo equipamento será três vezes maior do que antes, com 3 mil m² (a maior da Cidade), e funcionará todos os dias (24 horas) no antigo endereço do PS (Praça Visconde de Ouro Preto s/n°). Ele está em fase final de construção pela Prefeitura e conta com investimentos na obra de R$ 8,8 milhões, sendo R$ 4 milhões do Ministério da Saúde e o restante do Termo de Responsabilidade de Implantação de Medidas Mitigatórias e Compensatórias (TRIMMC) com a empresa AGEO. Também terá R$ 1,1 milhão de recursos para equipagem, destinados pela Agem (Agência Metropolitana da Baixada Santista).

O contrato de gestão compartilhada prevê o repasse mensal de R$1,7 milhão à OS vencedora do chamamento, a qual deverá realizar por mês 2.700 procedimentos ambulatoriais, 12 mil exames diagnósticos e 15 mil atendimentos de consultas médicas – o dobro do número de consultas realizadas pelo PS no ano passado (7.620 consultas). 

Contará com 30 leitos, sendo quatro de emergência e dois de observação pediátrica; cinco consultórios, sendo três de clínica geral, ortopedia e pediatria; salas de raio-X e emergência, área para desembarque de ambulância, sala do SAMU, entre outros espaços.

 

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