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Projeto piloto ajuda na preservação da mureta durante ressaca

28 de outubro de 2018
18h 45

A intensa agitação marítima e maré elevada, na manhã deste domingo (28), não causaram danos à estrutura urbana na Ponta da Praia. A preservação das áreas se deu, principalmente, pela presença de bags de areia (saco geotêxtil), instalados no primeiro trimestre do ano.

A eficácia pôde ser constatada quando comparados os impactos da agitação ocorridos nas áreas com e sem os bags. Nestas, as ondas se chocaram contra as muretas e invadiram a avenida, embora não tenham causado danos materiais. Na área onde estão instalados os bags, as ondas perderam a força e se chocaram com pouca intensidade contra as muretas.

Para o coordenador da Defesa Civil em Santos, Daniel Onias, os bags têm atingido seu propósito. “Podemos dizer que a energia das ondas foi minimizada por conta do equipamento”.

RESSACA

Esta foi a primeira ressaca forte que atingiu a Cidade desde a instalação da estrutura. O fenômeno se deu em virtude da formação e avanço de um ciclone extratropical, que trouxe ventos intensos para a região costeira. Na tarde de domingo, as ondas chegaram a 3,52m às 2h40 na baía de Santos. A altura da maré chegou a 1,70m. No início da noite, as ondulações voltaram aos níveis normais.

SAIBA MAIS

A estrutura perpendicular à praia, de 275 metros e instalada a partir da mureta na altura da Rua Afonso Celso de Paula Lima, tem a função de armazenar a areia. Já a estrutura paralela à praia, de 240 metros de extensão, tem o objetivo de diminuir a energia das ondas.

O projeto piloto é embasado em nota técnica desenvolvida por professores da Unicamp.

Conteudo do Portal de Segurança

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