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Programa vai levar composteiras portáteis a escolas para incentivar reciclagem

21 de agosto de 2018
14h 56

Iniciativa que incentiva a reciclagem de resíduos sólidos a fim de diminuir o material enviado para o aterro sanitário, além de promover a agricultura urbana e a sustentabilidade, o programa Composta Santos foi lançado nesta terça-feira na escola Maria Patrícia.

A unidade é uma das dez escolas municipais que receberão composteiras portáteis, nesta primeira etapa da ação, sendo utilizadas nos projetos e atividades com os alunos. Além disso, o programa contempla o pátio de compostagem, já em fase de limpeza do terreno, situado na entrada da Cidade, que receberá resíduos de poda de árvores e feiras livres para a reciclagem, com capacidade de 10 toneladas por dia. A iniciativa prevê, ainda, ações educativas.

O Composta Santos é uma parceria entre as secretarias de Meio Ambiente (Semam) e Educação (Seduc). “As boas ações devem ser iniciadas na escola, com os alunos, para a construção de um planeta melhor, mais sustentável”, destacou o prefeito Paulo Alexandre Barbosa.

ESCOLHA

O programa é realizado com recursos do Fundo Nacional de Meio Ambiente, aprovado por meio do edital de compostagem (2017), com financiamento do Fundo Socioambiental da Caixa. “Concorreram ao edital cerca de 2.000 cidades e doze foram selecionadas, entre elas Santos”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Marcos Libório.  O intuito é ampliá-lo para outras escolas municipais, instituições não governamentais e associações, envolvendo toda a comunidade.

O secretário de Educação, Carlos Alberto Ferreira Mota, agradeceu a parceria e destacou a importância do programa. “A Semam se empenhou bastante para concretizar esta ação. Da mesma forma, as escolas participantes também nos deram apoio para esta iniciativa tão relevante para todos e, principalmente, para o meio ambiente”.

ORIENTAÇÕES

No lançamento, o engenheiro agrônomo da Semam e coordenador técnico do Composta Santos, Paulo Marco de Campos Gonçalves, deu orientações para alunos, professores e representantes das escolas participantes sobre a utilização da composteira. “Primeiro, colocamos a serragem e, depois, as minhocas misturadas com terra. Na sequência, os resíduos orgânicos, que são o alimento das minhocas e, em cima, mais serragem ou folhas secas. Não pode deixar de realizar a manutenção e fazer o uso correto”.

O adubo proveniente da composteira é rico em nutrientes e poderá ser utilizado em hortas e vasos de plantas. “Este aprendizado é muito bom para as crianças. Uma ótima oportunidade”, disse a assistente de direção da escola Maria Patrícia, Eliane de Oliveira Prado.

Adilma Martiniano Santana é professora do Jardim A da unidade e ficou bastante empolgada. “Comecei neste semestre um projeto de plantio de flores com os alunos e, com certeza, vamos usar a composteira”.

O evento de lançamento ainda contou com apresentação de teatro e brincadeiras com os alunos, realizados pelos estagiários de engenharia ambiental e biologia do projeto Estação Ambiental, desenvolvido pela Semam para promoção de educação ambiental em feiras livres e outros espaços da Cidade.

Fotos: Susan Hortas

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