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Prodesan remove ponte destruída pela maré

21 de julho de 2000
0h 00

Uma equipe do Departamento de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo (Deurb), da Prodesan, iniciou, ontem (21), a demolição e remoção da passarela sobre o Canal 4, destruída parcialmente pela forte ressaca ocorrida na tarde do último dia 18. O grupo de trabalho operou com a ajuda de uma britadeira para reduzir o tamanho dos blocos de concreto, recolhidos por um caminhão Munck. De acordo com a Unidade de Engenharia, a construção de uma nova ponte será imediata, para que o prazo da obra seja cumprido, cerca de 20 dias. A nova passarela terá as mesmas dimensões da edificada ano passado sobre o Canal 5: 2,40 metros de largura por nove metros de comprimento. Enquanto aguarda a chegada das lajes protendidas (já encomendadas) que ligarão os dois lados do canal, a equipe reforçará as escadas e concretará os novos apoios, elevando a altura da nova ponte, para facilitar a passagem da água do mar durante as marés altas. ACIDENTES Três acidentes idênticos ao ocorrido no Canal 4 afetaram as estruturas de outras pontes. Os dois primeiros aconteceram ao mesmo tempo, em abril/97, atingindo as passarelas de banhistas nos canais 1 e 2. Posteriormente, em 31 de maio de 1999, o pontilhão do Canal 5 também não resistiu ao impacto das fortes ondas. Os quatro acontecimentos apresentaram dois pontos em comum. Todas as passarelas estavam com suas bases de apoio sobre as muretas dos canais e as quatro ruíram após períodos de fortes ressacas. Construídas apoiadas sobre os beirais, as plataformas se transformaram em grandes obstáculos para o mar. As novas construções executadas pela Unidade de Engenharia da Prodesan foram projetadas bem acima do nível de transbordamento dos canais, reduzindo consideravelmente o choque das ondas com as laterais das passarelas.

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