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Parquinho Tecnológico chega à Área Continental de Santos

Publicado: 4 de novembro de 2021 - 15h56

Oficinas de Robótica e de Educação Financeira farão parte da rotina pedagógica de cerca de 100 alunos da escola Judoca Ricardo Sampaio Cardoso, no bairro Caruara. A partir desta quinta-feira (4), a unidade passa a abrigar o primeiro polo do Parquinho Tecnológico na Área Continental de Santos.

O projeto promove a cultura digital e a inovação entre estudantes e professores da rede municipal de ensino. A iniciativa é uma parceria entre a Fundação Parque Tecnológico de Santos e a Secretaria Municipal de Educação (Seduc), com apoio da Secretaria de Planejamento e Inovação (Seplan).

As atividades, voltadas a estudantes do 1º ao 9º ano, serão realizadas na estudioteca da unidade e fazem parte dos módulos de Tecnologia e de Empreendedorismo do projeto, seguindo a proposta do desenvolvimento de ações complementares integradas aos componentes curriculares.

EXPANSÃO

O Parquinho Tecnológico, criado em 2017, atua com alunos do ensino fundamental I e II (1º ao 9º ano) das unidades municipais Avelino da Paz Vieira e Colégio Santista (ambas na Vila Nova), Andradas II (Aparecida), Padre Waldemar Valle Martins (Macuco), João Papa Sobrinho (Gonzaga) e Maria de Lourdes Bernal (Castelo). Com o novo espaço na Judoca Ricardo Sampaio, serão quase 1.500 alunos contemplados em seis polos em toda a Cidade.

“A partir da retomada do ensino presencial, iniciamos o processo de expansão do projeto com a entrega de um núcleo na Zona Noroeste. Agora, passamos a beneficiar os estudantes da Área Continental, que também terão acesso ao aprendizado que prepara para o futuro e desafios da atualidade”, destaca o diretor-presidente do Parque Tecnológico, Rogério Vilani.

A proposta é fundamentada nos princípios do ensino integral e com base nos quatro pilares da Educação (aprender a conhecer, fazer, conviver e ser) e na cultura digital. Contribui para o acesso às tecnologias digitais de comunicação e informação e o desenvolvimento do empreendedorismo social, de competências socioemocionais e dos sensos crítico, ético e estético.

“Isso impacta diretamente na realidade dos alunos, porque eles conseguem vislumbrar e elaborar um projeto de vida por meio das oficinas”, ressalta a chefe da Seção Núcleo Tecnológico Educacional (Senutec), da Seduc, Cristiane Domingues.