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Obras combatem as enchentes na zona noroeste

21 de julho de 2000
0h 00

Os alagamentos que acontecem na Zona Noroeste, provocados por fortes chuvas e sempre que a maré sobe, começam a ser solucionados com uma série de intervenções da Prefeitura, por meio da Coordenadoria Regional da Zona Noroeste e Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (Sedurbam). As obras que estão sendo executadas na maioria dos bairros, fazem parte de um estudo realizado pela Prodesan, no ano passado, que indica todas as áreas sujeitas a alagamentos e quais as ruas que não possuem coleta de águas pluviais, bocas-de-lobo necessárias e redes de tubos. Agumas soluções para o problema já foram a ser colocadas em prática com a implantação das redes de drenagem, tubulações, bocas-de-lobo e renivelamento de sarjetas e meios-fios. Segundo o Departamento de Morros e da Zona Noroeste, as obras que já foram concluídas indicam melhorias na condução das águas das chuvas diminuindo os alagamentos naqueles trechos. Um exemplo, são os 60 metros de rede de drenagem com tubulação de concreto de 60 centímetros e ramais de boca-de-lobo implantados na Rua Mongaguá, no Jardim Rádio Clube. A prioridade é para as áreas que apresentam maiores problemas. Também foram beneficiados, com os serviços executados pela Sedurbam, o Caminho São Jorge; Via C, na Alemoa Industrial, com a colocação de 3.000 metros de rede de drenagem; Travessa São Jorge, no Chico de Paula, com 60 metros de rede; Rua Brigadeiro Faria Lima, no Rádio Clube, com 400 metros de galeria; Rua Maria Mercedes Féa e travessas 1, 2, 3 e 4, no Saboó, com retificações de galerias, num total de 380 metros; Rua Aniz Tranjam, no Jardim Castelo, com implantação de 60 metros de rede de microdrenagem; Rua Coronel Francisco César Alfieri, Vila São Jorge, com 40 metros de rede de microdrenagem; Jardim Piratininga, 600 metros de rede de drenagem, eliminando todas as valas que circundavam o bairro; Jardim São Manoel, 40 metros de drenagem, em diversos trechos; Caminho São Jorge, na Caneleira, 750 metros de drenagem; totalizando 5.390 metros até agora implantados. COMPORTAS A Coordenadoria Regional da Zona Noroeste e a Diretoria do Meio Ambiente (Dimam) estão efetuando um levantamento junto às comportas existentes para a realização de intervenções necessárias, paralelamente à busca de recursos externos para viabilizar as obras. Pelos estudos preliminares, ficou constatado que algumas delas deverão ser automatizadas para melhorar a passagem das águas e evitar o represamento de lixo que prejudica o funcionamento das comportas. As comportas não funcionarão a contento se não forem instalados equipamentos de bombeamento, para garantir que, no caso de coincidência de chuvas com a maré alta, não ocorra o represamento das águas dentro dos canais, e por conseguinte a inundação dos bairros vizinhos. Deverão passar por reformas as comportas que controlam as vazões de chuvas e marés do canal da Av. Hugo Maia com Av. Jovino de Melo; da saída do canal da Av. Hugo Maia, junto ao Caminho São José, em frente ao posto dos Correios; galeria de saída 1 do sistema da Av. Brigadeiro Faria Lima, no Caminho São José, sob a rede da Eletropaulo; galeria de saída 2 do sistema da Av. Brigadeiro Faria Lima, no Caminho São Sebastião, junto à travessia das barcas; ponte sobre o dique do Caminho São Sebastião, junto à Vila Telma; Caminho da Divisa sobre o dique da Vila Gilda, no município de São Vicente, que controla a bacia do Jardim Castelo; e Caminho João Carlos de Azevedo, no dique do Jardim São Manoel.

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