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Novos convênios com comunidades terapêuticas são discutidos no comad

31 de julho de 2001
0h 00

A ampliação de convênios entre a Prefeitura e comunidades terapêuticas, para atendimento a dependentes químicos em recuperação, é assunto que será tratado em nova assembléia geral extraordinária do Conselho Municipal Antidrogas de Santos (Comad), amanhã (3/8), em sua sede (Rua Paraíba, 110, na Pompéia). No mesmo endereço, funciona a Seção Núcleo de Atenção ao Toxicodependente, unidade da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Na assembléia, serão analisados os projetos que estão sendo apresentados pelas comunidades, dentro de normas previstas pelo Ministério da Saúde. Nos novos contratos que serão firmados, e visando um aperfeiçoamento no atendimento, a Prefeitura fará o repasse per capita, ou seja, pelo número de dependentes internados, e não mais um montante mensal fixo. Atualmente a Prefeitura mantém convênio com o Cactus, repassando verba de R$ 10 mil mensais, para a disponibilidade de 20 leitos, conforme convênio aprovado pela Câmara, independentemente de haver pacientes ou não internados. A Secretaria de Saúde, entende que o pagamento per capita é mais interessante para a Prefeitura. Outro ponto importante, é que haja um leque mais amplo de vagas, em diferentes comunidades, cada qual com uma forma de atuação, mas com a presença de profissionais capacitados. NOVAS PROPOSTAS Entre as comunidades que poderão estar finalizando os contratos com a Prefeitura figuram a Cactus (renovação), Caremi, Seasi, Desafio Jovem. Também estarão em debate os projetos do Recanto Vida em Peruíbe, que oferece leitos femininos e para moradores de rua, e do Reave, que atua em regime fechado, voltado para consumidores de crack e para pessoas que não estão ainda preparadas para recuperação em comunidades abertas.

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