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Mutirão no porto estendeu percurso e vasculhou 10 kms de cais

15 de março de 2002
0h 00

No balanço divulgado ontem pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) sobre o mutirão realizado no Porto, na última quinta-feira, com cerca de 420 pessoas, o Programa de Controle da Dengue (PCD) conseguiu vasculhar 10 km de cais e terminais privativos, fazendo 3 km a mais do que estava previsto. Os problemas maiores envolvendo criadouros do mosquito Aedes aegypti foram registrados dentro das áreas dos terminais privativos, segundo o PCD. Nesta segunda-feira (18), às 16 horas, no prédio da Presidência da Codesp, está prevista nova reunião, visando cuidados no Porto, aos arrendatários, sobre as ações que o Município vem desenvolvendo no controle da dengue. No primeiro encontro convocado pela Codesp, na semana passada, apareceram apenas três representantes dos arrendatários. A autoridade portuária pretende que haja maior envolvimento dos empresários. Calhas e ralos foram alguns dos locais onde foram localizados criadouros do mosquito no Porto, especialmente nos terminais privatizados. Já na área da Codesp, foram achados vários criadouros em pequenos materiais, como copinhos depositados junto aos trilhos da linha férrea. De modo geral, o Porto estava com menos entulho e lixo, sinal de que a Codesp vem trabalhando na questão da limpeza. Ainda assim, a Terracom recolheu um caminhão de lixo, e dois caminhões da Codesp também colaboraram na tarefa. Todos os pontos críticos e que são possíveis criadouros serão notificados à Anvisa e Codesp, para que os responsáveis regularizem a situação. Em grandes sucatas, o problema maior foi localizado próximo à Alfândega, onde a Codesp vem desmontando um guindaste. Ontem, a Sucen realizou pulverização costal com inseticidas em armazéns e outros pontos do cais. Nas próximas semanas será utilizada pulverização pesada (fumacê) nos armazéns vazios, como parte de experimentos técnicos da Sucen no Porto, avaliando contagem de gotículas de inseticidas em lâminas e o efeito do produto sobre mosquitos em gaiolas (cilindros telados) com 25 mosquitos cada, em área sem barreiras. O objetivo é ver a eficiência do Malathion em áreas amplas fechadas. Nas ruas da Cidade, o fumacê tem seu uso proibido pela Sucen.

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