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Museu pelé valoriza paisagem no emissário submarino

5 de fevereiro de 2004
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Um dos pontos de questionamento na audiência pública sobre o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do projeto de reurbanização da plataforma do Emissário Submarino e construção do Museu Pelé, o local definido pela Prefeitura para instalar o equipamento que irá abrigar o acervo do Rei do Futebol tem a aprovação de lideranças de diferentes setores. A escolha é perfeita. Não poderíamos ter um local de menos destaque do que o Museu Pelé merece, afirma o membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Santos (CDES), Joel Correa de Souza Júnior. Já o presidente do Conselho da Federação Paulista de Surf, Diniz Iozzi, destaca que um projeto arrojado como este só tem a contribuir com a valorização da paisagem do local e com o progresso da Cidade. Ainda de acordo com Diniz, a plataforma do Emissário é uma área nobre e precisa ser reurbanizada. O Museu Pelé será um componente importante na revitalização dessa área que hoje se encontra degradada, ressalta. Além disso, ele destaca a destinação dos usos dados à plataforma, que consolidarão algumas das vocações santistas. Com o palanque para a realização de campeonatos, previsto no projeto, Santos terá maior destaque no cenário nacional e internacional. A plataforma do Emissário é importante na paisagem da área tendo capacidade de competir com qualquer cidade do mundo que também queira ter um Museu Pelé e, por esse motivo, deve ser bem aproveitada como esta proposta que a Prefeitura apresentou, afirma o presidente da Associação da Comercial de Santos, José Moreira da Silva. DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO A criação de novas alternativas que gerem o desenvolvimento socioeconômico da Cidade com qualidade de vida é uma das prioridades da Administração Municipal. O projeto de reurbanização da plataforma do Emissário Submarino e a implantação do Museu Pelé são fatores importantes nesse processo. O Museu Pelé – elaborado pela Prefeitura de Santos por meio da Secretaria de Planejamento (Seplan) – ocupará três mil metros quadrados da área total da plataforma que mede cerca de 43 mil metros quadrados. O local, criteriosamente escolhido e minimamente impactado em seus aspectos físicos e ambientais – conforme conclusão do Estudo de Impacto Ambiental – Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) - abrigará o edifício do Museu que se divide em três pavimentos, já incluído o mirante. A estrutura assemelha-se a um estádio de futebol, tendo em seu centro uma bola, visível sob qualquer ângulo do lado externo do prédio. Além do acervo sobre o Rei do Futebol, os visitantes terão à disposição outras opções de lazer, como lojas com suvenires da Cidade, área para exposição itinerante, restaurante, bar e o auditório com capacidade para abrigar cerca de 200 pessoas. A elaboração do projeto desse equipamento turístico inédito de uso público mobilizou vários esforços. Um dos fatores determinantes para a escolha do Emissário para a implantação do Museu Pelé foi à disponibilidade de poucas áreas na Cidade que pudessem contemplar todos os atrativos do edifício e interferir o mínimo possível na paisagem do local. O Município foi privilegiado com uma área que oferece grande destaque tendo proximidade com o mar e que comporta um empreendimento como o Museu que, deverá receber por ano, cerca de 1 milhão de visitantes. Também estão previstas no projeto de reurbanização da plataforma do Emissário diversas melhorias paisagísticas e na infra-estrutura como a implantação de alamedas, fontes, praças, sanitários públicos, equipamentos de esportes e áreas verdes.

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