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Museu Pelé, em Santos, impressiona historiador e pesquisador da música brasileira

8 de novembro de 2019
18h 31

Depois de apreciar dezenas de fotos, assistir a alguns vídeos com dribles e gols que passaram para a história e se deter analisando algumas imagens, o historiador, crítico, radialista e musicólogo Ricardo Cravo Albin encerrou a visita ao Museu Pelé com o que disse ser “quase” uma certeza: “em sua expressão facial, o Rei tem toda a configuração de um anjo”.

E prosseguiu, dizendo que essa conclusão o “impressionou muito”. “A face, os olhos, a boca e os olhos são de anjo”, afirmou. Impressionado também ficou Albin com o prédio que abriga o acervo do maior jogador de todos os tempos. Ele se deteve demoradamente no último andar, onde estão parte da história e imagens dos Casarões do Valongo, de suas ruínas e de diferentes etapas da reconstrução do imóvel, que desde 2014 é sede do museu. “Que maravilha que é este prédio. É um imóvel imperial. Parece um palácio de um imperador”, comentou, elogiando o patrimônio e as peças do acervo, que considera “de extraordinário valor”.

Considerado um dos maiores pesquisadores da MPB, Albin destacou músicas de Pelé e disse esperar que ele ainda componha muitas peças. O musicólogo, também jornalista e advogado, lembrou que o Rei repassou ao Museu da Imagem e Som do Rio de Janeiro, que ele fundou e dirigiu de 1965 a 1971, os direitos autorais de um de seus discos. “Foi assim que o museu conseguiu se sustentar durante vários meses.”

Também participaram da visita ao museu a produtora Luciana Valéo e Paulo Costta, embaixador da bossa nova na França, que amanhã, às 20h, divide o palco do Sesc com Albin, no show Hobalala.

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