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Justiça Restaurativa é tema de matéria do diário do Tribunal de Justiça

8 de agosto de 2018
14h 50

O Diário Eletrônico do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado de São Paulo divulga, nesta quarta-feira (8), matéria de primeira página sobre o programa municipal de Justiça Restaurativa de Santos, enfatizando a união das instituições envolvidas na realização da iniciativa, como secretarias municipais de Educação e Desenvolvimento Social, Poder Judiciário Estadual, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública Estadual, Polícia Civil e Legislativo Municipal.

Para a realização da matéria, o assessor de imprensa Guilherme Fujimoto Amorim e o fotógrafo Klaus Silva Pinto, do TJ, vieram conhecer o programa em Santos, na última sexta-feira (3). Eles acompanharam um círculo de construção de paz, no Núcleo de Educação para a Paz (NEP) da Secretaria de Educação, visando à integração das instituições envolvidas.

Inspirado nos princípios da Justiça Restaurativa – novo modelo de prevenção e mediação de conflitos que usa o diálogo para restaurar danos e não a punição -, a atividade incluiu uma música com dança para o relaxamento e algumas perguntas disparadoras, como “O que estou disposto a doar à Justiça Restaurativa?” Os participantes, que sentaram em roda, tiveram a intermediação das coordenadoras operacional e pedagógica, Liliane Claro de Rezende e Selma Lara, respectivamente.

Um bastão da palavra foi oferecido a quem queria falar. Desta vez, o bastão foi representado pela figura de uma serpente. Os outros aguardaram a vez. No círculo, não existe um cabeça, mas um 'guardião da paz', que faz a intermediação do diálogo. “A serpente troca de pele, se renova. Assim nós temos que trocar de lentes, mudar o paradigma para restaurar, em vez de punir”, destacou Liliane. Todos falaram sobre o que conheciam da Justiça Restaurativa e desafios profissionais, além de união, harmonia, autoconhecimento, autocontrole, tolerância, reflexão e desejos.

“O fato de várias secretarias, órgãos e poderes estarem unidos para a realização do programa fortalece a comunicação entre os diversos segmentos e facilita o trabalho”, disse Guilherme.

SOBRE O PROGRAMA

A Justiça Restaurativa em Santos está garantida como política pública, por meio da lei 3.371, publicada em 11 de julho de 2017. Iniciou em Santos em outubro de 2014 em nove escolas-piloto, e hoje está presente nas 81 unidades municipais. As empresas apoiadoras do programa municipal de Justiça Restaurativa são VLI (Valor da Logística Integrada) e CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz).

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