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Inseticida contra chikungunya é aplicado em 106 imóveis em Santos

2 de julho de 2020
16h 37

Para prevenir a chikungunya na Vila Nova, bairro que registra dois casos da doença neste ano, a Secretaria de Saúde realizou nebulização (aplicação de inseticida) em áreas abertas de 106 imóveis, localizados no entorno da residência de um morador que testou positivo para a doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue, zika e febre amarela urbana.

Passaram por nebulização os imóveis localizados em quadras que incluem a Rua Bittencourt, Rua da Constituição, Rua Dr. Soter de Araújo, Rua Marechal Pego Jr., Rua Henrique Porchat, Rua Braz Cubas, Rua 7 de Setembro e Avenida Senador Feijó.

Embora na semana passada os agentes de combate a endemias tenham iniciado a primeira parte do bloqueio nesse entorno, com vistorias e remoção de dois criadouros com larvas, nesta quinta-feira (2) outros nove focos contendo larvas foram eliminados durante a aplicação de inseticida. “Parte das larvas foram encontradas dentro de seis botas de borracha em um terreno de sucata. Os agentes têm um olhar ampliado para situações que as pessoas nem imaginam que possam servir como criadouro. Aproveitamos a oportunidade para orientar o responsável pelo estabelecimento”, explica Ana Paula Favoreto, chefe técnica do Controle de Vetores.

É a segunda vez que o bairro passa por nebulização. Em 23 de junho, 105 imóveis de outras quadras, localizadas no entorno da residência do outro morador que foi infectado, receberam a aplicação do inseticida.

CASOS

Em 2020, Santos registra 86 casos de dengue e 9 casos de chikungunya. Não há registro de zika neste ano entre residentes. O último caso de febre amarela urbana ocorreu no Brasil na década de 1940.

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