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Grupo estabelece critérios para comunicação de manchas de óleo na Baixada Santista

7 de novembro de 2019
17h 38

Em encontro realizado nesta quarta-feira (6) na Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima), na Capital, secretários de meio ambiente da Baixada Santista, representantes de órgãos federais e estaduais definiram estratégias de comunicação para eventuais sinais do aparecimento na região do óleo que contamina parte do litoral nordeste brasileiro.

As prioridades foram definidas pelo grupo para facilitar a comunicação pela população. Reuniões anteriores foram realizadas pelo grupo, que criaram um observatório costeiro para atuar no monitoramento e prevenção ambiental na Baixada Santista.

Às secretariais municipais caberá a responsabilidade de receber informações de munícipes ou pescadores, sobre a possível presença de óleo no mar e também na areia.

Os municípios deverão passar as informações ao secretário de Meio Ambiente de Santos, Marcos Libório, também coordenador da Câmara Temática de Meio Ambiente e Saneamento da Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem). Ele será o canal de interlocução com órgãos como Ibama, Petrobras e secretaria estadual e centralizará as informações obtidas pelas prefeituras da Baixada Santista.

Já a Secretaria Estadual de Meio Ambiente ficará responsável por monitorar sinais em ilhas costeiras. A Cetesb treinará equipes das prefeituras para manuseio do produto e limpeza das áreas afetadas. A Fundação Florestal, ligada à secretaria estadual, monitorará locais em alto mar e já criou uma rede de informações junto a pescadores, para auxilio no monitoramento em locais distantes da costa. O Ministério do Meio Ambiente continua monitorando o vazamento do óleo no Nordeste.

“Unimos esforços entre todos os municípios para avaliar os riscos e estabelecer critérios de prevenção. Mesmo que remota a chance desta mancha atingir nossa região, precisamos estar preparados e alinhados em defesa do meio ambiente e da população da Baixada Santista”, explicou Libório.

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