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Com visão estratégica, servidor ajudou a criar Central de Regulação da Capep

16 de outubro de 2019
11h 56

Departamento financeiro, auditoria, setor de assistência à saúde, seção de atendimento ao usuário e, agora, integrante do Grupo Técnico de Trabalho. Em 13 anos de dedicação à Capep-Santos, o servidor Carlos Alberto Arias Morozetti, de 35 anos, já passou por tantos setores da autarquia que hoje é considerado uma referência para colegas.

Entre os desafios que se somam ao currículo do funcionário público, uma das principais experiências até agora foi a implantação da Central de regulação em saúde, que entrou em vigor no último dia 30 de setembro.

“Implantar a central de regulação foi um grande desafio. Abrimos licitação e criamos procedimentos que agora funcionam como balizador de saúde. Ajudam a Capep a ordenar melhor as despesas e a oferecer um serviço de mais qualidade”.

Pela central de regulação, médicos e enfermeiros especialistas em ortopedia, oncologia, neurocirurgia e cardiologia avaliam as solicitações médicas da Capep e se os exames, cirurgias ou outros procedimentos são os mais indicados para o paciente.

Com cerca de 27 mil usuários, sendo 12 mil servidores na ativa, cerca de 5 mil inativos e o restante de dependentes, Morozetti sabe que, mais do que planilhas, equações e métodos de controle de qualidade, está tratando da vida de milhares de pessoas. “Essa é a parte mais delicada. Todos os dias, quando chego aqui, sei que vou lidar com isso’’.

Ele considera que outro importante desafio em sua função é o de sempre proporcionar os mesmos direitos aos servidores. “Negociar e padronizar preços e equipamentos com a rede credenciada para que os prestadores possam oferecer os mesmos serviços com os mesmos valores foi muito importante. Em 2018, por exemplo, a cirurgia de catarata foi equalizada. Cada servidor pode escolher o prestador que quiser e isso representou economia para a Capep”.

O mesmo, segundo ele, foi feito em relação aos exames de ressonância magnética e tomografia, com valores equiparados há cerca de dois anos. Atualmente, cerca de 300 médicos, clínicas e hospitais fazem parte da rede credenciada da autarquia.

Segundo Morozetti, ser servidor é algo relacionado ao sentido exato da palavra. “Servir o munícipe, no caso, os beneficiários da Capep. Faço isso tentando sempre agilizar e melhorar a condição de trabalho de cada um. Com saúde, a gente trabalha melhor e tem qualidade de vida melhor”.

PERFIL

Considerado dedicado, comprometido e com foco permanente em estratégias para tornar a Capep cada vez mais eficiente, Morozetti representa um importante apoio aos demais funcionários, garante o presidente da autarquia, Adriano Luiz Leocádio.

"Ele ajudou bastante todos os funcionários nos momentos mais difíceis porque tem um vasto conhecimento técnico. A Central de Regulação foi sugestão e criação dele e de mais algumas pessoas, e ele foi fundamental para construir um processo que será importante para a permanência da Capep por mais longos anos’’.

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