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Cidade é premiada em simpósio de saneamento

6 de fevereiro de 2018
13h 28

Terceiro lugar no Ranking da Universalização do Saneamento elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária (Abes), Santos fui uma das 14 cidades premiadas durante simpósio promovido pela entidade nesta segunda-feira (5), na capital.

O estudo, realizado em 2015, englobou 231 municípios com mais de 100 mil habitantes e levou em consideração indicadores como abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, coleta de lixo e destinação adequada dos resíduos.

Os dados foram coletados junto ao Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), do Ministério da Saúde. Também foram computadas estatísticas de internações por doenças advindas da falta de saneamento, com base no índice de Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No relatório, Santos é uma das 14 cidades que aparecem com pontuação geral acima de 494,6 – com 497,48 –, garantindo a classificação de município “rumo à universalização” do saneamento básico. Piracicaba e Birigui, ambas do inteiro do Estado, aparecem em primeiro e segundo lugares, respectivamente.

Ao receber o prêmio, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa elogiou a iniciativa da Abes "por reconhecer os avanços dos municípios na área de saneamento”. Sobre o indicador referente ao descarte correto de resíduos, ele citou o programa Recicla Santos. "É muito importante para a conscientização da população e reflete na saúde pública".

Durante o simpósio, o vice-presidente da Abes, Carlos Alberto Rosito, ressaltou a abrangência do relatório. "Trabalhamos com 231 municípios, que juntos têm 100 milhões de habitantes". Ao comentar sobre os indicadores, citou o de destinação adequada de resíduos como responsável por "derrubar muitas cidades".

Trata Brasil

Em fevereiro de 2017, um ranking do Instituto Trata Brasil colocou Santos como o quarto município do País em saneamento básico, atrás apenas de Franca (SP), Uberlândia (MG) e São José dos Campos (SP). O levantamento levou em consideração dados do Ministério das Cidades, colhidos em 2015.

 

Foto: Susan Hortas