Capacitação em policlínica santista enfatiza controle e tratamento da dengue e da chikungunya
Funcionários da Policlínica do Marapé (R. São Judas Tadeu, 156), em Santos, receberam o Grupo de Informação, Educação e Comunicação (IEC), da Secretaria de Saúde, nesta segunda-feira (11), para capacitação sobre a dengue e a chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A ação foi realizada durante a reunião mensal de equipe.
O manejo clínico dos pacientes também foi abordado pela enfermeira Fabiana Pinho, da Seção de Vigilância Epidemiológica de Santos (Seviep), que também apresentou dados atualizados de casos e vacinação.
“A policlínica foi uma das que mais notificou casos suspeitos de dengue nos últimos anos, o que é muito importante, do ponto de vista epidemiológico, pois mostra o olhar atento da equipe para os sinais e sintomas apresentados pelo paciente e a importância do diagnóstico, que é confirmado por exame laboratorial. Em 2026, até o momento, temos 66 notificações de casos suspeitos de dengue da policlínica, das quais 28 se confirmaram”, destacou.

ESCLARECIMENTOS
Os agentes esclareceram sobre o ciclo de vida do mosquito, desde a fase dos ovos, que podem permanecer ativos por até um ano em locais secos, aguardando água para se desenvolver e eclodir; até a fase adulta, detalhando que os seres humanos são o alvo principal da fêmea, pois o sangue é ideal para o desenvolvimento dos ovos.
Liseane Quadros, chefe da equipe, destacou a importância de também orientar pacientes sobre tratamentos e cuidados, por meio de uma conversa tranquila.
Além de esclarecer que a policlínica é a porta de entrada, a capacitação é essencial para que os profissionais na unidade saibam o tempo certo de infecção, o encaminhamento ideal e o tratamento mais eficiente.
Esta iniciativa contempla o item 3 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Bem-Estar. Conheça os outros artigos dos ODS