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Programa novo olhar

Garantia de direitos das pessoas que vivem nas ruas

Atendimento

Nem sempre quem vive na rua deseja ir para um serviço de acolhimento (abrigo), porém essa não é a única possibilidade para construção do processo de saída das ruas. No Centro Pop são ofertados atendimentos socioassistenciais, banho, lanche, grupos, dentre outras atividades para quem vive nas ruas da cidade.

Vínculos

Muitas pessoas que vivem nas ruas não chegam aos serviços por diferentes motivos. Para se aproximar delas as Equipes de Abordagem Social da Secretaria de Desenvolvimento Social trabalham nas ruas da Cidade todos os dias, construindo vínculos de confiança com essa população.

O programa

Vivemos nos dias atuais um aparente aumento do número de pessoas vivendo nas ruas em diferentes países do mundo, em especial nas grandes cidades. Porém, essa é uma questão antiga. Desde que existem ruas há pessoas vivendo nelas. Ainda assim, com o passar do tempo, esse fenômeno vem adquirindo novas características.

A desigualdade social, o desemprego, assim como a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, a dificuldade de acesso à informação e a perda da autoestima. Esses, dentre muitos outros fatores contribuem para que cada vez mais pessoas passem a viver nessa condição.

 

 

 

 

 

 

Neste contexto, insere-se a população em situação de rua: grupo populacional heterogêneo, composto por pessoas com diferentes realidades, mas que tem em comum a situação de extrema pobreza. São homens, mulheres, jovens, famílias, grupos, que têm sua trajetória marcada por diferentes questões. Com o tempo e as sucessivas cisões, seja pela perda do emprego ou rompimento de algum laço afetivo, aos poucos, pessoas perdem a perspectiva de projeto de vida, passando a utilizar o espaço da rua como perspectiva de sobrevivência e moradia.

Para que seja possível enfrentar esse desafio é necessário um trabalho em conjunto de toda a sociedade. Nesse contexto surge o Programa Novo Olhar, que busca articular diferentes iniciativas para fortalecer o trabalho com essa população.

Conheça aqui um pouco mais sobre essa iniciativa e saiba como você pode ser mais que um doador, se tornando um parceiro!

Serviços

Abordagem social

Na Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) encontra-se a Coordenadoria de Atenção Social à População em Situação de Rua. Essa coordenação é composta por quatro serviços: Serviço Especializado em Abordagem Social, Centro Pop, Seacolhe-AIF e Seabrigo-AIF. Além de duas instituições conveniadas: o Albergue Noturno e a Casa das Anas. Todos atuam de acordo com as normativas vigentes no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

A Equipe de Abordagem Social realiza o monitoramento dos mais diversos territórios da nossa Cidade, identificando os locais de fixação de pessoas em situação de rua, bem como os riscos e as violações de direitos a que estão sujeitas. Desenvolve um trabalho de aproximação, escuta qualificada e formação de vínculos de confiança, com o objetivo de fortalecer e encorajar na direção do acesso aos demais serviços.

É um trabalho processual pois, em geral, as pessoas que vivem nas ruas passaram por um caminhar repleto de violações de direitos e perdas, e todas essas questões precisam ser cuidadosamente trabalhadas para que seja possível construir um novo caminhar. Cada passo desse novo caminho exige muito trabalho, tanto das pessoas atendidas pela Equipe quanto dos servidores públicos que os acompanham e apoiam.

A Equipe trabalha todos os dias da semana, incluindo finais de semana e feriados, entre às 7h00 e as 00h00. Durante a madrugada plantonistas ficam em alerta para situações de emergência.

Suas principais atividades são: abordagem social e encaminhamento a rede de serviços, monitoramento das áreas de maior concentração de pessoas vivendo nas ruas, acompanhamento de casos e atendimento das chamadas efetuadas através do telefone 0800-177766.

 

 

Centro POP

 

"O início da jornada, um trabalho de autoconhecimento. O morador de rua, em busca de reconhecimento" (Equipe Centro Pop)

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua é a porta de entrada desse público para os serviços da rede socioassistencial da Cidade. Seu objetivo é contribuir para a construção de novos projetos de vida, restaurar e preservar a integridade e autonomia da população em situação de rua e promover ações de inserção e reinserção familiar e/ou comunitária.

O Centro Pop oferece higienização pessoal (banho), alimentação (lanche), guarda de pertences durante o período do atendimento, guarda de documentos pessoais, encaminhamento para segunda via de documentação, acesso a benefícios eventuais (como vale-transporte e recâmbio qualificado), atendimento técnico com assistentes sociais e psicólogas, encaminhamentos a rede de serviços socioassistenciais, além de espaço para atividades de convívio em grupos e oficinas.

Canil: com a nova estrutura inaugurada em janeiro desse ano, o serviço passou a ofertar canil, para que as pessoas que vivem nas ruas com seus animais de estimação possam ter atendimento garantido.

Recâmbio Qualificado: Para aqueles que vem de outros lugares e desejam retornar para sua cidade de origem. A oferta é feita na perspectiva da saída da condição de rua, através do retorno à família e comunidade.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira das 8:00 às 17:00. As pessoas podem acessar diretamente esse serviço em dois momentos do dia: pela manhã, às 8:00, e à tarde, às 13:00. Exceto às quartas-feiras, quando a entrada do período vespertino ocorre às 14:00. O Centro Pop fica na Rua Amador Bueno, 446 - Paquetá.

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Abrigos

Seacolhe-AIF

A Seção de Acolhimento e Abrigo Provisório de Adultos, Idosos e Famílias em Situação de Rua (Seacolhe-AIF) é um serviço de acolhimento institucional, que assegura condições de estadia, convívio e endereço de referência, com equipe especializada para contribuir na construção conjunta com as pessoas atendidas de seu processo de saída das ruas.

A Seacolhe-AIF busca oferecer acolhimento provisório, proporcionando ambiente acolhedor e respeitando as condições de dignidade dos usuários, ofertando atendimento individualizado e especializado, com vistas a conhecer a história da pessoa atendida, possibilitando abordagens e intervenções grupais e favorecendo o fortalecimento dos vínculos sociais, comunitários e familiares.

O trabalho é desenvolvido de forma interprofissional, coletiva, participativa e intersetorial. Buscamos estabelecer atividades para garantir espaços de escuta e lazer, com finalidades pedagógicas, como museus, parques, exposições etc. É elaborado um Plano Individual de Atendimento, feito em conjunto com a pessoa atendida, respeitando suas capacidades individuais.

Seabrigo-AIF

Na mesma perspectiva, a Seção de Abrigo para Adultos, Idosos e Famílias em Situação de Rua (Seabrigo-AIF), oferece acolhimento provisório para pessoas em situação de rua.

  • O serviço tem como objetivo:
  • Acolher e garantir proteção integral;
  • Contribuir para a prevenção do agravamento de situações de negligência, violência e ruptura de vínculos;
  • Restabelecer vínculos familiares e/ou sociais; • Possibilitar a convivência comunitária;
  • Promover acesso à rede socioassistencial, aos demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos e às demais políticas públicas setoriais;
  • Favorecer o surgimento e o desenvolvimento de aptidões, capacidades e oportunidades para que os indivíduos façam escolhas com autonomia;
  • Promover o acesso a programações culturais, de lazer, de esporte e ocupacionais internas e externas, relacionando-as a interesses, vivências, desejos e possibilidades do público.

Programa Fênix

Uma das possibilidades de qualificação profissional para essa população é através do Programa Fênix. Com dezoito meses de duração, as atividades são desenvolvidas nos próprios equipamentos da Prefeitura, com bolsa de um salário mínimo, cesta básica e vale transporte. O programa também incentiva e orienta para participação em outros cursos profissionalizantes e de qualificação, assim como o retorno aos estudos.

Consultório na rua 

O Consultório na Rua foi instituído pela Política Nacional de Atenção Básica, em 2011, e visa ampliar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde, ofertando, atenção integral à saúde desse grupo que se encontra em condição de vulnerabilidade extrema.

 

Os Consultórios na Rua constituem uma modalidade de atendimento extramuros dirigida às pessoas em situação de rua, que vivem em condições de maior vulnerabilidade social e distanciados da rede de serviços de saúde. São dispositivos que ofertam cuidados em saúde aos usuários em seus próprios contextos de vida, adaptados para as especificidades desta população. Promovem a acessibilidade a serviços da rede, a assistência integral e a promoção de laços sociais para os usuários em situação de exclusão social, possibilitando um espaço concreto do exercício de direitos e cidadania.

 

 

 

 

 

O serviço prioriza o cuidado no território, buscando encontrar estratégias para ações compartilhadas e integradas de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e às Estratégias de Saúde da Família (ESF). Dependendo da necessidade do usuário, a equipe atua conjuntamente aos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), serviços de Urgência e Emergência e a outros pontos de atenção da rede de saúde e intersetorial.

O Consultório na Rua trabalha junto aos usuários de álcool e outras drogas na estratégia de Redução de Danos. Além de não considerar a abstinência como principal objetivo a ser alcançado, a equipe busca trabalhar na criação de vínculo com a população, propiciando uma oferta de cuidado mais abrangente e com respeito à singularidade de cada indivíduo.

Cabe ressaltar que a responsabilidade pela atenção à saúde da população em situação de rua não se restringe ao CnaR, ou seja, como qualquer outro cidadão a atenção à saúde deverá ser prestada pelos diferentes serviços de saúde, tendo como principal porta de entrada as unidades básicas de saúde.

Dúvidas sobre esse serviço? Contato: (013) 3233-3228

Projetos

Projeto Integrado de Pesquisa e Extensão

Trabalhar com o fenômeno das pessoas que vivem nas ruas de forma assertiva é um grande desafio contemporâneo. Por isso, precisamos cada vez mais unir esforços no enfrentamento dessa questão.

O mundo se transforma rápido, e esse fenômeno também. E uma das formas de entender melhor essas mudanças e através de pesquisas, como o censo. De acordo com a Política Nacional para a População em Situação de Rua (Decreto Federal 7.053) os municípios devem se mobilizar para a realização de censos periódicos dessa população, e essa também é uma das bases do Programa Novo Olhar.

Nesse sentindo, buscando ter base para qualificar o trabalho ainda mais, a Secretaria de Desenvolvimento Social fez uma parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp Campus Baixada Santista) para a realização do Censo das pessoas que vivem nas ruas em Santos, através dos cursos de Serviço Social e Terapia Ocupacional.

Dessa parceria surgiu o “Projeto Integrado de Pesquisa e Extensão sobre População em Situação de Rua no município de Santos – SP”. Muito mais que uma pesquisa quantitativa, essa proposta inovadora e dinâmica tem uma base de trabalho qualitativa, que vem construindo a pesquisa de forma participativa, articulando poder público, universidade, sociedade civil e pessoas que vivem nas ruas.

Primeira Etapa:

Vida nas Ruas em Santos: o que temos a ver com isso?

A primeira etapa desse trabalho se encerrou no dia 27 de março de 2019, e buscou fortalecer essa perspectiva participativa. Para tanto, uma comissão foi criada, composta por trabalhadores dos serviços da Prefeitura, pessoas que vivem nas ruas, professoras e estudantes da universidade e sociedade civil, que construíram juntos encontros, atividades e oficinas temáticas com os diferentes seguimentos afetos ao tema. No encerramento, aberto ao público, houve participação conjunta de pessoas que vivem nas ruas, trabalhadores, sociedade civil e organizações diversas, e os primeiros resultados foram apresentados.

Segunda Etapa: Censo

No momento o projeto está em sua segunda etapa, que conta com a realização da pesquisa quantitativa (recenseamento) das pessoas que vivem nas ruas da Cidade.

FORMULARIO CENSO

 

 

Persist - Informatição da Equipe de Abordagem

A Secretaria de Desenvolvimento Social possui desde 2015 um sistema on-line de gerenciamento de informações dos serviços socioassistenciais do Município (RIS Web), que contém dados das pessoas que acessam aos serviços, permitindo a preservação de um histórico de atendimentos.

Entendendo a importância do uso da tecnologia nesse trabalho e, considerando que a Equipe de Abordagem atua nas ruas da Cidade, em todos os bairros, chegando até as pessoas que ainda não acessam aos serviços disponíveis, iniciou-se o PERSIST (Projeto de Informação da Equipe de Abordagem Social), parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e a Secretaria de Gestão (SEGES – DETIC), buscando articular as tecnologias já disponíveis na Administração Municipal e desenvolver novas possibilidades.

Esse ano, como parte do PERSIST, a Equipe de Abordagem Social passou a trabalhar com tablets com acesso a internet 4G, permitindo o acesso ao sistema RIS Web nas ruas da Cidade, em tempo real.

Ainda como fruto desse trabalho foi criada uma “ficha de abordagem digital”, em fase de testes com a Equipe de Abordagem. Após sua aprovação, ela vai substituir em 100% as fichas em papel geradas nas abordagens dessa equipe, que giram em torno de 900 fichas mensais, além de permitir a análise dos dados (faixa etária, origem, tempo de vivência de rua, etc.) e perfil dessa população de forma continua, viabilizando estudos comparativos com os dados levantados pelos Censos realizados com essa população na Cidade.

Diálogos para um Novo Olhar

Para termos um novo olhar em relação ao fenômeno das pessoas que vivem nas ruas é necessário refletirmos juntos e dialogarmos permanentemente sobre essa questão. Essa é uma das bases centrais do Programa Novo Olhar.

E por entender a importância desse diálogo iniciamos o projeto "Diálogos para um Novo Olhar", que visa realizar um trabalho educativo e de conscientização sobre o tema e sobre o trabalho da Prefeitura através de palestras, reuniões, e atividades articuladas com diferentes segmentos, desde setores da própria Prefeitura até organizações e grupos da sociedade civil.

Esse projeto busca fomentar uma reflexão sobre essa importante questão, além de tirar dúvidas sobre o trabalho executado, possibilitando inclusive "tour pelos serviços", quando os participantes realizam visita para conhecer a estrutura dos serviços de perto. Qualquer grupo ou coletivo interessado no tema pode solicitar uma atividade, que será realizada de acordo com a disponibilidade do Programa. Para mais informações entre em contato através do e-mail: novoolhar@santos.sp.gov.br

Seja Parceiro

Doação de roupas Se você possui roupas e calçados em bom estado (especialmente masculinos) pode ajudar alguém que precisa!

As peças podem ser levadas ao:

Centro Pop

Rua Amador Bueno, 446 De segunda à sexta-feira

Mais informações: 3219-4449

Multiplicadores de um Novo Olhar

Através do Diálogos para um Novo Olhar temos cada vez um número maior de multiplicadores de informação, que contribuem diariamente no trabalho com as pessoas que vivem nas ruas.

Se você tem um estabelecimento comercial, serviço ou faz parte de alguma instituição há ainda outra forma de ajudar!

Solicite material do Programa Novo Olhar. Temos folders e cartazes informativos sobre o tema. Para solicitar nos contate através do e-mail: novoolhar@santos.sp.gov.br

Voluntários Se você tem vontade de contribuir com o trabalho e tempo disponível, o trabalho voluntário é uma possibilidade!

Saiba mais através do e-mail: novoolhar@santos.sp.gov.br

Ajuda Por Telefone

SAMU: 192

Caso a pessoa necessite de atendimento de urgência em saúde deve ser acionado o SAMU através do telefone 192. O acionamento rápido e responsável desse serviço pode salvar vidas.

Ajudar: 0800-177766

Se você identificar a presença de pessoas vivendo nas ruas em qualquer bairro da Cidade, que aparentem necessitar do auxilio dos serviços públicos, a Equipe de Abordagem Social pode ser acionada através do telefone 0800 177766. As demandas passarão por uma triagem da Central de Atendimento e serão repassadas para a Equipe, de acordo com a situação. Sempre que possível pergunte a pessoa se ela deseja o atendimento. O trabalho será ofertado àqueles que de forma voluntária desejarem acesso aos serviços. Informações como nome, idade, descrição física e local exato onde a pessoa se encontra são muito importantes na hora de ligar.

Denuncie: 0800 177766

Caso você presencie alguma situação suspeita, como a condução involuntária de pessoas em situação de rua para o Município, denuncie! A Guarda Municipal pode ser acionada através dos telefones 0800 177766 ou 153 para atuar nesse caso. Nessas situações, é importante registrar a placa e modelo do veículo, horário e local exatos da ocorrência e demais informações que forem possíveis.

Defensoria Pública: (13) 3325-4900

Uma grande parceira no trabalho com as pessoas que vivem nas ruas, a Defensoria Pública também atende a essa população, efetuando orientações no Centro de Atendimento Multidisciplinar (CAM). O serviço pode ser acessado de segunda à sexta-feira, das 8 às 17 horas.

Endereço: Avenida São Francisco, 261 - Centro

Entre em contato

Você pode tirar dúvidas e dar sugestões, contribuindo com o Programa Novo Olhar através do e-mail: novoolhar@santos.sp.gov.br

Disque 100

Em casos de violação de direitos, dique 100:

O serviço funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados recebendo, analisando e encaminhando denúncias de violações de direitos humanos.

As ligações podem ser feitas anonimamente, de todo o Brasil, por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular), bastando discar 100.

O serviço pode ser considerado como “pronto socorro” dos direitos humanos pois atende também graves situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes, possibilitando o flagrante.

Informações importantes na hora da denúncia:

  • Quem sofre a violência?(vítima)
  • Qual tipo violência? (violência física, psicológica, maus tratos, abandono, etc.)
  • Quem pratica a violência?(suspeito)
  • Como chegar ou localizar a vítima/suspeito
  • Endereço (estado, município, zona, rua, quadra, bairro, número da casa e ao menos um ponto de referência)
  • Há quanto tempo ocorreu ou ocorre a violência? (frequência)
  • Qual o horário?
  • Em qual local?
  • Como a violência é praticada?
  • Qual a situação atual da vítima?
  • Algum órgão foi acionado?
  • O encaminhamento da denúncia também pode ser feito através do sitli: http://www.humanizaredes.gov.br/ouvidoria-online

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