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Varredura elimina focos do mosquito da dengue no Cemitério da Filosofia

12 de janeiro de 2017
15h 30

Doze sacos de lixo com vasos, copos e plásticos; 82 recipientes encontrados com água, sendo dois deles com larvas coletadas para análise em laboratório. Esse é o balanço da varredura realizada nesta quinta-feira (12) no cemitério da Filosofia (Saboó) por uma equipe de controle de vetores, da Secretaria de Saúde.

Na ação também foi aplicado larvicida com máquina de compressão, que possui alcance maior, cobrindo até espaços estreitos e pequenos vãos. Uma nova prevenção no local ocorrerá daqui a 15 dias.

Segundo Ana Paula Valeiras, chefe do Departamento da Vigilância em Saúde, a equipe percorre a cada 15 dias cemitérios, borracharias, ferros velhos e lugares onde há aglomeração de pessoas, como clubes e pontos turísticos. “São pontos considerados nevrálgicos, porque facilitam a criação de focos do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir dengue, zika e chikungunya“.

A ação também serviu para conscientizar funcionários do cemitério e zeladores de sepulturas, para retirada dos materiais que possam acumular água. Participaram da vistoria a equipe da zoonoses e de Informação, Educação e Comunicação.

Foto: Susan Hortas