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Continuam as formações de multiplicadores da Justiça restaurativa

13 de julho de 2015
15h 24

Mais uma encontro de formação dos multiplicadores (futuros formadores) do programa Justiça Restaurativa foi realizado, na última terça-feira (7), no auditório da Fundação Arquivo e Memória. O grupo é formado por membros de secretarias municipais e do judiciário.

“Ao todo são dois anos de formação e após este período todos estarão aptos a multiplicar os princípios e metodologias da Justiça Restaurativa, cada um em sua área de atuação”, explicou a coordenadora operacional do programa, Liliane Claro de Rezende.

Neste encontro, os multiplicadores foram orientados a fazer um resgate da própria história de vida, levando objetos significativos e alimentos que os faziam lembrar algum episódio. “Ao refletir sobre nós mesmos, pensamos na mudança que o mundo precisa. É preciso humanizar as pessoas para que todos se incomodem com os atos de violência. E a Justiça Restaurativa traz um novo paradigma, propõe uma outra forma de convivência e de resolução de conflitos”, destacou a psicóloga e consultora Mônica Mumme.

Durante o evento os participantes ainda produziram corações para a Ação do Coração. “Esta campanha é uma iniciativa criativa e amorosa e que encaixa com o que nós fazemos e queremos para a sociedade”, afirmou Mônica.

A chefe do Nai (Núcleo de Atendimento Integrado), da Seas (Secretaria de Assistência Social), Estela Maria Queiroz Prado, uma das participantes da formação, acredita que a Justiça Restaurativa vem para mudar a forma como se pensa a sociedade e das relações entre as pessoas, principalmente no ato de saber ouvir”.

Escolas Municipais

O Programa Justiça Restaurativa está sendo implantado nas escolas-piloto Pedro Crescenti, Leonardo Nunes, Lourdes Ortiz, Ayrton Senna, Cidade de Santos, José Carlos de Azevedo Júnior, Florestan Fernandes, Pedro II e Vinte e Oito de Fevereiro.