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Nova classificação em medicina do trabalho permite assistência mais humanizada ao servidor

29 de março de 2019
14h 26

A Prefeitura modernizou os serviços, programas e projetos da medicina do trabalho, readaptação profissional e perícia médica.  Desde a última terça-feira (26), a Administração passou a adotar também a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) nas admissões, afastamentos, readaptações e aposentadorias dos servidores. Anteriormente, apenas a Classificação Internacional de Doenças (CID) era usada.

Mas qual a diferença entre uma e outra? Enquanto a CID se refere ao diagnóstico de doenças, distúrbios ou outras condições de saúde, a CIF fornece dados sobre a funcionalidade (funções do corpo, atividades e participação) e a incapacidade (as deficiências, limitações de atividades ou restrições de participação) que podem interferir no dia a dia daquele servidor. A CIF mostra que saúde não é apenas ausência de doença e que há fatores pessoais e ambientais que interferem no rendimento profissional.

“A CID e a CIF são complementares e o uso dessas duas classificações representa um ganho para o servidor: será possível  ter uma visão mais ampla de estado de saúde e oferecer assistência mais humanizada pela medicina do trabalho”, afirma Rosa Gil Marsal, coordenadora de Medicina do Trabalho da Secretaria de Gestão.

Outros aspectos importantes do uso combinado da CID e da CIF são permitir a elaboração de um banco de dados estatísticos que contenha também diagnósticos funcionais; e conhecer melhor os servidores no âmbito biomédico (CID) e biopsicossocial (CIF), de forma planejar ações estratégias de cuidados do servidor.

 

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