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Aberta licitação para implantar escola pública inclusiva de surfe

26 de abril de 2018
17h 42

O Posto 3 vai ser reformado para abrigar a primeira escola pública inclusiva de surf. O local na orla do Gonzaga foi escolhido pela proximidade com o Posto 2, onde funciona a Escola Radical de Surf. Esta é a terceira obra este ano na Cidade voltada para o esporte: a reconstrução do Museu do Surf e a ampliação da Torre dos Jurados, no Emissário, também estão em licitação.

A reforma interna e adaptação do Posto 3 envolve área de 189,82 m². O novo espaço terá salas de reuniões e de professores e salas funcional e para guarda de materiais esportivos (pranchas de surf), com 30 suportes. Além de espaço reservado a refeitório e dois ambientes para troca de roupa. O acesso será por meio de rampas e haverá sinalização adequada em piso tátil.

O edital da licitação para definir a empresa que executará os serviços, incluindo materiais, equipamentos e mão de obra, foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (26). Os recursos para a obra, com valor estimado de R$ 250 mil, são de convênio com o governo do Estado, por meio de emenda parlamentar do deputado Paulo Correa Jr.

 

ESCOLA RADICAL

 

Criada em 1991, a Escola Radical de Surf conta atualmente com 294 alunos nas aulas de surf e bodyboard, entre jovens, adultos, idosos e deficientes. Um total de 30 mil pessoas já passaram pela escola, que desenvolve o projeto Sonhando Sobre as Ondas em parceria com o Rotary Santos Praia, atendendo 88 pessoas no surf adaptado.

Nos últimos quatro anos, a demanda desse público cresceu e agora o projeto está sendo ampliado para uma escola inclusiva, atendendo pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida de todas as idades. Será o desdobramento de um trabalho já realizado na primeira escola de surf do mundo gratuita.

 

Foto: Francisco Arrais/Arquivo 

 

 

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