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Testes e a Situação da Pandemia

Dúvidas frequentes sobre testes e a situação da pandemia em Santos
Publicado: 13 de novembro de 2020 - 15h58
Atualizado: 1 de julho de 2021 - 15h58
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Quais dados são utilizados pela Prefeitura para contabilizar as ocorrências de covid-19?

Os dados divulgados pela Prefeitura de Santos se referem às notificações de casos da doença feitas pelos hospitais, unidades de pronto atendimento, laboratórios, farmácias, enfim, todos os serviços de saúde e testagem, que devem obrigatoriamente informar os casos para a Vigilância Epidemiológica do Município.
Os casos confirmados no boletim da Prefeitura refletem a quantidade de pessoas que não apresentaram sintomas graves, os munícipes com vírus ativo que se encontram internados, mais as mortes desde o início da pandemia.

Quem faz a sorologia IgG na rede privada e tem “reagente” como resultado, entra na contabilização de casos confirmados da Prefeitura?

Se for a primeira vez que a pessoa fez o exame, o resultado é contabilizado na estatística.

 

A Prefeitura está realizando testes?

Os testes rápidos são realizados para públicos específicos. No momento, a rede pública de saúde está realizando o teste RT-PCR, considerado padrão Ouro mundialmente, para os pacientes entre o 3º e 7º dia dos sintomas. A avaliação e testagem de pacientes covid-19 ocorrem 24h por dia, em todos os dias da semana, no Centro de Testagem da Covid-19 (Av. Afonso Pena, 386) e também nas UPAs Central (Rua Joaquim Távora, 260, Vila Mathias), Noroeste (Av. Jovino de Melo, 927, Areia Branca) e Leste (Praça Visconde de Ouro Preto s/nº, Estuário).

 

Como é o teste rápido para covid-19

O teste rápido é feito com coleta de amostra do sangue para avaliar a presença de dois tipos de anticorpos: IgG e IgM. Quando o resultado é positivo para IgM, significa que a pessoa está ou esteve recentemente infectada.
Quando o resultado do teste rápido é positivo para IgG, significa que a pessoa já entrou em contato com o vírus no passado.

 

Quando devo fazer o teste RT-PCR?

O Município segue as regras do governo estadual que determina a coleta de amostras (nasal e orofaringe) dos pacientes com sintomas da doença (febre, tosse seca, cansaço, perda de olfato e paladar, dificuldade respiratória e outros). A coleta das amostras do paciente deve ocorrer na fase aguda da infecção, entre o 3º e o 7º dia após o início dos sintomas.

 

Como saber se a pessoa se recuperou se não pode refazer teste na rede pública?

A doença tem período de incubação e transmissão, por isso, é recomendado o isolamento de até 14 dias. Não há orientação do Ministério da Saúde para testagem de pessoas com covid-19 confirmada, mas, se ela não está bem ou apresenta sequelas, pode procurar a rede básica para atendimento e encaminhamento para serviços especializados.

 

Como a Prefeitura se guia para tratar os pacientes?

A rede municipal de saúde de Santos conta desde março deste ano com um guia de procedimentos no atendimento aos pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19, de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde. O material foi elaborado pelo médico infectologista Marcos Caseiro e outros gestores e técnicos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
O protocolo é atualizado periodicamente e orienta os profissionais médicos sobre os sintomas e sinais clínicos que devem ser observados, exames e tratamento. O tratamento é iniciado logo após avaliação, de acordo com a conduta médica, e não precisa aguardar o resultado do exame.

 

Santos está entre as cidades do País que mais realiza testes da covid-19, o que ajuda no isolamento dos pacientes e a interromper a transmissão da doença.

Há algum controle quanto às pessoas com covid-19 que estão seguindo tratamento em casa, sem necessidade de internação?
Todas as pessoas de Santos com casos confirmados da doença, atendidas na rede pública e privada de saúde, são monitorados pela Vigilância Epidemiológica.

 

As internações estão aumentando em Santos?

Sim, por isso a importância de se manter os cuidados preventivos. Até dia 20 de outubro, a taxa de ocupação hospitalar geral dos leitos covid-19 estava em 28%. Já a de UTI, em 29%. Em 12 de novembro, a ocupação geral estava em 41%. Entre os 266 leitos de UTI, ocupação em 44%.