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Permite
uma visão geral dos principais grupos marinhos do Brasil e de várias partes
do mundo, já que 90% do material exposto vem do exterior, originário dos
oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Tendo como origem uma coleção de conchas,
seus 21 mil exemplares correspondem ao maior acervo de conchas do País,
entre as quais se destacam duas gigantes, da espécie Tridacna Gigas. A maior
mede 1 metro, pesa 148 Kg e é natural das Filipinas. Foi enviada por uma
associação de conquiliologia (estudo científico das conchas) americana,
que a permutou por conchas típicas da costa brasileira. A visita monitorada
apresenta, ainda, o acervo de animais taxidérmicos, que conta com tartarugas,
aves marinhas e um exemplar da maior espécie de tubarão do mundo, o tubarão-baleia,
com 6 m de comprimento e uma tonelada de peso. Exibe um raro tubarão-anão
adulto de 24 cm, além de tubarões xifópagos (um corpo e duas cabeças). Esponjas marinhas
das Bahamas, algas, corais, aquários com invertebrados e espécimes como o peixe-escorpião,
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que se mimetiza e confunde com as rochas, disputam espaço com escafandros,
âncoras e canhões antigos. Ao som de shaties (canções antigas cantadas por
piratas e marinheiros americanos), a loja de souvenirs vende produtos alusivos
aos oceanos. O estudo das ciências do mar é complementado por biblioteca
com cerca de 2 mil volumes, sala de audiovisual com mais de 100 títulos
de filmes e curso mensal de mergulho, que oferece certificado internacional.
Destinado às escolas, o Projeto Mangue divulga a importância sócio-econômica
desse ecossistema, berçário da vida do mar. Desde 1969, o museu funcionava
provisoriamente na residência de um dos fundadores, Quíncio Ferreira. Em
30 de junho de 1984 foi inaugurada a sede atual, organizada por Luiz Alonso
Ferreira, biólogo pós graduado em Biologia Marinha.
Rua República do Equador, nº81, Ponta da Praia. Telefone: 3261-4808. Funciona diariamente, das 9 às 18 horas.
O ingresso custa R$6,00. Crianças até cinco anos são isentas do pagamento e estudantes pagam meia entrada.
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