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De
autoria de Vito D'Alessio e Juvenal Irene, tem 12m de altura, pesa duas
toneladas e foi criado em armação de metal, com lâminas de poliestireno.
A utilização de técnicas especiais garantem a conservação do monumento por
um período mínimo de 50 anos. Inaugurado em setembro de 1996, tem como símbolo
o estivador, numa época em que a tecnologia ainda não predominava e cada
trabalhador carregava nas costas, de uma só vez, três sacos de 60 quilos
cada. É figura central
na história do desenvolvimento econômico e das batalhas sindicais do Porto
de Santos, que se alastraram pelo País inteiro e obtiveram grandes conquistas
trabalhistas. Os
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operários
do porto reuniam-se nos sindicatos,
no século XX geralmente dirigidos por comunistas e seus simpatizantes, o
que valeu a Santos a denominação de Ilha Vermelha ou Porto Vermelho. Nesse
ambiente eram preparadas as greves, em meio a espiões infiltrados nos movimentos
e a lutas com a polícia da época, sempre disposta a calar os trabalhadores
do cais. O tema foi imortalizado por Jorge Amado em 'Agonia da Noite', segunda
obra da trilogia 'Os Subterrâneos da Liberdade', em que o escritor apresenta
um panorama da vida política brasileira, nos anos do Estado Novo. Praça
Silvério de Souza, próximo ao Armazém 4 - Externo
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