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Parque Marinho da Laje de Santos localiza-se a 45 Km da costa e é considerado
um dos melhores pontos de mergulho do litoral brasileiro. Sua profundidade
varia de 18 a 40 m e a visibilidade pode chegar a 40 m. Inclui rochedos,
parcéis, que são rochas submersas, e a laje - definição para rochedo marinho
sem vegetação -, cujo formato se assemelha ao de uma baleia. Com 55 m de
comprimento, 33 m de altura e 185 m de largura, abriga um farol de sinalização
da Marinha. Abrange, ainda, um conjunto conhecido como 'cemitério de âncoras',
constituído por várias dessas peças que ficaram presas nos corais, em volta
da rocha, além de um barco pesqueiro naufragado, que se tornou viveiro de
animais marinhos. A um quilômetro da laje existem calhaus - fragmentos de
rocha dura -, que formam grutas e passagens, verdadeiro labirinto submerso.
A pesca é rigorosamente proibida. Toda a área registra incidência de baleias
franca e bryde. O
local tem grande
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importância como
zona de pouso, alimentação e reprodução de um total de 12 espécies
de aves marinhas, tanto migratórias como residentes. Dentre estas destacam-se
quase mil pares de atobás marrons, conhecidos como alcatrazes ou mergulhões.
Quando se sentem ameaçados, os pais abandonam os ninhos com os filhotes
à ação do sol e predadores, motivo pelo qual a aproximação humana deve ser
evitada. Ainda se reproduzem no parque aves migratórias como o grupo trinta-réis,
que aparece de julho a outubro. Aves pelágicas ou de mar aberto, classificadas
como visitantes de além-mar, não procriam no Brasil mas visitam a laje nos
meses de inverno. Possuem grande porte, como o albatroz-de-sobrancelha e
o albatroz-de-nariz-amarelo.
Acesso por barco a partir da Ponte Edgard Perdigão, na Avenida Saldanha
da gama, próximo aos clubes de regatas, bairros da Ponta da Praia.
Mais informações pelo telefone 3261-3445 ou pelo Disktour:
0800-173887.
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