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Sede
Rua XV de Novembro,195 - 6 º andar
Centro - Santos/SP Cep: 11010-151
Tel: (13) 3201-5000 ramal 5526 - Fax: (13) 3216-1266
E-mail: sms@santos.sp.gov.br
Secretária
Maria Ligia Lyra Pereira
Secretária Gripe Suína - Influenza A H1N1
Vigilância Epidemiológica Manual do Idoso
Vigilância Sanitária Saúde Bucal
Dengue - Todo dia é dia de acabar com a Dengue Escola Promotora de Saúde
Telefones e Endereços das Unidades de Saúde .
 
O que é vigilância epidemiológica?
 

Como define a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080/90), a vigilância epidemiológica é "o conjunto de atividades que permite reunir a informação indispensável para conhecer, a qualquer momento, o comportamento ou história natural das doenças, bem como detectar ou prever alterações de seus fatores condicionantes, com o fim de recomendar oportunamente, sobre bases firmes, as medidas indicadas e eficientes que levem à prevenção e ao controle de determinadas doenças".

A Vigilância Epidemiológica é responsável por acompanhar o comportamento das doenças na sociedade, reunindo informações com objetivo de conhecer, detectar ou prever qualquer mudança que possa ocorrer nos fatores condicionantes do processo saúde-doença, bem como identificar a gravidade de novas doenças à saúde da população.

De posse dessas informações deverá então, propor medidas de intervenção para reprimir ou amenizar os danos à população, elaborar ações e estratégias em saúde.

Seção de Vigilância Epidemiológica
SEVIEP: 3201-5647
e-mail: seviep@santos.sp.gov.br

LINK PARA O CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO:
http://www.cve.saude.sp.gov.br

- Veja as doenças de notificação compulsória
- Botulismo: conheça e previna-se
- Calendário de Vacinação
- Dengue
- Hanseníase
- Meningite
- Varicela

 
Notifique as doenças abaixo relacionadas:
  • Acidentes por animal peçonhentos
  • Acidentes de trabalho: grave / fatal / com mutilações / em crianças e adolescentes.
  • Acidentes com material biológico
  • Agravos inusitados
  • AIDS – Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
  • Botulismo
  • Câncer
  • Carbúnculo ou Antrax
  • Cólera
  • Coqueluche
  • Dengue
  • Difteria
  • Doença de Chagas (Casos Agudos)
  • Doença Meningocócica e outras Meningites
  • Doenças de origem ocupacional: LER / Pair / Dermatoses / Pneumoconioses / Intoxicações Exógenas / Câncer / Transtorno Mental
  • Doença de Creutzfeldt – Jacob ( “Vaca Louca” )
  • Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs
  • Doenças transmitidas por animais – ZOONOSES
  • Encefalite
  • Esquistossomose (Em área não endêmica)
  • Eventos adversos pós-vacinação
  • Febre amarela
  • Febre do Nilo Ocidental
  • Febre Maculosa
  • Febre Tifóide
  • Hanseníase
  • Hantavirose
  • Hepatites Virais B e C
  • Hipertermia Maligna
  • Infecção pelo vírus (HIV) – Crianças expostas ao risco de transmissão vertical
  • Infecção pelo vírus (HIV) em gestantes
  • Influenza humana por novo subtipo (Pandêmico)
  • Intoxicação alimentar
  • Intoxicação exógena
  • Larva Migrans
  • Leishmaniose Tegumentar americana
  • Leishmaniose Visceral
  • Leptospirose
  • Má Formação Congênita
  • Malária
  • Meningite por Haemophilus Influenzae
  • Paralisia Flácida Aguda
  • Peste Bubônica / Pneumônica
  • Poliomielite
  • Portador Assintomático do vírus HIV
  • Raiva Humana
  • Recém Nascido de Risco
  • Rubéola
  • Sarampo
  • Sífilis Congênita
  • Sífilis em Gestante
  • Síndrome Febril Ictero-Hemorrágica Aguda
  • Síndrome pós-pólio
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave – SARS
  • Síndrome da rubéola congênita
  • Suicídios
  • Surto de Hepatite A
  • Surtos de Conjuntivite
  • Surtos de Diarréia
  • Surtos de Salmonela
  • Surtos de Varicela
  • Tentativas de Suicídios
  • Tétano Acidental
  • Tétano Neonatal
  • Tracoma
  • Tuberculose
  • Tularemia
  • Violência Doméstica / Sexual / Interpessoal / Contra criança e adolescente / Idosos
  • Varicela
  • Varíola
 
Botulismo: conheça e previna-se

É uma doença infecciosa causada pela toxina do Clostridium botulinum, que acomete principalmente o sistema nervoso causando paralisia. Essa paralisia inicia-se pelos nervos da face causando queda das pálpebras, dificuldade para engolir, visão turva e dupla, dificuldade para falar, boca seca, tontura, sonolência e fraqueza muscular, podendo evoluir com comprometimento de outros nervos do organismo, como musculatura respiratória, levando ao óbito.

Transmissão

Forma mais comum: Ingestão de alimentos contendo a toxina; por exemplo, conservas e enlatados (palmito, aspargos, ervilha, milho, atum, sardinha, apresuntado) e embutidos (salame, salsicha, lingüiça, mortadela), queijos caseiros.

Formas mais raras: Ferimentos, inalação de toxinas, via conjuntival.

Período de Incubação: Pode variar de algumas horas até 10 dias (média 12 a 36 horas) dependendo da quantidade de toxina ingerida.

Precauções:
O Botulismo é uma doença bastante rara, porém de extrema gravidade. Contudo, existem medidas simples para evitá-la:
1. Observar sempre a data de validade dos alimentos e seu registro no Ministério da Saúde (MS);
2. Evitar latas amassadas ou estufadas e vidros embaçados;
3. Nas conservas em água, desprezar o líquido e ferver por 15 minutos em água potável;
4. Dar preferência para os alimentos preparados na hora.

Diante de quaisquer sintomas de Botulismo, procure imediatamente atendimento médico.

 
Calendário de vacinações

Fique atento nas vacinas, elas são muito importantes para a saúde do seu filho!

BCG: vacina contra a Tuberculose

DTP: Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche

dT: Vacina Dupla, tipo adulto, contra Difteria e Tétano

SCR: Vacina contra o Sarampo, Caxumba e Rubéola
Hepatite: Intervalo mínimo entre as doses: intervalo de 30 dias entre a 1ª e a 2ª dose;

SCR: A partir da Campanha Nacional de Seguimento contra o Sarampo – set/04, está sendo incluída a 2ª dose da SCR;
dT: Reforço a cada dez anos por toda vida. Em caso de gravidez e na profilaxia do tétano após alguns tipos de ferimentos, deve-se reduzir este intervalo para cinco anos;

ROTAVÍRUS:
1ª dose: idade mínima de 1 mês e 15 dias até 3 meses e 7 dias
2ª dose: idade mínima de 3 meses e 7 dias até 5 meses e 15 dias.

 

IDADE

VACINAS

A PARTIR DO NASCIMENTO

BCG, HEPATITE B

2 MESES

POLIOMIELITE, HEPATITE B, TETRAVALENTE(Difteria, Coqueluche e Tétano + Haemophilus Influenzae Tipo B = Meningite), ROTAVÍRUS

3 MESES

PNEUMOCOCO 10, MENINGITE C

4 MESES

POLIOMIELITE,  TETRAVALENTE(Difteria, Coqueluche e Tétano + Haemophilus Influenzae Tipo B = Meningite), ROTAVÍRUS

5 MESES

PNEUMOCOCO 10, MENINGITE C

6 MESES

POLIOMIELITE, HEPATITE B, TETRAVALENTE(Difteria, Coqueluche e Tétano + Haemophilus Influenzae Tipo B = Meningite)

7 MESES

PNEUMOCOCO 10

9 MESES

FEBRE AMARELA (*)

12 MESES

SRC (SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA), MENINGITE C

15 MESES

DTP(Difteria, Tétano e coqueluche), POLIOMIELITE, PNEUMOCOCO 10

4 OU 6 ANOS

DTP(Difteria, Tétano e coqueluche) e POLIOMIELITE, SRC (SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA)

15 ANOS

dT (Difteria e Tétano) (**)

65 ANOS

INFLUENZA

(*) Áreas de risco (**) Reforço a cada 10 anos

 

Meningite

O que é Meningite e meningococcemia?

É a inflamação das membranas que protegem o cérebro e a medula espinhal chamadas meninges, que pode ser causada por vírus, fungos, bactérias, traumatismos e outros. Quando a bactéria causadora é o meningococo, a presença de pontos e manchas vermelhas na pele caracteriza o quadro de meningococcemia.

Meningites Bacterianas

São causadas por bactérias, como meningococo, pneumococo e hemófilo. São as meningites mais graves sendo necessária internação e uso de antibióticos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado levam à cura e evitam seqüelas.

Meningites Virais

São causadas por vírus. São as menos graves, pode ocorrer ou não internação e não é necessário o uso de antibióticos. A cura costuma ser rápida e sem seqüelas.

Como se transmitem a meningite meningocócica e as demais meningites bacterianas?

Sempre por via respiratória, por gotículas da tosse, espirro ou ao falar. Para ocorrer a transmissão o contato deve ser íntimo e prolongado com o doente ou o portador sadio.

Sinais e sintomas de meningite
Bebês: febre, vômitos, recusa alimentar, choro, inquietação, irritabilidade, convulsões, abaulamento de fontanela, gemência. Podem ocorrer pontos e/ou manchas vermelhas no corpo. Procure um médico imediatamente.
Crianças maiores e adultos: febre alta, vômitos, dor de cabeça, rigidez de nuca, sonolência, convulsões, pontos e/ou manchas vermelhas pelo corpo. Procure um médico imediatamente.

Tratamento e prevenção:

Meningites bacterianas: tratamento hospitalar, uso de antibióticos e outras medidas que forem necessárias.
Após 24 horas do uso do antibiótico o doente deixa de transmitir a bactéria.
Pessoas que tiveram contato íntimo e prolongado com o doente com meningite meningocócica ou meningococcemia, devem ser medicadas com antibiótico específico fornecido pela saúde pública (quimioprofilaxia).

Meningite viral:  Benigna. Não precisa antibiótico para o doente e nem para familiares e outros.

Vacinação

Contra meningocos dos sorogrupos A, C, Y e  W135, para crianças menores de 2 dois anos, tem baixa eficácia. Para adultos e crianças maiores a imunidade é curta (2 a 3 anos).
Meningococo C: A imunidade é de longa duração e é eficaz em qualquer faixa etária.

Meningococo B: Não há vacina efetiva.

Hemófilo( Haemophilus Influenzae tipo B ): É uma vacina efetiva contra a doença causada por esta bactéria (Hib), faz parte do calendário de vacinação de rotina desde 1999.

Pneumococo ( Streptococcus pneumoniae ): Recomendada para pessoas de alto risco como: portadores de anemia falciforme, idosos, pessoas que não possuem baço, diabéticos,  e  portadores de enfisema pulmonar e outras doenças crônicas.

Recomendações finais

Estar atento aos sinais e sintomas de meningite, principalmente nas crianças até 5 anos.
Na suspeita, procure imediatamente um médico.
Comunicar a escola se a criança tiver meningite.
As crianças que tiveram meningite e estão de alta médica, não devem ser evitadas e podem freqüentar a escola normalmente.

A meningite só passa de pessoa para pessoa, não sendo necessárias medidas com o ambiente, com a escola, com objetos e roupas da pessoa doente.
 
Varicela

O que é?
A varicela também conhecida como catapora, é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, causada por um vírus, o Vírus Varicela Zoster. É uma doença da infância, podendo, contudo, surgir em pessoas de qualquer idade. Em geral, é benigna e costuma incomodar principalmente pelas manchas vermelhas e pela coceira intensa.        

Como se dá a transmissão da doença?
A transmissão pode fazer-se de duas formas: por contato direto com as lesões cutâneas ou indiretamente, através do ar contaminado com secreções respiratórias (espirros, tosse, gotículas de saliva) de indivíduos infectados.

Quais os sintomas da doença?
Começa com pontinhos vermelhos espalhados pelo corpo que crescem e mudam de aspecto. Provocam muita coceira e transformam-se rapidamente em "bolhinhas" cheias de água. Estas bolhas vão-se rompendo e secando, formando crostas em alguns dias. O estágio no qual o corpo fica com sinais variados – desde as manchinhas parecidas com picadas de inseto, bolhas, até as feridas e crostas ressecadas – é o mais característico da doença. Nessa fase, não há como confundir a catapora com qualquer outro problema.

Qual o tratamento para a doença?
Regra geral, o tratamento da varicela é sintomático.

Complicações
Antes de qualquer remédio, uma determinação: nunca coce. As infecção das lesões  é a complicação mais freqüente. Embora menos comum, pode ocorrer pneumonia e alterações neurológicas.

ORIENTAÇÃO QUANTO AO CONTATO COM CASOS DE VARICELA
 
Atenção o uso de medicação especifica (imunoglobulina) esta indicado para os seguintes comunicantes:

  • pessoas com sistema imune comprometido ou as defesas diminuídas (AIDS, neoplasia, se estiver fazendo tratamento prolongado com corticosteróide);
  • gestantes que não tiveram varicela;
  • recém nascidos prematuros.

Nestas circunstâncias deverá sempre procurar orientação na Vigilância Epidemiológica do Município (SEVIEP - Tel: 3201-5647 ou 9714-1261)

Existe uma vacina para varicela?
Existe uma vacina que previne a doença. A partir de 2003, no Estado de São Paulo, passou a ser incluída como uma das medidas de controle para utilização em surtos, e esta disponível apenas para bloqueio em ambiente hospitalar e controle em creches (publica ou privada) para crianças de 1 a 5 anos.

Se você trabalha em escola ou creche que tem crianças nesta faixa etária, ao saber de um caso de varicela notifique a Vigilância Epidemiológica para que as medidas de controle possam ser tomadas.
 
Hanseníase

Hanseníase é uma doença de pele e nervos, transmitidas pela respiração, no contato com uma pessoa doente que não se trata.
Sinais e sintomas:
Se você tiver:
- manchas na pele que não doem, não coçam, não pegam pó
- dormência ou formigamento
- queimar-se ou cortar-se sem sentir

SE TOQUE, A HANSENÍASE TEM CURA

Procure atendimento em uma Unidade Básica de Saúde
 
Dengue

Se você tem febre, dor de cabeça, dor nas articulações, dor nos olhos, vermelhidão na pele, dor nos músculos, cansaço...
SE LIGA: PODE SER DENGUE, e a dengue mata....

Procure sempre um serviço médico

Lembre–se de colher o exame para confirmar o resultado; use os medicamentos para febre e dor que seu médico receitar: tome bastante líquidos e CUIDADO quando desaparecer a febre se você tiver:

- Dor na barriga
- Vômitos
- Dor na região do fígado
- Sangramento no nariz e/ou gengiva
- Urinar menos
- Ficar com as extremidades frias e/ou roxas
- Suor excessivo
- Coração batendo muito rápido

PROCURE URGENTE O MÉDICO... PODE SER DENGUE HEMORRÁGICA

Vigilância Epidemiológica Santos – telefone 3201-5647
Celular Plantão – 9714-1261
Disk Dengue – 3225-8680 / 3225-5682