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Rua XV de Novembro, 195 - 5º e 6º andares
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Secretário
Marcos Estevão Calvo
Secretário  
Vigilância Epidemiológica  
Vigilância Sanitária    
Dengue    
Telefones e Endereços das Unidades de Saúde  
 
O que é Vigilância Epidemiológica?
 

Como define a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080/90), a Vigilância Epidemiológica é o conjunto de atividades que permite reunir a informação indispensável para conhecer, a qualquer momento, o comportamento ou história natural das doenças, bem como detectar ou prever alterações de seus fatores condicionantes, com o fim de recomendar oportunamente, sobre bases firmes, as medidas indicadas e eficientes que levem à prevenção e ao controle de determinadas doenças.

A Vigilância Epidemiológica é responsável por acompanhar o comportamento das doenças na sociedade, reunindo informações com objetivo de conhecer, detectar ou prever qualquer mudança que possa ocorrer nos fatores condicionantes do processo saúde-doença, bem como identificar a gravidade de novas doenças à saúde da população. Com essas informações, porpõe medidas de intervenção para reprimir ou amenizar os danos à população, elaborar ações e estratégias em saúde.

Seção de Vigilância Epidemiológica
Seviep: 3201-5647
e-mail: seviep@santos.sp.gov.br

Link para o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo:
http://www.cve.saude.sp.gov.br

- Veja as doenças de notificação compulsória
- Botulismo: conheça e previna-se
- Calendário de vacinação
- Dengue
- Hanseníase
- Meningite
- Varicela

 

 
Notifique as doenças abaixo relacionadas:
  • Acidentes por animal peçonhentos
  • Acidentes de trabalho: grave / fatal / com mutilações / em crianças e adolescentes.
  • Acidentes com material biológico
  • Agravos inusitados
  • Aids – Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
  • Botulismo
  • Câncer
  • Carbúnculo ou Antrax
  • Cólera
  • Coqueluche
  • Dengue
  • Difteria
  • Doença de Chagas (casos agudos)
  • Doença Meningocócica e outras meningites
  • Doenças de origem ocupacional: LER / Pair / Dermatoses / Pneumoconioses / Intoxicações Exógenas / Câncer / Transtorno Mental
  • Doença de Creutzfeldt – Jacob ( “Vaca Louca” )
  • Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs
  • Doenças transmitidas por animais – Zoonozes
  • Encefalite
  • Esquistossomose (em área não endêmica)
  • Eventos adversos pós-vacinação
  • Febre Amarela
  • Febre do Nilo Ocidental
  • Febre Maculosa
  • Febre Tifóide
  • Hanseníase
  • Hantavirose
  • Hepatites Virais B e C
  • Hipertermia Maligna
  • Infecção pelo vírus (HIV) – Crianças expostas ao risco de transmissão vertical
  • Infecção pelo vírus (HIV) em gestantes
  • Influenza humana por novo subtipo (Pandêmico)
  • Intoxicação alimentar
  • Intoxicação exógena
  • Larva Migrans
  • Leishmaniose Tegumentar americana
  • Leishmaniose Visceral
  • Leptospirose
  • Má Formação Congênita
  • Malária
  • Meningite por Haemophilus Influenzae
  • Paralisia Flácida Aguda
  • Peste Bubônica / Pneumônica
  • Poliomielite
  • Portador Assintomático do vírus HIV
  • Raiva Humana
  • Recém-nascido com risco
  • Rubéola
  • Sarampo
  • Sífilis Congênita
  • Sífilis em Gestante
  • Síndrome Febril Ictero-Hemorrágica Aguda
  • Síndrome pós-pólio
  • Síndrome Respiratória Aguda Grave – SARS
  • Síndrome da Rubéola congênita
  • Suicídios
  • Surto de Hepatite A
  • Surtos de Conjuntivite
  • Surtos de Diarreia
  • Surtos de Salmonela
  • Surtos de Varicela
  • Tentativas de Suicídios
  • Tétano Acidental
  • Tétano Neonatal
  • Tracoma
  • Tuberculose
  • Tularemia
  • Violências: doméstica / sexual / interpessoal / contra criança e adolescente / idosos
  • Varicela
  • Varíola

 

 
Botulismo: conheça e previna-se


É uma doença infecciosa causada pela toxina do Clostridium botulinum que acomete, principalmente, o sistema nervoso causando paralisia. Essa paralisia começa pelos nervos da face causando queda das pálpebras, dificuldade para engolir, visão turva e dupla, dificuldade para falar, boca seca, tontura, sonolência e fraqueza muscular, podendo evoluir com comprometimento de outros nervos do organismo, como musculatura respiratória, levando ao óbito.

Transmissão

Forma mais comum: ingestão de alimentos contendo a toxina, por exemplo conservas e enlatados (palmito, aspargos, ervilha, milho, atum, sardinha, apresuntado) e embutidos (salame, salsicha, lingüiça, mortadela), queijos caseiros.

Formas mais raras: ferimentos, inalação de toxinas, via conjuntival.

Período de Incubação: pode variar de algumas horas até dez dias (média 12 a 36 horas) dependendo da quantidade de toxina ingerida.

Precauções:

O Botulismo é uma doença rara, porém de extrema gravidade. Contudo, existem medidas simples para evitá-la:
1. Observar sempre a data de validade dos alimentos e seu registro no Ministério da Saúde (MS);
2. Evitar latas amassadas ou estufadas e vidros embaçados;
3. Nas conservas em água, desprezar o líquido e ferver por 15 minutos em água potável;
4. Dar preferência para os alimentos preparados na hora.

Diante de quaisquer sintomas de Botulismo, procure imediatamente atendimento médico.


 
Calendário de vacinações

Fique atento nas vacinas, elas são importantes para a saúde do seu filho!

BCG: vacina contra a Tuberculose

DTP: Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche

dT: Vacina Dupla, tipo adulto, contra Difteria e Tétano

SCR: Vacina contra o Sarampo, Caxumba e Rubéola
Hepatite: Intervalo mínimo entre as doses: intervalo de 30 dias entre a 1ª e a 2ª dose;

SCR: A partir da Campanha Nacional de Seguimento contra o Sarampo (setembro de 2004), está sendo incluída a 2ª dose da SCR;

dT: Reforço a cada dez anos por toda vida. Em caso de gravidez e na profilaxia do tétano após alguns tipos de ferimentos, deve-se reduzir este intervalo para cinco anos;

ROTAVÍRUS:
1ª dose: idade mínima de 1 mês e 15 dias até 3 meses e 7 dias
2ª dose: idade mínima de 3 meses e 7 dias até 5 meses e 15 dias.


 

IDADE

VACINAS

A PARTIR DO NASCIMENTO

BCG, HEPATITE B

2 MESES

POLIOMIELITE, HEPATITE B, TETRAVALENTE(Difteria, Coqueluche e Tétano + Haemophilus Influenzae Tipo B = Meningite), ROTAVÍRUS

3 MESES

PNEUMOCOCO 10, MENINGITE C

4 MESES

POLIOMIELITE,  TETRAVALENTE(Difteria, Coqueluche e Tétano + Haemophilus Influenzae Tipo B = Meningite), ROTAVÍRUS

5 MESES

PNEUMOCOCO 10, MENINGITE C

6 MESES

POLIOMIELITE, HEPATITE B, TETRAVALENTE(Difteria, Coqueluche e Tétano + Haemophilus Influenzae Tipo B = Meningite)

7 MESES

PNEUMOCOCO 10

9 MESES

FEBRE AMARELA (*)

12 MESES

SRC (SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA), MENINGITE C

15 MESES

DTP (Difteria, Tétano e coqueluche), POLIOMIELITE, PNEUMOCOCO 10

4 OU 6 ANOS

DTP (Difteria, Tétano e coqueluche) e POLIOMIELITE, SRC (SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA)

15 ANOS

dT (Difteria e Tétano) (**)

65 ANOS

INFLUENZA

(*) Áreas de risco (**) Reforço a cada 10 anos

 

Meningite


O que é Meningite e meningococcemia?
É a inflamação das membranas que protegem o cérebro e a medula espinhal chamadas meninges, que pode ser causada por vírus, fungos, bactérias, traumatismos e outros. Quando a bactéria causadora é o meningococo, a presença de pontos e manchas vermelhas na pele caracteriza o quadro de meningococcemia.

Meningites Bacterianas
São causadas por bactérias, como meningococo, pneumococo e hemófilo. São as meningites mais graves sendo necessária internação e uso de antibióticos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado levam à cura e evitam sequelas.

Meningites Virais
São causadas por vírus. São as menos graves. Pode ocorrer, ou não, internação. Não é necessário o uso de antibióticos. A cura costuma ser rápida e sem sequelas.

Como se transmitem a meningite meningocócica e as demais meningites bacterianas?
Sempre por via respiratória, por gotículas da tosse, espirro ou ao falar. Para ocorrer a transmissão, o contato deve ser íntimo e prolongado com o doente ou o portador sadio.

Sinais e sintomas de meningite
Bebês: febre, vômitos, recusa alimentar, choro, inquietação, irritabilidade, convulsões, abaulamento de fontanela, gemência. Podem ocorrer pontos e/ou manchas vermelhas no corpo. Procure um médico imediatamente.
Crianças maiores e adultos: febre alta, vômitos, dor de cabeça, rigidez de nuca, sonolência, convulsões, pontos e/ou manchas vermelhas pelo corpo. Procure um médico imediatamente.

Tratamento e prevenção:

Meningites bacterianas: tratamento hospitalar, uso de antibióticos e outras medidas que forem necessárias. Após 24 horas do uso do antibiótico, o doente deixa de transmitir a bactéria. Pessoas que tiveram contato íntimo e prolongado com o doente com meningite meningocócica ou meningococcemia, devem ser medicadas com antibiótico específico fornecido pela saúde pública (quimioprofilaxia).

Meningite viral:  benigna e n ão precisa antibiótico para o doente e nem para familiares e outros.

Vacinação
Contra meningocos dos sorogrupos A, C, Y e  W135, para crianças menores de dois dois anos, tem baixa eficácia. Para adultos e crianças maiores, a imunidade é curta (dois a três anos).

Meningococo C: a imunidade é de longa duração e é eficaz em qualquer faixa etária.

Meningococo B: n ão há vacina efetiva.

Hemófilo (Haemophilus Influenzae tipo B): é uma vacina efetiva contra a doença causada pela bactéria Hib. Faz parte do calendário de vacinação de rotina desde 1999.

Pneumococo (Streptococcus pneumoniae): recomendada para pessoas de alto risco, como: portadores de anemia falciforme, idosos, pessoas que não possuem baço, diabéticos, portadores de enfisema pulmonar e outras doenças crônicas.

Recomendações finais
Estar atento aos sinais e sintomas de meningite, principalmente nas crianças até cinco anos. Na suspeita, procure imediatamente um médico. Comunicar a escola se a criança tiver meningite. As crianças que tiveram meningite e estão de alta médica não devem ser evitadas e podem frequentar a escola normalmente. A meningite só passa de pessoa para pessoa, não sendo necessárias medidas com o ambiente, com a escola, com objetos e roupas da pessoa doente.



 
Varicela

 

O que é?
Também conhecida como Catapora, a Varicela é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, causada pelo vírus Varicela Zoster. É uma doença da infância, podendo, contudo, surgir em pessoas de qualquer idade. Em geral, é benigna e costuma incomodar principalmente pelas manchas vermelhas e pela coceira intensa.        

Como se dá a transmissão da doença?
A transmissão pode ser de duas maneiras: por contato direto com as lesões cutâneas ou indiretamente, por meio do ar contaminado com secreções respiratórias (espirros, tosse e gotículas de saliva) de indivíduos infectados.

Quais os sintomas da doença?
Começa com pontinhos vermelhos espalhados pelo corpo que crescem e mudam de aspecto. Provocam muita coceira e se transformam rapidamente em pequenas bolhas cheias de água. Estas bolhas vão-se rompendo e secando, formando crostas em alguns dias. O estágio no qual o corpo fica com sinais variados – desde as manchinhas parecidas com picadas de inseto, bolhas, até as feridas e crostas ressecadas – é o mais característico da doença. Nessa fase, não há como confundir a catapora com qualquer outro problema.

Qual o tratamento para a doença?
Regra geral, o tratamento da varicela é sintomático.

Complicações
Antes de qualquer remédio, uma determinação: nunca coçar. As infecção das lesões é a complicação mais frequente. Embora menos comum, pode ocorrer pneumonia e alterações neurológicas.

ORIENTAÇÃO QUANTO AO CONTATO COM CASOS DE VARICELA
 
Atenção o uso de medicação especifica (imunoglobulina) esta indicado para os seguintes comunicantes:

  • Pessoas com sistema imune comprometido ou defesas diminuídas (Aids, neoplasia, se estiver fazendo tratamento prolongado com corticosteróide);
  • Gestantes que não tiveram varicela;
  • Recém-nascidos prematuros.


Nestas circunstâncias, é necessário procurar orientação na Seviep (Vigilância Epidemiológica do Município),
pelos telefones: 3201-5647 ou 9714-1261).


Existe uma vacina para varicela?

Existe uma vacina que previne a doença. A partir de 2003, no estado de São Paulo, passou a ser incluída como uma das medidas de controle para utilização em surtos, e está disponível apenas para bloqueio em ambiente hospitalar e controle em creches (publica ou privada) para crianças de um a cinco anos. Pessoas que trabalham em escolas ou creches que têm crianças nesta faixa etária, ao saber de um caso de varicela, devem notificar a Vigilância Epidemiológica para que as medidas de controle possam ser tomadas.

 

 
Hanseníase

 

Hanseníase é uma doença de pele e nervos, transmitida pela respiração, no contato com uma pessoa doente que não se trata.

Sinais e sintomas:
- Manchas na pele que não doem, não coçam, não pegam pó.
- Dormência ou formigamento.
- Queimar-se ou cortar-se sem sentir.

Pessoas com esses sintomas devem procurar atendimento na Unidade Básica de Saúde mais próxima .

 
Dengue


Febre, dor de cabeça, dor nas articulações, dor nos olhos, vermelhidão na pele, dor nos músculos e cansaço podem ser sintomas de dengue. Pessoas com esses sintomas devem procurar atendimento na Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Lembre–se de colher o exame para confirmar o resultado, usar os medicamentos para febre e dor que o médico receitar, tomar bastante líquido. Cuidado com a dengue hemorrágica. Deve ser procurado um médico imediatamente se a febre desaparecer e continuarem os sintomas:

  • Dor na barriga
  • Vômitos
  • Dor na região do fígado
  • Sangramento no nariz e/ou gengiva
  • Urinar menos
  • Ficar com as extremidades frias e/ou roxas
  • Suor excessivo
  • Coração batendo muito rápido


Contatos
Vigilância Epidemiológica Santos:
(13) 3201-5647
Celular de Plantão: (13) 9714-1261
Disk Dengue: (13) 3225-8680