Atrações

Piraputanga
Bricon natterery
O Piraputanga
é parecido com o famoso e ameaçado Dourado, porém não
tem a mesma fama de exímio predador. Essa macha, escura
que poderia ser vista a sua calda, serve para confundir
o ataque de seus predadores. Essa tática é utilizada
por outros peixes e é conhecida como coloração disruptiva.
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Lambari
Família Caracidae
Existem no Brasil cerca de 150 espécies
de lambaris todos pequenos São conhecidos também como
piaba . Alimentam-se de vegetais, pequenos peixes e
insetos. Representam um dos mais importantes elos na
cadeia alimentar nos rios , sendo gulosamente caçado
pelas grandes espécies carnívoras como o dourado, tabarana,
homem entre outros. Algumas espécies são procuradas
para aquários ornamentais.
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Pangácio
Pangacius Sutchi
O Pangácio é um peixe exótico que ocorre
naturalmente nos rios da Ásia. Sua forma diferente,
principalmente da cabeça chama atenção, o que o torna
interessante e curioso para exposição. Apesar de apresentarem
diferentes cores, são exemplares de uma mesma espécie.
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Tilapia
Sarotherodon niloticus
Vivem em águas quentes e não e muito
exigente quanto ao teor de oxigênio dissolvido na água.
O crescimento dos animais está relacionado principalmente
com a temperatura da água e quantidade de nutrientes.
Em cativeiro se reproduzem em intervalos de seis semanas
a dois meses. Alimentam-se de larvas de insetos e alimentos
variados
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Bagre africano
Clarias sp
Também conhecido
como peixe gato, tem a capacidade de respirara ar atmosférico,
o que possibilita sair da água chegando a caminhar ate
500 metros a procura de alimento.Essa alta resistência
tem preocupado os estudiosos, pois com a capacidade
de sair da água esta ameaçando o habitah das espécies
de bagre do Brasil. Alimentam-se de peixes e invertebrados.
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Mero
Epinephelus itajara
Encontrado em regiões costeiras, de
fundo rochoso ou areia e entrando em águas estuarianas,
escondendo-se em tocas espaçosas ou lajes, pilares de
construção ou embarcações afundadas. São solitários
e territoliaristas. É um peixe forte e voraz, e apesar
de ser preguiçoso, é rápido em ataques curto. Atigem
2,5 m de comprimento, e se alimentam de peixes.
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Garoupa
Ephineus guaza
É a espécie mais comum do gênero no
sudeste do Brasil, vivem em fundos rochosos até 50 metros
de profundidade dentro dos estuários. Os menores são
encontrados em águas rasas e com o aumento da idade
vão migrando progressivamente para águas mais fundas.
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Tambaqui
Colossoma macropomum
Este bonito peixe atinge 60 cm de comprimento.
Alimenta-se das frutas de diversas árvores que crescem
a beira dos rios da Amazônia. Na primavera quando gordo,
além de ser utilizado como alimento, fornece óleo que
é usado na cozinha e na iluminação pelos ribeirinhos
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Corvina
Micropogonias furnieri
Este peixe atinge cerca de 60 cm e
representam um dos mais importantes pescados do litoral
sudeste. Vive próxima a costa, em fundos de lama e areia,
alimentado-se de organismos fundo, como crustáceo, anelidios
e pequenos peixes
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Ermitão
Invertebrado – Crustáceo
Este interessante tem o abdômen desprotegido(
sem carapaça calcaria). Dessa forma ele o protege vivendo
em conchas vazias de gastrópodes(moluscos). Quando o
ermitão cresce demais sai a procura de uma concha maior,
que pode ser roubada de outro ermitão.
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Siri
Caliectes sp
Vive em águas salobras e salgadas, sobre fundos de areia
ou lodo. Alimenta-se de animais e algas em decomposição.
Durante sua vida, troca varia vezes de casca (exoesqueleto),
crescendo enquanto a nova casca não endurece. A esses
siris que estão entre mudas chamamos de siri mole.
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Amazônia
Este tanque representa uma visão subaquática
de um IGARAPE, pequeno rio que corre na Mata Amazônica.
A fauna de peixes amazônicos é a maior do mundo em espécies
e esse fato esta refletido aqui, nas dezenas de peixes
multiformes e multicoloridos, os famosos peixinhos de
aquário ou melhor ornamentais. Esses pequenos peixes
já são na sua maioria criados em cativeiros, o que reduz
a ameaça de extinção para muitas espécies.
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Badejo
Mycteroperca rubra
Os badejos são peixes costeiros de
porte médio a grande, podendo ultrapassar 1 metro de
comprimento. Vivem em fundos rochosos ou arenosos, alimentando-se
principalmente de peixes e crustáceos. São parentes
das garoupas e como elas, escondem-se em tocas de pedras.
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Café Torrado
Stegastes fucus
Esta pequena espécie é bastante comum
no litoral do Brasil. Seu nome vem da cor café que o
adulto apresenta. Os jovens são muito bonitos, de um
azul fluorescente metálico e muito procurado pelos aquarifilistas.
São muito territorialistas, mas em razão da diferenciação
de dietas, jovens e adultos convivem pacificamente nos
costões rochosos.
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Michole
Diplectrum radiale
Tem hábitos costeiros entrando em regiões
estuarianas em pronfudidades de 0 a 60 metros. Comem
pequenos crustáceos e outros invertebrados. Alcançam
cerca de 23 cm de comprimento.
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Pirambóia
Lepidosiren paradoxa
Este verdadeiro fóssil vivo, está bastante
próximo dos primeiros vertebrados a saírem da água,
os anfíbios. Apresentam pulmões, respiram ar atmosférico,
nadadeiras pares com disposição de patas entre outras
características. Vive nas lagoas as margens dos grandes
rios brasileiros. Atingem cerca de 1,5 metro de comprimento.
Alimentam-se de vermes, caramujos, peixes e vegetais.
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Cagados e tartarugas
A maneira como estes animais recolhem
a cabeça para dentro do casco, os separam em dois grupos,
se simplesmente retrair o pescoço para se defender estamos
diante de uma tartaruga, mas se ao invés disso virara
a cabeça escondendo-a no casco em direção a uma de suas
patas estaremos diante de um cagado. Porém o nome popular
desse animais variam de região para região.
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Bagre
Sciadeichthys luniscutis
Vivem em
águas quentes e rasas e embocaduras de rios com as praias.
Chegam a atingir 1,2 m de comprimento. Sua alimentação
é composta por algas, vermes, camarões, caranguejos
e peixes, utilizando seus barbilhões para localizar.
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Piranha
Serrasalmus sp
A piranha é uma das diversas espécies
encaradas pelo homem como muito perigosas. A elas somam-se
os tubarões, as moréias, barracudas entre outras. No
entanto muito o que se diz dela é muito folclore. Espécies
territorialistas, são agressivas somente em ocasiões
especiais. É comum hoje cinegrafistas fazerem longas
filmagens subaquáticas dentro de um cardume de piranha
sem serem molestados. Aparentemente o grosso de sua
alimentação é composto por nadadeiras de peixes e carcaças
de animais.
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Pingüim de Magalhães
Spheniscus magellanicus
Um total de 17 diferentes espécies
de aves marinha são conhecidas como pingüins. Todas
vivem o hemisfério sul em colônias, andam eretas e tem
asas modificadas para natação e mergulho. Habitam diferentes
ambientes, desde de uma ilha equatorial nos Galápagos
até o pólo extremo do pólo sul. Apresentam comportamentos
e tamanhos diferentes podem medir de 30 cm(pingüim azul
a 1 metro de altura pingüim imperador)
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Mandi Pintado
Pimelodus
É uma espécie solitária, que habitam
grande parte dos e lagos brasileiros e gostam de se
esconder em tocas de pedras ou atrás de troncos, podendo
alcançar 50 cm de comprimento. Sua alimentação é a base
de larvas de insetos, crustáceos, moluscos e pequenos
peixes.
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Pirarara
Phractocephalus meiliopterus
Um dos grandes
bagres da Amazônia, podendo alcançar cerca de 1,5 m
de comprimento. Alimenta-se de peixes e tem uma velocidade
de crescimento espantosa. Suas cores variadas vivas
fizeram com que o os índios os chamassem de peixe arara(pira
= peixe).
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Pintado
Pseudoplatystoma sp
Este magnífico peixe de couro é um
dos gigantes dos rios da Amazônia, alcançando 1,50 m
de comprimento. Sua pesca é controla pelo IBAMA devido
ao abuso cometido por pescadores inconseqüentes ou desavisados,
o que põem em risco a sobrevivência dessa espécie.
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Peixes Ornametais
Os peixes são provavelmente os animais
que apresentam a maior variedade de forma de corpo e
coloridos dos vertebrados. Isto se deve ao fato de viverem
nos mais diferentes ambientes aquáticos do mundo. Alias,
essa variação de habitas deve ser levada em consideração
quando da montagem de um aquário comunitário, entre
em contato com um aquariofilista ou leia um bom livro
sobre aquários, e você perceberá que não e difícil manter
peixes e plantas saudáveis e bonitos.
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Kingio
Carassus Auratus
Este vem
sendo criado pro japoneses e chineses a cerca de 1000
anos, a sua forma selvagem tem nadadeiras curta e cor
verde olivacea, mas cruzamentos planejados vem desenvolvendo
diferentes cores , nadadeiras, formas de olho e corpo.
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Tartaruga Verde
Chelonia Mydas
Vivem no mar. São carnívoras até um
ano de idade e depois tornam-se herbívoras. Reproduzem-se
no mar e põem os ovos na praia, à noite, quando a temperatura
do ar e da água já não representa perigo. A eclosão
acontece de 49 a 54 dias depois, conforme a temperatura
da areia e da umidade para hidratação durante a fase.
Os filhotes emergem da areia procurando rapidamente
o mar.
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Anêmona-do-Mar
Classe Antozoa
Vivem fixas em alguma superfície, podendo
rastejar lentamente ou enterrar-se com seu pé discoidal.
Cobertas pela água, distendem completamente o corpo
e o disco oral. Expostas na maré vazante, se retraem.
Pode ser macho ou fêmea, hermafroditas ou reproduzir-se
por fissão. Respiram a partir de uma corrente de água
constante que percorre seu corpo. Comem invertebrados
e peixes, que paralisam graças aos nematocistos e levam
até a boca com tentáculos, que também eliminam os restos
não-digeridos. Por outro lado, servem de alimento para
peixes, caranguejos, crustáceos, moluscos, estrela-do-mar
e tartarugas.
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Estrela-do-Mar
Classe Asteroidea
Este magnífico
peixe de couro é um dos gigantes dos rios da Amazônia,
alcançando 1,50 m de comprimento. Sua pesca é controla
pelo IBAMA devido ao abuso cometido por pescadores inconseqüentes
ou desavisados, o que põem em risco a sobrevivência
dessa espécie.
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Baiacu de Espinho
Diodon hystrix
Habitantes das águas de Massachussets (EUA) a São Paulo
(Brasil). Preferem os fundos rochosos ou de coral. Escondem-se
durante o dia em frestas e tocas e têm hábitos noturnos.
Alimentam-se de crustáceos, gastrópodes e ouriços. Reproduzem-se
durante todo o ano, a fêmea é perseguida pó vários machos
e empurrada para a superfície onde libera os óvulos
para fecundação. Os ovos são pelágicos e flutuantes.
Quando tocados, os baiacus inflam e os espinhos distendem-se
ficando ponteagudos.
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Moréia
Família muraenidae
Vivem entre as rochas da região litorânea
ou em recifes, mas algumas espécies são encontradas
em águas fundas sobre a areia. Durante o dia escondem-se
em buracos e fendas ou entre a vegetação marinha e saem
à noite para comer. Territorialistas e agressivas, quando
molestadas, estão prontas para morder. Alimentam-se
de peixes, polvos, e atacam vorazmente invertebrados
bentônicos. São comuns peixes com 1 m , mas podem chegar
a 3,5 m.
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Pacu
Família Caracidae
Habitam os rios dos estados do Mato Grosso, Mato Grosso
do sul e Paraná, do Paraguai e da Prata. Peixes de corpo
ovolado e estreito. Onívoros, com tendência a herbívoros,
sua alimentação é rica em carboidratos, pois comem frutas
e vegetais das margens dos rios. Ao 5 anos, chegam à
fase reprodutiva, quando, no mês de setembro, passam
a ser carnívoros, alimentando-se de pequenos crustáceos,
insetos e peixes mortos, pois precisam de proteínas
para os gônadas, seus órgãos reprodutores.
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Tubarão-Lixa
Gynglymostoma cirratum
Habitantes
dos mares tropicais e subtropicais das costas americanas,
do Atlântico da Carolina do Sul do Estado de são Paulo.
São peixes de esqueleto cartilaginoso, com escamas especiais
que lhe dão o nome de lixa. Atingem 4,5m de comprimento
e diferem dos outros cações por um barbilhão carnoso
curto na margem de casa abertura nasal. Têm hábitos
sedentários, sendo encontrados imóveis sobre fundos
arenosos de águas rasas. Apesar de não serem agressivos,
não devem ser perturbados, pois sua pele é muito áspera
e seus milhares de pequenos dentes fazem bastante estrago.
Alimentam-se de crustáceos, ouriços, lulas e peixes
pequenos. A série de dentes é trocada a cada a cada
28 dias, dependendo da temperatura da água (nas regiões
mais frias ocorre a cada 50 dias). Os machos tem uma
nadadeira modificada chamada clásper, com função de
fecundar internamente a fêmea - tipo de fecundação rara
nos peixes em geral. A fêmea chega a reproduzir de cada
vez, 20 filhotes que nascem com menos de 30 cm. Os jovens
apresentam machas negras espalhadas pelo corpo, que
desaparecem com o crescimento.
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Lagosta
Palinurus sp
Vivem nas água do litoral do Brasil até Santa Catarina
e são habitantes das fendas de rochas e corais. Ficam
à entrada de sua toca, A espera de estímulos o para
capturar seu alimento. Carnívoras, agarram qualquer
presa que passe a seu alcance ou saem para captura-la,
a fêmea cola seus ovos aos pés abdominais, para protege-los
até que atinjam uma fase larval mais evoluída.atingem
50cm de carapaça. Devido ao excelente sabor de sua carne,
A lagosta é pescado em larga escala no litoral dos estados
do Nordeste.
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