Área Insular

A Área Insular de Santos tem 39,4 quilômetros quadrados, e sete canais principais que drenam e entrecortam a área da Cidade voltada para a baía de Santos. Exceto o canal 7, os demais canais foram projetados no início do século XX, pelo engenheiro Saturnino de Brito, formando o Projeto de saneamento. Em 1907 foram inaugurados os primeiros canais para drenagem dos terrenos alagados, próximos ao centro da Cidade. A abertura dos canais de mar a mar evitava a estagnação das águas, diminuindo o surgimento de epidemias. Os canais subdividem alguns bairros da orla marítima.


Ponta da Praia
O bairro da Ponta da Praia foi inaugurado oficialmente em 29 de junho de 1967, data que também homenageia o Dia de São Pedro, o apóstolo pescador. A área ocupada pelo bairro era formada antigamente por chácaras mantidas, em sua maioria, por imigrantes japoneses.
Conhecido por suas belezas naturais, seu nome faz referência a sua localização, em um dos extremos da Ilha de São Vicente, onde termina a faixa de areia.
As atrações do bairro são: o Museu de Pesca, datado de 1908, onde antes havia sido construído um forte; o Aquário Municipal, inaugurado em
1945; o Museu do Mar; e o recém-construído Deck do Pescador. O local se caracteriza pela atividade pesqueira, com o Mercado e a Rua do Peixe.
Na Ponta da Praia também estão instalados quatro tradicionais clubes de regatas e o Ginásio de Esportes Antônio Guenaga.
As escolas municipais que funcionam no bairro são: a Emef Profª. Maria Luiza Alonso Silva, a Emef Pedro II, a Emei Profª. Iveta Mesquita Nogueira, a Emei Dr. Porchat de Assis e a Emee Profª. Maria Carmelita Proost Villaça.
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Aparecida

O Aparecida foi fundado oficialmente em 14 de maio de 1968, depois do desmembramento do Macuco, no mesmo ano. É considerado o bairro mais populoso de Santos, pois nele habitam cerca de 37 mil pessoas. Seu nome homenageia a Igreja Nossa Senhora da Aparecida, que localiza-se na Avenida Afonso Pena.
Dentre as atrações do local estão a Fonte do Sapo, na orla da praia, a Praça da Aparecida e o Praiamar Shopping. Lá também se situa um dos conjuntos habitacionais mais conhecidos da Cidade, o BNH, cujo nome verdadeiro é Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, onde

residem mais de 15 mil moradores.
No Aparecida está localizada a Emef Lourdes Ortiz.
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Embaré
O tradicional bairro do Embaré foi fundado oficialmente em 16 de setembro de 1876. Nele existiam as maiores chácaras da Cidade. A origem do nome está ligada a uma capela erguida por Antônio Ferreira da Silva Júnior, o Visconde do Embaré, em 19 de outubro de 1875. Ele foi o primeiro morador da região e o fundador da Associação Comercial de Santos, em 1870. Na chácara onde morava, em frente à praia, construiu a Capela de Santo Antônio do Embaré. O espaço religioso passou por transformações e ganhou a forma atual em estilo neogótico, por volta de 1930, quando tornou-se a Basílica de Santo
Antônio do Embaré.
Com cerca de 36 mil habitantes (IBGE/2000), o Embaré conta com as seguintes unidades educacionais municipais: Emef Prof. Florestan Fernandes, Emef Cidade de Santos e Emei Olívia Fernandes.
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Estuário
O bairro Estuário recebeu esse nome pelo fato de estender-se pela faixa portuária, e foi criado pelo Plano Diretor Físico.
Sua localização é entre os bairros do Macuco e da Ponta da Praia, limitado pelas avenidas Portuária (atual Mário Covas) e Afonso Pena.
Com uma população de cerca de seis mil habitantes, o Estuário possui uma policlínica e duas unidades educacionais municipais: a Emef Auxiliadora da Instrução e a Emei Elsa Virtuoso.

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Boqueirão
O Boqueirão foi fundado oficialmente em 25 de outubro de 1960. Por volta de 1840, o bairro começou a ser ocupado por chácaras e já era bem conhecido dos santistas que para irem até a praia, tinham que atravessar o Caminho Velho da Barra (atuais ruas Brás Cubas, Luís de Camões e Oswaldo Cruz) até chegar ao “boqueirão”, uma grande passagem que abria caminho para o mar.
Sua formação foi a partir de quatro grandes chácaras, onde a mais importante delas, a de Júlio Conceição, depois conhecida como Parque Indígena, tinha uma grande variedade de animais e aves, e era muito
visitada por crianças da região.
Os principais pontos de referência do local são: a Pinacoteca Benedito Calixto e o Super Centro Comercial Boqueirão, com 205 lojas, inaugurado em 1965 e que foi o primeiro shopping center construído na América Latina.
No Boqueirão funcionam os seguintes estabelecimentos municipais de ensino: a Emei Dr. Derosse José de Oliveira e a Emef Prof. Antônio Demóstenes de Souza Britto.
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Encruzilhada
O bairro da Encruzilhada foi criado oficialmente em 1.º de setembro de 1968, pelo Plano Diretor Físico. Com cerca de 16 mil habitantes (censo do IBGE de 2000), surgiu a partir do cruzamento da Av. Conselheiro Nébias com a Rua Luiz de Camões, onde se localiza a Praça Almirante Tamandaré.
O local era conhecido pela grande quantidade de chalés, mansões e palacetes. Alguns ainda existem e são sedes de importantes instituições como a Gota de Leite e a Capitania dos Portos, cujos prédios foram erguidos na primeira metade do século XX; além do
Educandário Anália Franco e do Fundo Social de Solidariedade de Santos.
Uma das grandes melhorias do bairro foi a abertura da Rua Senador Feijó, pela Prefeitura, em 30 de dezembro de 1999.
O Encruzilhada conta com a escola municipal Emef Gota de Leite.
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Macuco
O Macuco recebeu esse nome em homenagem à família Macuco possuidora de quase todas as terras onde se formou o bairro. O nome original da família era Sacramento, e ficou conhecida por Macuco, porque Francisco Manoel Sacramento tinha o hobby de caça do pássaro “macuco”.
Até os anos 50, era considerado o bairro mais habitado de Santos, com cerca de um terço de toda a população. Para se ter uma idéia da
grandeza do Macuco, ele se estendia do Entreposto de Pesca da Ponta da Praia, até o Mercado Municipal.

Hoje, possui cerca de 12.000 pessoas, ou seja, 3% do total de habitantes da Cidade, e seu tamanho foi reduzido, ficando do perímetro que compreende as avenidas Pedro Lessa, Siqueira Campos, Rodrigues Alves e as ruas João Alfredo, Xavier Pinheiro e Campos Melo.
O bairro tem como principal característica os chalés construídos na década de 30, e também os pátios de contêineres, que existem em razão da proximidade do Porto.
Nele encontram-se
duas unidades educacionais municipais: a Emei Antônio de Oliveira Passos Sobrinho e a Creche Casa da Criança.

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Gonzaga
O bairro do Gonzaga foi fundado oficialmente em 21 de junho de 1889. Recebeu esse nome em homenagem ao bar pertencente a Luiz Antônio Gonzaga, instalado na avenida da praia, onde hoje está localizado o casarão da Caixa Econômica Federal, na esquina da atual Rua Marcílio Dias, e que até 1888 era residência de Antônio.
O “Ponto do Gonzaga” foi um dos principais estabelecimentos comerciais da época, naquela área. O local era estratégico e ficava em frente ao ponto final dos bondes, onde embarcavam e desembarcavam, diariamente, muitos passageiros.
Atualmente, a população do bairro é superior a 25 mil habitantes. Dentre as atrações do local estão: a histórica Praça Independência, criada em 1917 e a Praça das Bandeiras.
No Gonzaga funcionam os seguintes estabelecimentos municipais de ensino: Emef Edméa Ladevig, Emei Leonor Mendes de Barros e Creche Lydia Federici.

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Pompéia

O bairro da Pompéia foi oficializado em 25 de novembro de 1998.
Embora o nome fosse uma antiga referência, por causa da Igreja Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, antes disso a área que se estende no quadrilátero dos canais 1 e 2, avenidas da praia e Francisco Glicério, fazia parte do bairro do José Menino. Só em 1998, com a elaboração do novo Plano Diretor, houve o desmembramento e sua oficialização.
No seu perímetro (divisa com o Gonzaga, José Menino e Campo Grande) situam-se prédios e instituições importantes para o dia-a-dia dos santistas.
 
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José Menino
O bairro do José Menino foi fundado oficialmente em 17 de janeiro de 1960. Seu nome vem do apelido dado ao cidadão José Honório Bueno (1766 – 1854), o “José Menino”, por causa de sua aparência franzina.
O lavrador, descendente do bandeirante Amador Bueno da Ribeira, era proprietário de uma grande área (um sítio que produzia farinha, arroz e feijão) situada entre a divisa com São Vicente e o canal 2. Após sua morte, as terras foram leiloadas e o novo dono as loteou, vendendo os terrenos a diversas pessoas.
No bairro estão instalados: o Orquidário Municipal, com 22 mil metros
quadrados de área verde; e o Emissário Submarino (desde 1978).
Os limites do José Menino são os bairros da Pompéia, Marapé, Morro e São Vicente.
A Prefeitura mantém no local a Emef Irmão José Genésio, no Morro do José Menino.

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Campo Grande
O bairro do Boqueirão foi fundado oficialmente em 25 de outubro de 1960. Por volta de 1840, o bairro começou a ser ocupado por chácaras e já era bem conhecido dos santistas que para irem até a praia, tinham que atravessar o Caminho Velho da Barra (atuais ruas Brás Cubas, Luís de Camões e Oswaldo Cruz) até chegar ao “boqueirão”, uma grande passagem que abria caminho para o mar.
O Boqueirão se formou a partir de quatro grandes chácaras. A mais importante delas, a de Júlio Conceição, depois conhecida como Parque Indígena, tinha uma grande variedade de animais e aves e era muito
visitada por crianças que moravam no bairro.
Os principais pontos de referência do local são: a Pinacoteca Benedicto Calixto e o Super Centro Comercial Boqueirão, com 205 lojas, inaugurado em 1965 e que também foi o primeiro shopping center construído na América Latina.
No Boqueirão funcionam os seguintes estabelecimentos municipais de ensino: Emei Dr. Derosse José de Oliveira, Emef Prof. Antônio Demóstenes de Souza Britto.

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Vila Belmiro
A Vila Belmiro comemora a sua data de fundação oficial em 14 de fevereiro de 1910.
É considerada a vila mais famosa do mundo por causa do Estádio Urbano Caldeira, do Santos Futebol Clube, que revelou ao mundo o Rei Pelé, o Atleta do Século.
O bairro, com cerca de 10 mil habitantes, recebe esse nome em homenagem a Belmiro Ribeiro de Moraes e Silva, que se destacou na vida política, social e econômica de Santos. Ele foi o responsável pelo loteamento da Vila Operária, que passou a se chamar Vila Belmiro.

O bairro está situado no quadrilátero das avenidas Ana Costa, Pinheiro Machado, ruas Carvalho de Mendonça e Joaquim Távora.
Na Vila Belmiro está localizada a Emef Profª. Emília Maria Reis.
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Marapé
O bairro do Marapé comemora a sua data de fundação oficial em 13 de junho de 1954. O nome foi dado pelos índios que chamavam o bairro de Perabé, que significa “Caminho do Mar”. Numa mistura de tupi-guarani com português, passou de Perabé a Marapé. O bairro tem mais de 21 mil habitantes e é rico em tradições como: o Bonde 37, os times de futebol de várzea e o bloco carnavalesco Dengosas do Marapé.
No Marapé está localizado o maior cemitério vertical do mundo: a Memorial Necrópole Ecumênica, que faz parte do Guiness Book , o Livro dos Recordes.
No bairro estão instaladas quatro escolas municipais: as Emeis José da Costa Barbosa e Alcides Lobo Viana.
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Jabaquara
Considerado um dos bairros mais tranqüilos para se viver da Zona Leste da Cidade, o Jabaquara reúne residências, comércio e empresas (principalmente de transporte). O local ficou conhecido por ter abrigado o maior quilombo do país, nas terras do abolicionista Quintino de Lacerda, um ex-escravo que obteve a carta de alforria de seu senhor. O local passou a ser um dos símbolos da liberdade, principal centro abolicionista da Cidade.
Do Jabaquara, refúgio dos escravos pouco restou. Cantado pelos poetas como Vicente de Carvalho e Castro Alves por representar a sonhada
liberdade dos negros, o bairro hoje é sinônimo de desenvolvimento, abrigando um dos maiores hospitais do País, a Santa Casa de Misericórdia de Santos, o Estádio Ulrico Mursa da Portuguesa Santista, e o Centro de Treinamento do Santos Futebol Clube, além de uma unidade de ensino municipal : Creche Candinha Ribeiro de Mendonça.
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Vila Mathias
O bairro da Vila Mathias comemora a sua data de fundação em 14 de abril de 1889, quando foram inauguradas as novas linhas de bondes que ligavam a Vila à Barraca (hoje bairro do Gonzaga).
O nome do bairro homenageia Mathias Casimiro Alberto Costa, um português radicado em Santos, que possuía muitos terrenos, sendo que vários deles foram doados à Prefeitura para a abertura de ruas. Foi diretor- presidente da Empresa de Bondes da Vila Mathias. No dia 1.º de julho de 1887, quando o sistema de iluminação da região era mantido, no por energia elétrica, mas à base de gás, Mathias Costa inaugurou o
serviço de bondes, puxados a burros, do Centro à Vila Mathias, no início da Avenida Ana Costa, cujo nome homenageia a sua esposa. Morreu em 8 de maio de 1889, assassinado com um tiro na testa, por causa de uma discussão por posse de terra.
Até as décadas de 60 e 70 o bairro era considerado residencial. Atualmente tem um número de habitantes que não ultrapassa 15 mil pessoas e é caracterizado pelo intenso comércio. O setor educacional conta com três instituições universitárias de ensino. Lá se localiza o Centro de Cultura Patrícia Galvão que abriga o Teatro Municipal Brás Cubas.
A Vila Mathias fica numa área central e tem seus limites nas ruas Joaquim Távora, Xavier Pinheiro e Manoel Tourinho; avenidas Rangel Pestana e Campos Salles; trechos das avenidas Bernardino de Campos, Waldemar Leão e Cláudio Luís da Costa. A Prefeitura mantém no bairro a Emei Eunice Caldas.
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Vila Nova
No início do século XX as famílias abastadas que começaram a sair da velha área (Centro) já muito populosa, foram se concentrando nesse novo local, entre o Paquetá e a Avenida Campos Sales. O bairro é vizinho ao Paquetá e está localizado entre as avenidas Conselheiro Nébias, Rangel Pestana e Senador Feijó, finalizando na Rua Xavier da Silveira. No local funcionam as seguintes escolas municipais: Emef Prof. Avelino da Paz Vieira e Emefep Acácio de Paula Leite Sampaio.
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Centro
O bairro do Centro foi o primeiro da cidade, e tem como data de início de ocupação a mesma do início da povoação de Santos, em 1546, quando terminava a construção do Outeiro de Santa Catarina.
Muitos santistas se referem à área como “Cidade”, costume originado durante o desenvolvimento do Município que, até a metade do século XX, concentrava a maior parte da população.
Hoje, com quase um mil habitantes, o Centro é caracterizado pelo comércio, atividades portuárias, financeiras e turísticas, pois possui alguns dos principais pontos turísticos do município: Outeiro de Santa
Catarina, Bolsa Oficial de Café, Palácio José Bonifácio (que abriga atualmente a Prefeitura), Teatro Coliseu, entre outros.
Em setembro de 2000 foi inaugurada a linha do Bonde Turístico, cujo ponto de partida é a Praça Mauá, sendo utilizado um dos poucos veículos remanescentes, construído na década de 20.
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Paquetá
O bairro Paquetá, cujo significado em tupi-guarani é “lugar de atoleiro forte”, tem esse nome em razão do pântano que existia na região e onde hoje está localizado o Mercado Municipal.
Um dos bairros mais antigos da Cidade, e também o mais oriental, era o local onde residia parte da elite santista do século XIX.
Com população de cerca de 1. 300 pessoas, o Paquetá tem como principal referência o Cemitério do Paquetá, que foi construído em 1854.
No bairro funciona a Emei Profª. Maria Helena Roxo.
 
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Valongo
O bairro Valongo deve seu nome à redução da denominação original da Rua Antônio Prado – que passa pelos armazéns portuários - e era conhecido como o caminho que vai ao longo (va al longo – Valongo).
Esse bairro antigo celebrizou-se na história da cidade, durante o século XIX, pelas agitações surgidas, a pretexto da rivalidade políticas, econômicas e sociais. Também foi cenário constante das grandes regatas intermunicipais, que atraíam multidões e punham a cidade em festas.
No Valongo encontra-se no Largo Marquês de Monte Alegre, um
importante conjunto arquitetônico e histórico formado pelo Santuário de Santo Antônio, pelo prédio da Estação Ferroviária Santos/Jundiaí (antiga São Paulo Railway) e pelas ruínas do Casarão que abrigou a antiga Prefeitura de Santos. Existe ainda, uma policlínica e uma unidade educacional municipal: Emef Prof. Mário de Almeida Alcântara.
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Saboó
O bairro Saboó, cujo nome é de origem indígena e significa pouca vegetação, foi dado por causa do morro ali situado e que tem uma vegetação realmente rala.
Era considerada antigamente a entrada da Cidade, que hoje foi recuada e avançada para o Chico de Paula.
Com população de quase 12 mil habitantes, concentra o núcleo habitacional Athié Jorge Cury, considerado um dos maiores conjuntos da Baixada Santista.
O Saboó tem como principal referência o Cemitério da Filosofia. Nele

encontram-se ainda, três unidades educacionais municipais: Emei Maria Patrícia, Emei Dr. Nelson de Toledo Piza e Emef Vinte e Oito de Fevereiro.
A Administração Municipal está construindo mais uma creche no bairro Saboó, mais precisamente na Vila Pantanal, com capacidade para atender a 200 crianças de zero a três anos.
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Chico de Paula
O bairro Chico de Paula recebeu esse nome em homenagem ao cidadão Francisco de Paula Alves da Cunha (o Chico de Paula), que nasceu e morreu neste bairro, onde tinha um Engenho de Aguardente, plantações de cana-de-açúcar e algumas criações. Além disso, mantinha uma oficina de consertos de carroças.
Vereador da cidade no século XIX foi também engenheiro e trabalhava como projetista do cais corrido, na Codesp.
O bairro tem cerca de 3.530 habitantes e possui um pequeno comércio que supre as necessidades da população. O Chico de Paula
é parte
residencial e a outra parte concentra um núcleo de transportadoras. O bairro conta com a seguinte unidade educacional municipal: Creche Hilda Rabaça.
A Administração Municipal irá construir no bairro Chico de Paula, na Rua Particular Ana Santos, uma Escola de Ensino Fundamental (Emef), com capacidade para atender a 1.200 alunos; e uma de Educação Infantil (Emei) com capacidade para atender a 300 crianças.
A obra, com 3.317,50 metros quadrados de área construída ficará a cargo da empresa Girata, vencedora da concorrência pública.
Serão quatro edificações unidas por um pátio coberto: uma para a emef, com 20 salas de aulas distribuídas em dois pavimentos interligados por rampas de acesso; uma para a emei, no térreo, com 215 metros quadrados; um bloco administrativo; e um prédio para sala de informática.
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Vila São Jorge
Considerado o segundo menor bairro da Zona Noroeste, a Vila São Jorge é uma região marcada por fatos antigos e históricos, e sua data de criação é no dia 14 de junho de 1954.
Apesar de ter o mesmo nome de um santo católico, sua denominação deve-se ao Rio São Jorge que corta a região, e ao Engenho de São Jorge dos Éramos, construído em 1533 – o terceiro de cana-de-açúcar do País e considerado o berço da primeira sociedade anônima brasileira, uma iniciativa do colonizador Martim Afonso de Souza. No século XVII, o
Engenho foi atingido por um incêndio, mas as ruínas permanecem até
hoje, junto à subida do Morro da Nova Cintra.
O símbolo do bairro é o Conjunto Residencial Parque do Engenho, conhecido popularmente como dos Estivadores (onde vivem aproximadamente quatro mil pessoas, 36% da população do bairro, que é de 11 mil) é o símbolo desse bairro.
Outra marca da Vila São Jorge é o constante desenvolvimento. O bairro possui uma policlínica, um posto policial, um posto dos correios e uma unidade municipal de ensino: Emef Dr. Fernando Costa.
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Caneleira
O bairro Caneleira recebeu esse nome em função do grande número de árvores que produziam canela, no local, até a metade do século XX.
O nome popular foi oficializado e, em 1955 começou o processo de loteamento da área pertencente até então a José Carlos Assunção e aos herdeiros de Francisco Gomes Peres.
Com população de aproximadamente 2.800 habitantes, incluindo os moradores da Caneleira Três, Caminho São Jorge e Vila Tetéu, ocupando os 459 mil m² que compreendem a Caneleira, o bairro é
tipicamente composto por casas.
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Jardim Bom Retiro
O bairro Jardim Bom Retiro recebeu esse nome em homenagem ao Sítio Bom Retiro que loteou a maior parte do bairro e cujo proprietário era Jorge Avelino, suplente de vereador e fabricante de cal “de sambaqui”, com extrações na redondeza e no Cubatão.
O Jardim Bom Retiro possui uma população de quase quatro mil habitantes e tem como principal referência o Jardim Botânico Chico Mendes.
Tipicamente residencial conta com um comércio variado para atender a população local, além de uma policlínica e uma unidade educacional
municipal: Emei General Clóvis Bandeira Brasil.
No região do Jardim Bom Retiro, no Morro do Ilhéu Baixo, na Rua Alderico M. Soares com a Rua Prof. Francisco G. da Silva, a Administração Municipal irá construir uma Escola de Ensino Fundamental (Emef) para atender a 1.300 alunos.
A edificação terá três pavimentos, numa área total de 2.705 metros quadrados, com rampas de acesso e elevador para deficientes físicos.
As escolas terão ainda, bibliotecas, sala ambiente, sanitários, cozinha, refeitório, auditório, playground, quadra poliesportiva etc.
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Jardim Santa Maria
O bairro Jardim Santa Maria recebeu esse nome por causa de Dona Maria Francisca da Costa, proprietária do ‘Sítio Santa Maria’. O nome do bairro foi dado por seu marido e também homenageia “Nossa Senhora”.
Nos anos 40 o bairro começou a ser habitado. Por ser uma área de mangue, muitos falavam em tom de piada, que não eram caranguejos para morar no local.
Quem afirmava isso, com certeza hoje se arrepende, pois a área obteve uma grande valorização.
Com cerca de seis mil habitantes, o Jardim Santa Maria possui duas
unidades educacionais municipais: Emei Luiz Carlos Prestes e Emef Prof. Waldery de Almeida. 
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Areia Branca
O bairro Areia Branca foi inaugurado oficialmente em 11 de setembro de 1968 e criado pelo Plano Diretor Físico. Formado indiscriminadamente, só depois de habitado é que começou a ser montada a infra-estrutura; com serviços de saneamento, rede elétrica, de água e esgoto, como o que ocorreu na maioria dos bairros da Zona Noroeste.
Recebeu esse nome em razão da cor da areia que existe naquela área, seguindo o exemplo do cemitério que tem o mesmo nome e que foi inaugurado 15 anos antes, em 4 de setembro de 1953.
A população começou a chegar na década de 40, com a ajuda das

autoridades que transferiram para lá os moradores da Alemoa (que perderam as casas por causa da construção da Via Anchieta) e centenas de desabrigados com a queda de morros.
Com cerca de 7,4 mil habitantes, conforme dados do IBGE de 1996, o bairro Areia Branca é tipicamente residencial. Essa população se mantém estável, já que não houve um processo de verticalização naquela área.
O bairro conta com uma policlínica e duas unidades educacionais municipais: Creche Prof. José de Sá Porto e Emei Dr. Samuel Augusto Leão de Moura.
A Administração Municipal está construindo mais uma creche no bairro Areia Branca, com capacidade para atender a 200 crianças na faixa etária de zero a três anos.
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Jardim Castelo
O bairro Jardim Castelo recebeu esse nome em razão do grande núcleo habitacional da Cohab, que se chama “Conjunto Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco”. A construção desse núcleo habitacional foi na década de 60.
O Jardim Castelo se tornou um bairro, a partir da divisão do Jardim Rádio Clube. Sua localização é no quadrilátero das Avenidas Hugo Maia, Jovino de Mello, Álvaro Guimarães e Francisco Di Domenico, onde residem cerca de 12 mil habitantes.

Os principais pontos de referência do bairro são: o Hospital Arthur
Domingues Pinto e o Conjunto Habitacional Dale Coutinho, um dos mais populosos da cidade, e onde está localizado o Ginásio Poliesportivo. O bairro conta com as seguintes unidades educacionais municipais: Creche Yara Nascimento Santini, Emei Prof. Cely de Moura Negrini e Emef Padre Leonardo Nunes.
A Administração Municipal irá construir mais uma creche no Jardim Castelo, com capacidade para atender a 200 crianças.
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Jardim Rádio Clube
O bairro Jardim Rádio Clube recebe esse nome em função da torre-antena da Rádio Clube de Santos que foi a primeira emissora da Cidade.
Criado sobre terrenos e acrescidos, é um dos mais novos bairros de Santos, uma vez que sua ocupação foi iniciada entre 1950 e 1960.
Com população de aproximadamente 19.350 habitantes, o Jardim Rádio Clube possui um pequeno comércio, que supre as necessidades do bairro, além de uma policlínica e três unidades educacionais municipais: Emef Pedro Crescenti, Emei João Ignácio de Souza e Creche Hilda D’Onófrio Papa
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A Administração Municipal está construindo mais uma creche no Rádio Clube, com capacidade para atender a 200 crianças, na faixa etária de zero a três anos.
 
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Jardim São Manoel
O bairro Jardim São Manoel recebeu esse nome em homenagem a Manoel de Souza Varella, pai dos irmãos Varella, empreendedores portugueses no ramo imobiliário.
Seu surgimento aconteceu no final da década de 50, quando foi feita a terraplanagem da área. Daí então, começaram a ser vendidos os lotes.
Sua localização é entre a linha da estrada de ferro Santos/Jundiaí, a Via Anchieta e o Rio Casqueiro, fazendo divisa com Cubatão. Sua área é de 75 hectares, o equivalente a 750 mil m².

Com aproximadamente 3.500 habitantes, o Jardim São Manoel que é um
dos bairros mais afastados da Zona Noroeste, conta com uma policlínica e uma unidade educacional municipal: Emef Dr. José Carlos de Azevedo Jr..
A Administração Municipal irá construir uma creche no Jardim São Manoel, com capacidade para atender a 200 crianças.

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Jardim Piratininga
Criado no final da década de 60, o Jardim Piratininga contava com cerca de 90 casas erguidas pela Construtora Vetor S.A., espremido entre a Alemoa, a Via Anchieta e Cubatão, por essa razão o bairro não tinha muito para crescer.
Nos anos 70, depois que o Banco Nacional de Habitação - BNH assumiu o projeto em andamento e ergueu mais 160 moradias, o número de residências passou para 256 casas geminadas, que ao longo do tempo foram reformadas e ampliadas, mudando completamente suas características originais.
A população do bairro, por conta disso, ganhou tranqüilidade e amizade, uma vez que é uma das menores de Santos, com cerca de 1.300 habitantes, sendo que a maioria dos moradores está desde a sua criação e todos se conhecem, como uma pequena cidade do interior.
Apesar de não possuir muito comércio, apenas bares e uma padaria-supermercado-açougue, o Jardim Piratininga fica a cinco minutos do Centro, e dispõe de uma linha de transporte coletivo. O bairro conta também com uma unidade de ensino municipal : Emef Dr. José da Costa e Silva Sobrinho.
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Alemoa
O bairro foi inaugurado oficialmente em 4 de agosto de 1856, e é chamado Alemoa, mas alguns moradores preferem a designação de Alamoa.
Recebeu esse nome em homenagem a Maria Margarida Künen, que era proprietária de um sítio da área e que, de forma errada, era chamada pelos vizinhos de Alamoa, ao invés Alemã, sua nacionalidade.
No início do século XX, a área não passava de um extenso manguezal e hoje ocupa um lugar de destaque no desenvolvimento da Cidade. É conhecida mais pelo seu lado industrial, onde se transformou em um
enorme pátio de contêineres, servindo ao mesmo tempo de um elo de ligação da Cidade com o porto e o retro-porto, do que residencial.
O bairro faz parte da Zona Noroeste, onde os moradores vivem nas proximidades da Vila Anchieta e da Avenida Nossa Senhora de Fátima, com a tranqüilidade de cidades no interior.
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Morro São Bento
O Morro do São Bento desde o início da Cidade, em 1532/1533, era chamado de ‘Morro do Desterro’ ou ‘de Nossa Senhora do Desterro’, nome do sítio que fora doado ao primeiro povoador do bairro, mestre Bartolomeu Fernandes Pacheco (Gonçalves), ferreiro de Martim Afonso.
Os filhos de Bartolomeu venderam toda a sua propriedade, após a sua morte, e a parte central foi doada aos frades de São Bento, quando eles chegaram a Santos, em 1650.
Desde então, um dos morros mais habitados da Cidade, recebeu o nome de São Bento, em razão do Mosteiro de São Bento, construído em
1650,
pelos frades.
Formado por colônias portuguesas, espanholas e italianas, atualmente o local conta com cerca de nove mil habitantes, e abriga também as instalações do Museu de Arte Sacra, e as unidades educacionais municipais Emei Profª Magali Alonso e Emef Therezinha de Jesus Siqueira Pimentel.
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Morro Nova Cintra
O bairro Morro da Nova Cintra recebeu esse nome em homenagem à cidade de Sintra, em Portugal, devido à semelhança da topografia dos dois locais.
Com população de aproximadamente 7 mil pessoas, a Nova Cintra é uma referência entre os morros da cidade, já que nele existe uma grande concentração de comércio variado que atende a todos os demais. Um dos principais pontos turísticos e de lazer do município, localizado no morro é a Lagoa da Saudade, que foi reurbanizado recentemente e recebeu toneladas de carpas para pesca gratuita e a instalação de
‘decks’. Além disso, existe uma policlínica e uma unidade educacional municipal: Emei Dr. Cyro de Athaíde Carneiro.
No Morro da Nova Cintra, na Lagoa da Saudade, a Administração Municipal inaugurou uma creche com 545 metros quadrados de área construída, com capacidade para atender a 200 crianças.
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Monte Serrat
O Morro Monte Serrat recebeu esse nome em função da construção da Capela Nossa Senhora do Monte Serrat em 1604, pelo então governador de São Paulo, Dom Francisco de Souza, devoto da Santa.
No princípio do século XX, em 1927, construíram no alto deste morro, um grande edifício, com terraços superiores, mirante, e um cassino de jogos e diversões. O cassino funcionou até 1946, quando o então Presidente do Brasil, Eurico Gaspar Dutra, proibiu a jogatina, e a exemplo de vários cassinos, houve a interdição do local.
Nossa Senhora do Monte Serrat sempre foi considerada padroeira de
Santos, até mesmo antes de ser oficializado o seu culto para o dia 8 de setembro.
Monte Serrat possui uma população de quase 1.700 habitantes e é tipicamente residencial. É um dos pontos mais altos da cidade, com 147 metros de acima do nível do mar, e ainda é considerado Cartão Postal de Santos. Conta com um bondinho de acesso, em sistema funicular, inaugurado em 1923 e uma escadaria com 415 degraus
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Morro do Pacheco
O Morro do Pacheco recebeu esse nome em homenagem ao seu primeiro morador, pelo menos o mais antigo de que se tem notícia, o português açoriano Fernandes Pacheco, que vivia numa casa da antiga chácara “Boa Vista”, em meados de 1800.
No início do século XX, começou a ser ocupado por portugueses e espanhóis que ergueram as primeiras moradias. Aos poucos, os nordestinos (principalmente os originários do Piauí) se espalharam nas encostas, e hoje constituem a grande maioria.
Localizado no início da Cidade, sua população é superior a 1,7 mil
pessoas, espalhadas em 183 casas erguidas, sendo considerado um dos morros mais habitados em proporção ao seu tamanho.
Como curiosidade, o morro tem uma divisão geométrica clara: à direita de quem sobe, moram os pachequenses tradicionais, ou seja, filhos das primeiras famílias que ali chegaram. E à esquerda residem os que vieram nos últimos anos.
Visto de baixo, lembra uma pirâmide invertida, começando afunilado e alargando em sua subida. Já do alto, a visão é privilegiada, tendo como paisagem a Ilha Barnabé, o Estuário e o Centro.
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Morro da Penha
O bairro Morro da Penha recebeu esse nome dos seus primeiros moradores, devido uma imensa superfície rochosa que dificultava a escalada e a passagem dos caminhos, e que era conhecida como penhasco ou simplesmente penha. Em 1810, também existiu o ‘Sítio da Penha’ que ajudou na denominação desse bairro.
Com uma população estimada em 2,5 mil pessoas, o bairro é tipicamente residencial. No Morro da Penha está situado o Largo da Caveira, assim batizado por ter um bar onde havia uma caveira de macaco como enfeite em uma das prateleiras. No bairro funciona a unidade educacional municipal Emef Martins Fontes.
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Morro do Fontana
O Morro do Fontana era chamado de ‘Morro do Bufo’ (ou do Coruja).
A denominação Fontana é em homenagem a Benjamin Fontana, cidadão italiano, que adquiriu as terras do morro e outras ao redor, instalando ali a sua própria residência. Era considerado um homem rico, pois mantinha diversos negócios na Cidade.
Com cerca de 655 habitantes, o bairro está localizado entre os morros São Bento e Bufo, e o seu acesso pode ser feito por três caminhos: as
avenidas Nossa Senhora de Lourdes, Santa Maria e Nossa Senhora do Monte Serrat.
Algumas moradias, a maioria de alvenaria, estão situadas em ramificações que se interligam com as principais vias, formando os chamados 'caminhos'.
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Vila Progresso
A Vila Progresso comemora a sua data de fundação oficial em 15 de março de 1966. Localizado no alto do morro da Nova Cintra, o bairro vem recebendo por parte da Prefeitura, inúmeras benfeitorias, como os trabalhos de regularização fundiária, identificação das áreas de risco, programa de contenção de favelas, desmonte de blocos rochosos de risco, a construção de galerias cobertas e pavimentação. No bairro funciona a Creche Municipal Regina Altman.