A
Área Insular de Santos
tem 39,4 quilômetros quadrados, e sete canais principais
que drenam e entrecortam a área da Cidade voltada para
a baía de Santos. Exceto
o canal 7, os demais canais foram projetados no início
do século XX, pelo engenheiro Saturnino de Brito, formando
o Projeto de saneamento. Em 1907 foram inaugurados os primeiros
canais para drenagem dos terrenos alagados, próximos ao
centro da Cidade. A abertura dos canais de mar a mar evitava a
estagnação das águas, diminuindo o surgimento
de epidemias. Os canais subdividem alguns bairros da orla marítima.
|
| Ponta
da Praia |
|
O
bairro da Ponta da Praia foi inaugurado oficialmente em 29
de junho de 1967, data que também homenageia o Dia
de São Pedro, o apóstolo pescador. A área
ocupada pelo
bairro era formada antigamente por chácaras mantidas,
em sua maioria, por imigrantes japoneses.
Conhecido por suas belezas naturais, seu nome faz referência
a sua localização, em um dos extremos da Ilha
de São Vicente, onde termina a faixa de areia.
As atrações do bairro são: o Museu de
Pesca, datado de 1908, onde antes havia sido construído
um forte; o Aquário Municipal,
inaugurado em
|
1945; o Museu do Mar; e o recém-construído Deck
do Pescador. O local se caracteriza pela atividade pesqueira,
com o Mercado e a Rua do Peixe.
Na Ponta da Praia também estão instalados quatro
tradicionais clubes de regatas e o Ginásio de Esportes
Antônio Guenaga.
As escolas municipais que funcionam no bairro são:
a Emef Profª. Maria Luiza Alonso Silva, a Emef Pedro
II, a Emei Profª. Iveta Mesquita Nogueira, a Emei Dr.
Porchat de Assis e a Emee Profª. Maria Carmelita Proost
Villaça. |
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Aparecida |

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O Aparecida
foi fundado oficialmente em 14 de maio de 1968, depois do
desmembramento do Macuco, no mesmo ano. É considerado
o bairro mais populoso de Santos, pois nele habitam cerca
de 37 mil pessoas. Seu nome homenageia a Igreja Nossa Senhora
da Aparecida, que localiza-se na Avenida Afonso Pena.
Dentre as atrações do local estão a
Fonte do Sapo, na orla da praia, a Praça da Aparecida
e o Praiamar Shopping. Lá também se situa
um dos conjuntos habitacionais mais conhecidos da Cidade,
o BNH, cujo nome verdadeiro é Marechal Humberto de
Alencar Castelo Branco, onde
|
residem mais de 15 mil moradores.
No Aparecida está localizada a Emef Lourdes Ortiz. |
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Embaré |
 |
O
tradicional bairro do Embaré foi fundado oficialmente
em 16 de setembro de 1876. Nele existiam as maiores chácaras
da Cidade. A origem do nome está ligada a uma capela
erguida por Antônio Ferreira da Silva Júnior,
o Visconde do Embaré, em 19 de outubro de 1875. Ele
foi o primeiro morador da região e o fundador da Associação
Comercial de Santos, em 1870. Na chácara onde morava,
em frente à praia, construiu a Capela de Santo Antônio
do Embaré. O espaço religioso passou por transformações
e ganhou a forma atual em estilo neogótico, por volta
de 1930, quando tornou-se a Basílica de Santo |
Antônio do Embaré.
Com cerca de 36 mil habitantes (IBGE/2000), o Embaré
conta com as seguintes unidades educacionais municipais:
Emef Prof. Florestan Fernandes, Emef Cidade de Santos
e Emei Olívia Fernandes.
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Estuário |
 |
O
bairro Estuário recebeu esse nome pelo fato
de estender-se pela faixa portuária, e foi
criado pelo Plano Diretor Físico.
Sua localização é entre os
bairros do Macuco e da Ponta da Praia, limitado
pelas avenidas Portuária (atual Mário
Covas) e Afonso Pena.
Com uma população de cerca de seis
mil habitantes, o Estuário possui uma policlínica
e duas unidades educacionais municipais: a Emef
Auxiliadora da Instrução e a Emei
Elsa Virtuoso.
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Boqueirão |
 |
O
Boqueirão foi fundado oficialmente
em 25 de outubro de 1960. Por volta de
1840, o bairro começou a ser ocupado
por chácaras e já era bem
conhecido dos santistas que para irem
até a praia, tinham que atravessar
o Caminho Velho da Barra (atuais ruas
Brás Cubas, Luís de Camões
e Oswaldo Cruz) até chegar ao “boqueirão”,
uma grande passagem que abria caminho
para o mar.
Sua formação foi a partir
de quatro grandes chácaras, onde
a mais importante delas, a de Júlio
Conceição, depois conhecida
como Parque Indígena, tinha uma
grande variedade de animais e aves, e
era muito |
visitada
por crianças da região.
Os principais pontos de referência do
local são: a Pinacoteca Benedito Calixto
e o Super Centro Comercial Boqueirão,
com 205 lojas, inaugurado em 1965 e que foi
o primeiro shopping center construído
na América Latina.
No Boqueirão funcionam os seguintes estabelecimentos
municipais de ensino: a Emei Dr. Derosse José
de Oliveira e a Emef Prof. Antônio Demóstenes
de Souza Britto.
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Encruzilhada |
 |
O
bairro da Encruzilhada foi criado oficialmente
em 1.º de setembro de 1968, pelo
Plano Diretor Físico. Com cerca
de 16 mil habitantes (censo do IBGE de
2000), surgiu a partir do cruzamento da
Av. Conselheiro Nébias com a Rua
Luiz de Camões, onde se localiza
a Praça Almirante Tamandaré.
O local era conhecido pela grande quantidade
de chalés, mansões e palacetes.
Alguns ainda existem e são sedes
de importantes instituições
como a Gota de Leite e a Capitania dos
Portos, cujos prédios foram erguidos
na primeira metade do século XX;
além do
|
Educandário Anália Franco e do
Fundo Social de Solidariedade de Santos.
Uma das grandes melhorias do bairro foi a abertura
da Rua Senador Feijó, pela Prefeitura,
em 30 de dezembro de 1999.
O Encruzilhada conta com a escola municipal
Emef Gota de Leite.
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Macuco |
 |
O
Macuco recebeu esse nome em homenagem à família Macuco
possuidora de quase todas as terras onde se formou o bairro. O nome
original da família era Sacramento, e ficou conhecida por
Macuco, porque Francisco Manoel Sacramento tinha o hobby de caça
do pássaro “macuco”.
Até os anos 50, era considerado o bairro mais habitado de
Santos, com cerca de um terço de toda a população.
Para se ter uma idéia da grandeza
do Macuco, ele se estendia do Entreposto de Pesca
da Ponta
da
Praia, até o Mercado Municipal.
|
Hoje, possui cerca de 12.000 pessoas, ou seja, 3% do
total de habitantes da Cidade, e seu tamanho foi reduzido,
ficando do perímetro que compreende as avenidas
Pedro Lessa, Siqueira Campos, Rodrigues Alves e as ruas
João Alfredo, Xavier Pinheiro e Campos Melo.
O bairro tem como principal característica os
chalés construídos na década de
30, e também os pátios de contêineres,
que existem em razão da proximidade do Porto.
Nele encontram-se duas
unidades educacionais municipais: a Emei Antônio
de Oliveira Passos Sobrinho e a Creche Casa da Criança.
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Gonzaga |
 |
O
bairro do Gonzaga foi fundado oficialmente em 21 de junho
de 1889. Recebeu esse nome em homenagem ao bar pertencente
a Luiz Antônio Gonzaga, instalado na avenida da
praia, onde hoje está localizado o casarão
da Caixa Econômica Federal, na esquina da atual
Rua Marcílio Dias, e que até 1888 era residência
de Antônio.
O “Ponto do Gonzaga” foi um dos principais
estabelecimentos comerciais da época, naquela área.
O local era estratégico e ficava em frente ao ponto
final dos bondes, onde embarcavam e desembarcavam, diariamente,
muitos passageiros.
|
Atualmente,
a população do bairro é superior a 25 mil
habitantes. Dentre as atrações do local estão:
a histórica Praça Independência, criada em
1917 e a Praça das Bandeiras.
No Gonzaga funcionam os seguintes estabelecimentos municipais
de ensino: Emef Edméa Ladevig, Emei Leonor Mendes de Barros
e Creche Lydia Federici.
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Pompéia |
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O
bairro da Pompéia foi oficializado em 25 de novembro
de 1998.
Embora o nome fosse uma antiga referência, por causa da
Igreja Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, antes
disso a área que se estende no quadrilátero dos
canais 1 e 2, avenidas da praia e Francisco Glicério,
fazia parte do bairro do José Menino. Só em 1998,
com a elaboração do novo Plano Diretor, houve
o desmembramento e sua oficialização.
No seu perímetro (divisa com o Gonzaga, José Menino
e Campo Grande) situam-se prédios e instituições
importantes para o dia-a-dia dos santistas. |
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José Menino |
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O
bairro do José Menino foi fundado oficialmente em 17 de janeiro
de 1960. Seu nome vem do apelido dado ao cidadão José
Honório Bueno (1766 – 1854), o “José Menino”,
por causa de sua aparência franzina.
O lavrador, descendente do bandeirante Amador Bueno da Ribeira,
era proprietário de uma grande área (um sítio
que produzia farinha, arroz e feijão) situada entre a divisa
com São Vicente e o canal 2. Após sua morte, as terras
foram leiloadas e o novo dono as loteou, vendendo os terrenos a
diversas pessoas.
No bairro estão instalados: o Orquidário Municipal,
com 22 mil metros |
quadrados de área verde; e o Emissário Submarino
(desde 1978).
Os limites do José Menino são os bairros
da Pompéia, Marapé, Morro e São Vicente.
A Prefeitura mantém no local a Emef Irmão
José Genésio, no Morro do José Menino.
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Campo Grande |
 |
O
bairro do Boqueirão foi fundado oficialmente em
25 de outubro de 1960. Por volta de 1840, o bairro começou
a ser ocupado por chácaras e já era bem
conhecido dos santistas que para irem até a praia,
tinham que atravessar o Caminho Velho da Barra (atuais
ruas Brás Cubas, Luís de Camões e
Oswaldo Cruz) até chegar ao “boqueirão”,
uma grande passagem que abria caminho para o mar.
O Boqueirão se formou a partir de quatro grandes
chácaras. A mais importante delas, a de Júlio
Conceição, depois conhecida como Parque
Indígena, tinha uma grande variedade de animais
e aves e era muito |
visitada por
crianças que moravam no bairro.
Os principais pontos de referência do local são:
a Pinacoteca Benedicto Calixto e o Super Centro Comercial Boqueirão,
com 205 lojas, inaugurado em 1965 e que também foi o primeiro
shopping center construído na América Latina.
No Boqueirão funcionam os seguintes estabelecimentos municipais
de ensino: Emei Dr. Derosse José de Oliveira, Emef Prof.
Antônio Demóstenes de Souza Britto.
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Vila Belmiro |
 |
A
Vila Belmiro comemora a sua data de fundação
oficial em 14 de fevereiro de 1910.
É considerada a vila mais famosa do mundo por causa
do Estádio Urbano Caldeira, do Santos Futebol Clube,
que revelou ao mundo o Rei Pelé, o Atleta do Século.
O bairro, com cerca de 10 mil habitantes, recebe esse
nome em homenagem a Belmiro Ribeiro de Moraes e Silva,
que se destacou na vida política, social e econômica
de Santos. Ele foi o responsável pelo loteamento
da Vila Operária, que passou a se chamar Vila Belmiro.
|
O bairro está situado no quadrilátero das avenidas
Ana Costa, Pinheiro Machado, ruas Carvalho de Mendonça
e Joaquim Távora.
Na Vila Belmiro está localizada a Emef Profª. Emília
Maria Reis.
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Marapé |
 |
O
bairro do Marapé comemora a sua data de fundação
oficial em 13 de junho de 1954. O nome foi dado pelos índios
que chamavam o bairro de Perabé, que significa “Caminho
do Mar”. Numa mistura de tupi-guarani com português,
passou de Perabé a Marapé. O bairro tem mais de 21
mil habitantes e é rico em tradições como:
o Bonde 37, os times de futebol de várzea e o bloco carnavalesco
Dengosas do Marapé.
No Marapé está localizado o maior cemitério
vertical do mundo: a Memorial Necrópole Ecumênica,
que faz parte do Guiness Book , o Livro dos Recordes. |
No bairro estão instaladas quatro escolas municipais:
as Emeis José da Costa Barbosa e Alcides Lobo Viana. |
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Jabaquara |
 |
Considerado
um dos bairros mais tranqüilos para se viver da Zona
Leste da Cidade, o Jabaquara reúne residências,
comércio e empresas (principalmente de transporte).
O local ficou conhecido por ter abrigado o maior quilombo
do país, nas terras do abolicionista Quintino de
Lacerda, um ex-escravo que obteve a carta de alforria
de seu senhor. O local passou a ser um dos símbolos
da liberdade, principal centro abolicionista da Cidade.
Do Jabaquara, refúgio dos escravos pouco restou.
Cantado pelos poetas como Vicente de Carvalho e Castro
Alves por representar a sonhada |
liberdade dos negros, o bairro hoje é sinônimo
de desenvolvimento, abrigando um dos maiores hospitais do País,
a Santa Casa de Misericórdia de Santos, o Estádio
Ulrico Mursa da Portuguesa Santista, e o Centro de Treinamento
do Santos Futebol Clube, além de uma unidade de ensino
municipal : Creche Candinha Ribeiro de Mendonça.
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Vila Mathias |
 |
O
bairro da Vila Mathias comemora a sua data de fundação
em 14 de abril de 1889, quando foram inauguradas as novas
linhas de bondes que ligavam a Vila à Barraca (hoje
bairro do Gonzaga).
O nome do bairro homenageia Mathias Casimiro Alberto Costa,
um português radicado em Santos, que possuía
muitos terrenos, sendo que vários deles foram doados
à Prefeitura para a abertura de ruas. Foi diretor-
presidente da Empresa de Bondes da Vila Mathias. No dia
1.º de julho de 1887, quando o sistema de iluminação
da região era mantido, no por energia elétrica,
mas à base de gás, Mathias Costa inaugurou
o |
serviço de bondes, puxados a burros, do Centro à
Vila Mathias, no início da Avenida Ana Costa, cujo nome
homenageia a sua esposa. Morreu em 8 de maio de 1889, assassinado
com um tiro na testa, por causa de uma discussão por
posse de terra.
Até as décadas de 60 e 70 o bairro era considerado
residencial. Atualmente tem um número de habitantes que
não ultrapassa 15 mil pessoas e é caracterizado
pelo intenso comércio. O setor educacional conta com
três instituições universitárias
de ensino. Lá se localiza o Centro de Cultura Patrícia
Galvão que abriga o Teatro Municipal Brás Cubas.
A Vila Mathias fica numa área central e tem seus limites
nas ruas Joaquim Távora, Xavier Pinheiro e Manoel Tourinho;
avenidas Rangel Pestana e Campos Salles; trechos das avenidas
Bernardino de Campos, Waldemar Leão e Cláudio
Luís da Costa. A Prefeitura mantém no bairro a
Emei Eunice Caldas.
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Vila Nova |
 |
No
início do século XX as famílias abastadas que
começaram a sair da velha área (Centro) já
muito populosa, foram se concentrando nesse novo local, entre o
Paquetá e a Avenida Campos Sales. O bairro é vizinho
ao Paquetá e está localizado entre as avenidas Conselheiro
Nébias, Rangel Pestana e Senador Feijó, finalizando
na Rua Xavier da Silveira. No local funcionam as seguintes escolas
municipais: Emef Prof. Avelino da Paz Vieira e Emefep Acácio
de Paula Leite Sampaio.
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Centro |
 |
O
bairro do Centro foi o primeiro da cidade, e tem como
data de início de ocupação a mesma
do início da povoação de Santos,
em 1546, quando terminava a construção do
Outeiro de Santa Catarina.
Muitos santistas se referem à área como
“Cidade”, costume originado durante o desenvolvimento
do Município que, até a metade do século
XX, concentrava a maior parte da população.
Hoje, com quase um mil habitantes, o Centro é caracterizado
pelo comércio, atividades portuárias, financeiras
e turísticas, pois possui alguns dos principais
pontos turísticos do município: Outeiro
de Santa |
Catarina, Bolsa Oficial de Café, Palácio José
Bonifácio (que abriga atualmente a Prefeitura), Teatro
Coliseu, entre outros.
Em setembro de 2000 foi inaugurada a linha do Bonde Turístico,
cujo ponto de partida é a Praça Mauá, sendo
utilizado um dos poucos veículos remanescentes, construído
na década de 20.
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Paquetá |
|
O
bairro Paquetá, cujo significado em tupi-guarani é
“lugar de atoleiro forte”, tem esse nome em razão
do pântano que existia na região e onde hoje está
localizado o Mercado Municipal.
Um dos bairros mais antigos da Cidade, e também o mais
oriental, era o local onde residia parte da elite santista do
século XIX.
Com população de cerca de 1. 300 pessoas, o Paquetá
tem como principal referência o Cemitério do Paquetá,
que foi construído em 1854.
No bairro funciona a Emei Profª. Maria Helena Roxo. |
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Valongo |
 |
O
bairro Valongo deve seu nome à redução da denominação
original da Rua Antônio Prado – que passa pelos armazéns
portuários - e era conhecido como o caminho que vai ao longo
(va al longo – Valongo).
Esse bairro antigo celebrizou-se na história da cidade, durante
o século XIX, pelas agitações surgidas, a pretexto
da rivalidade políticas, econômicas e sociais. Também
foi cenário constante das grandes regatas intermunicipais,
que atraíam multidões e punham a cidade em festas.
No Valongo encontra-se no Largo Marquês de Monte Alegre, um
|
importante conjunto arquitetônico e histórico
formado pelo Santuário de Santo Antônio,
pelo prédio da Estação Ferroviária
Santos/Jundiaí (antiga São Paulo Railway)
e pelas ruínas do Casarão que abrigou a
antiga Prefeitura de Santos. Existe ainda, uma policlínica
e uma unidade educacional municipal: Emef Prof. Mário
de Almeida Alcântara. |
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Saboó |
 |
O
bairro Saboó, cujo nome é de origem indígena
e significa pouca vegetação, foi dado por
causa do morro ali situado e que tem uma vegetação
realmente rala.
Era considerada antigamente a entrada da Cidade, que hoje
foi recuada e avançada para o Chico de Paula.
Com população de quase 12 mil habitantes,
concentra o núcleo habitacional Athié Jorge
Cury, considerado um dos maiores conjuntos da Baixada
Santista.
O Saboó tem como principal referência o Cemitério
da Filosofia. Nele
|
encontram-se ainda, três unidades educacionais municipais:
Emei Maria Patrícia, Emei Dr. Nelson de Toledo Piza e
Emef Vinte e Oito de Fevereiro.
A Administração Municipal está construindo
mais uma creche no bairro Saboó, mais precisamente na
Vila Pantanal, com capacidade para atender a 200 crianças
de zero a três anos.
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Chico de Paula |
 |
O
bairro Chico de Paula recebeu esse nome em homenagem ao
cidadão Francisco de Paula Alves da Cunha (o Chico
de Paula), que nasceu e morreu neste bairro, onde tinha
um Engenho de Aguardente, plantações de
cana-de-açúcar e algumas criações.
Além disso, mantinha uma oficina de consertos de
carroças.
Vereador da cidade no século XIX foi também
engenheiro e trabalhava como projetista do cais corrido,
na Codesp.
O bairro tem cerca de 3.530 habitantes e possui um pequeno
comércio que supre as necessidades da população.
O Chico de Paula é
parte
|
residencial e a outra parte concentra um núcleo de transportadoras.
O bairro conta com a seguinte unidade educacional municipal:
Creche Hilda Rabaça.
A Administração Municipal irá construir
no bairro Chico de Paula, na Rua Particular Ana Santos, uma
Escola de Ensino Fundamental (Emef), com capacidade para atender
a 1.200 alunos; e uma de Educação Infantil (Emei)
com capacidade para atender a 300 crianças.
A obra, com 3.317,50 metros quadrados de área construída
ficará a cargo da empresa Girata, vencedora da concorrência
pública.
Serão quatro edificações unidas por um
pátio coberto: uma para a emef, com 20 salas de aulas
distribuídas em dois pavimentos interligados por rampas
de acesso; uma para a emei, no térreo, com 215 metros
quadrados; um bloco administrativo; e um prédio para
sala de informática.
|
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Vila São Jorge |
 |
Considerado
o segundo menor bairro da Zona Noroeste, a Vila São Jorge
é uma região marcada por fatos antigos e históricos,
e sua data de criação é no dia 14 de junho
de 1954.
Apesar de ter o mesmo nome de um santo católico, sua denominação
deve-se ao Rio São Jorge que corta a região, e ao
Engenho de São Jorge dos Éramos, construído
em 1533 – o terceiro de cana-de-açúcar do País
e considerado o berço da primeira sociedade anônima
brasileira, uma iniciativa do colonizador Martim Afonso de Souza.
No século XVII, o Engenho
foi atingido por um incêndio, mas as ruínas permanecem
até
|
hoje, junto à subida do Morro da Nova Cintra.
O símbolo do bairro é o Conjunto Residencial
Parque do Engenho, conhecido popularmente como dos Estivadores
(onde vivem aproximadamente quatro mil pessoas, 36% da
população do bairro, que é de 11
mil) é o símbolo desse bairro.
Outra marca da Vila São Jorge é o constante
desenvolvimento. O bairro possui uma policlínica,
um posto policial, um posto dos correios e uma unidade
municipal de ensino: Emef Dr. Fernando Costa. |
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Caneleira |
 |
O
bairro Caneleira recebeu esse nome em função
do grande número de árvores que produziam
canela, no local, até a metade do século
XX.
O nome popular foi oficializado e, em 1955 começou
o processo de loteamento da área pertencente até
então a José Carlos Assunção
e aos herdeiros de Francisco Gomes Peres.
Com população de aproximadamente 2.800 habitantes,
incluindo os moradores da Caneleira Três, Caminho
São Jorge e Vila Tetéu, ocupando os 459
mil m² que compreendem a Caneleira, o bairro é
tipicamente
composto por casas.
|
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Jardim Bom Retiro |
 |
O
bairro Jardim Bom Retiro recebeu esse nome em homenagem
ao Sítio Bom Retiro que loteou a maior parte do
bairro e cujo proprietário era Jorge Avelino, suplente
de vereador e fabricante de cal “de sambaqui”,
com extrações na redondeza e no Cubatão.
O Jardim Bom Retiro possui uma população
de quase quatro mil habitantes e tem como principal referência
o Jardim Botânico Chico Mendes.
Tipicamente residencial conta com um comércio variado
para atender a população local, além
de uma policlínica e uma unidade educacional
|
municipal: Emei General Clóvis Bandeira Brasil.
No região do Jardim Bom Retiro, no Morro do Ilhéu
Baixo, na Rua Alderico M. Soares com a Rua Prof. Francisco G.
da Silva, a Administração Municipal irá
construir uma Escola de Ensino Fundamental (Emef) para atender
a 1.300 alunos.
A edificação terá três pavimentos,
numa área total de 2.705 metros quadrados, com rampas
de acesso e elevador para deficientes físicos.
As escolas terão ainda, bibliotecas, sala ambiente, sanitários,
cozinha, refeitório, auditório, playground, quadra
poliesportiva etc.
|
___________________________________
Jardim Santa Maria |
 |
O bairro
Jardim Santa Maria recebeu esse nome por causa de Dona Maria Francisca
da Costa, proprietária do ‘Sítio Santa Maria’.
O nome do bairro foi dado por seu marido e também homenageia
“Nossa Senhora”.
Nos anos 40 o bairro começou a ser habitado. Por ser uma
área de mangue, muitos falavam em tom de piada, que não
eram caranguejos para morar no local.
Quem afirmava isso, com certeza hoje se arrepende, pois a área
obteve uma grande valorização.
Com cerca de seis mil habitantes, o Jardim Santa Maria possui duas
|
| unidades
educacionais municipais: Emei Luiz Carlos Prestes e Emef
Prof. Waldery de Almeida. |
___________________________________
Areia Branca |
 |
O
bairro Areia Branca foi inaugurado oficialmente em 11
de setembro de 1968 e criado pelo Plano Diretor Físico.
Formado indiscriminadamente, só depois de habitado
é que começou a ser montada a infra-estrutura;
com serviços de saneamento, rede elétrica,
de água e esgoto, como o que ocorreu na maioria
dos bairros da Zona Noroeste.
Recebeu esse nome em razão da cor da areia que
existe naquela área, seguindo o exemplo do cemitério
que tem o mesmo nome e que foi inaugurado 15 anos antes,
em 4 de setembro de 1953.
A população começou a chegar na década
de 40, com a ajuda das
|
autoridades
que transferiram para lá os moradores da Alemoa (que
perderam as casas por causa da construção da Via
Anchieta) e centenas de desabrigados com a queda de morros.
Com cerca de 7,4 mil habitantes, conforme dados do IBGE de 1996,
o bairro Areia Branca é tipicamente residencial. Essa
população se mantém estável, já
que não houve um processo de verticalização
naquela área.
O bairro conta com uma policlínica e duas unidades educacionais
municipais: Creche Prof. José de Sá Porto e Emei
Dr. Samuel Augusto Leão de Moura.
A Administração Municipal está construindo
mais uma creche no bairro Areia Branca, com capacidade para
atender a 200 crianças na faixa etária de zero
a três anos.
___________________________________
Jardim Castelo |
 |
O
bairro Jardim Castelo recebeu esse nome em razão
do grande núcleo habitacional da Cohab, que se
chama “Conjunto Marechal Humberto de Alencar Castelo
Branco”. A construção desse núcleo
habitacional foi na década de 60.
O Jardim Castelo se tornou um bairro, a partir da divisão
do Jardim Rádio Clube. Sua localização
é no quadrilátero das Avenidas Hugo Maia,
Jovino de Mello, Álvaro Guimarães e Francisco
Di Domenico, onde residem cerca de 12 mil habitantes.
Os
principais pontos de referência do bairro são:
o Hospital Arthur
|
Domingues Pinto e o Conjunto Habitacional Dale Coutinho, um
dos mais populosos da cidade, e onde está localizado
o Ginásio Poliesportivo. O bairro conta com as seguintes
unidades educacionais municipais: Creche Yara Nascimento Santini,
Emei Prof. Cely de Moura Negrini e Emef Padre Leonardo Nunes.
A Administração Municipal irá construir
mais uma creche no Jardim Castelo, com capacidade para atender
a 200 crianças.
|
___________________________________
Jardim Rádio Clube |
 |
O
bairro Jardim Rádio Clube recebe esse nome em função
da torre-antena da Rádio Clube de Santos que foi a primeira
emissora da Cidade.
Criado sobre terrenos e acrescidos, é um dos mais novos bairros
de Santos, uma vez que sua ocupação foi iniciada entre
1950 e 1960.
Com população de aproximadamente 19.350 habitantes,
o Jardim Rádio Clube possui um pequeno comércio, que
supre as necessidades do bairro, além de uma policlínica
e três unidades educacionais municipais: Emef Pedro Crescenti,
Emei João Ignácio de Souza e Creche Hilda D’Onófrio
Papa |
.
A Administração Municipal está construindo
mais uma creche no Rádio Clube, com capacidade para
atender a 200 crianças, na faixa etária de
zero a três anos. |
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Jardim São Manoel |
 |
O
bairro Jardim São Manoel recebeu esse nome em homenagem
a Manoel de Souza Varella, pai dos irmãos Varella,
empreendedores portugueses no ramo imobiliário.
Seu surgimento aconteceu no final da década de
50, quando foi feita a terraplanagem da área. Daí
então, começaram a ser vendidos os lotes.
Sua localização é entre a linha da
estrada de ferro Santos/Jundiaí, a Via Anchieta
e o Rio Casqueiro, fazendo divisa com Cubatão.
Sua área é de 75 hectares, o equivalente
a 750 mil m².
Com
aproximadamente 3.500 habitantes, o Jardim São
Manoel que é um
|
dos bairros
mais afastados da Zona Noroeste, conta com uma policlínica
e uma unidade educacional municipal: Emef Dr. José Carlos
de Azevedo Jr..
A Administração Municipal irá construir uma
creche no Jardim São Manoel, com capacidade para atender
a 200 crianças.
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Jardim Piratininga |
 |
Criado
no final da década de 60, o Jardim Piratininga
contava com cerca de 90 casas erguidas pela Construtora
Vetor S.A., espremido entre a Alemoa, a Via Anchieta e
Cubatão, por essa razão o bairro não
tinha muito para crescer.
Nos anos 70, depois que o Banco Nacional de Habitação
- BNH assumiu o projeto em andamento e ergueu mais 160
moradias, o número de residências passou
para 256 casas geminadas, que ao longo do tempo foram
reformadas e ampliadas, mudando completamente suas características
originais. |
A população do bairro, por conta disso, ganhou
tranqüilidade e amizade, uma vez que é uma das menores
de Santos, com cerca de 1.300 habitantes, sendo que a maioria
dos moradores está desde a sua criação
e todos se conhecem, como uma pequena cidade do interior.
Apesar de não possuir muito comércio, apenas bares
e uma padaria-supermercado-açougue, o Jardim Piratininga
fica a cinco minutos do Centro, e dispõe de uma linha
de transporte coletivo. O bairro conta também com uma
unidade de ensino municipal : Emef Dr. José da Costa
e Silva Sobrinho.
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Alemoa |
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O
bairro foi inaugurado oficialmente em 4 de agosto de 1856, e é
chamado Alemoa, mas alguns moradores preferem a designação
de Alamoa.
Recebeu esse nome em homenagem a Maria Margarida Künen, que
era proprietária de um sítio da área e que,
de forma errada, era chamada pelos vizinhos de Alamoa, ao invés
Alemã, sua nacionalidade.
No início do século XX, a área não passava
de um extenso manguezal e hoje ocupa um lugar de destaque no desenvolvimento
da Cidade. É conhecida mais pelo seu lado industrial, onde
se transformou em um |
enorme pátio de contêineres, servindo ao
mesmo tempo de um elo de ligação da Cidade
com o porto e o retro-porto, do que residencial.
O bairro faz parte da Zona Noroeste, onde os moradores
vivem nas proximidades da Vila Anchieta e da Avenida Nossa
Senhora de Fátima, com a tranqüilidade de
cidades no interior. |
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Morro São Bento |
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O
Morro do São Bento desde o início da Cidade,
em 1532/1533, era chamado de ‘Morro do Desterro’
ou ‘de Nossa Senhora do Desterro’, nome do
sítio que fora doado ao primeiro povoador do bairro,
mestre Bartolomeu Fernandes Pacheco (Gonçalves),
ferreiro de Martim Afonso.
Os filhos de Bartolomeu venderam toda a sua propriedade,
após a sua morte, e a parte central foi doada aos
frades de São Bento, quando eles chegaram a Santos,
em 1650.
Desde então, um dos morros mais habitados da Cidade,
recebeu o nome de São Bento, em razão do
Mosteiro de São Bento, construído em
1650,
|
pelos frades.
Formado por colônias portuguesas, espanholas e italianas,
atualmente o local conta com cerca de nove mil habitantes, e
abriga também as instalações do Museu de
Arte Sacra, e as unidades educacionais municipais Emei Profª
Magali Alonso e Emef Therezinha de Jesus Siqueira Pimentel.
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Morro Nova Cintra |
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O
bairro Morro da Nova Cintra recebeu esse nome em homenagem
à cidade de Sintra, em Portugal, devido à
semelhança da topografia dos dois locais.
Com população de aproximadamente 7 mil pessoas,
a Nova Cintra é uma referência entre os morros
da cidade, já que nele existe uma grande concentração
de comércio variado que atende a todos os demais.
Um dos principais pontos turísticos e de lazer
do município, localizado no morro é a Lagoa
da Saudade, que foi reurbanizado recentemente e recebeu
toneladas de carpas para pesca gratuita e a instalação
de |
‘decks’. Além disso, existe uma policlínica
e uma unidade educacional municipal: Emei Dr. Cyro de Athaíde
Carneiro.
No Morro da Nova Cintra, na Lagoa da Saudade, a Administração
Municipal inaugurou uma creche com 545 metros quadrados de área
construída, com capacidade para atender a 200 crianças.
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Monte Serrat |
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O
Morro Monte Serrat recebeu esse nome em função da
construção da Capela Nossa Senhora do Monte Serrat
em 1604, pelo então governador de São Paulo, Dom Francisco
de Souza, devoto da Santa.
No princípio do século XX, em 1927, construíram
no alto deste morro, um grande edifício, com terraços
superiores, mirante, e um cassino de jogos e diversões. O
cassino funcionou até 1946, quando o então Presidente
do Brasil, Eurico Gaspar Dutra, proibiu a jogatina, e a exemplo
de vários cassinos, houve a interdição do local.
Nossa
Senhora do Monte Serrat sempre foi considerada padroeira de
|
Santos, até mesmo antes de ser oficializado o seu
culto para o dia 8 de setembro.
Monte Serrat possui uma população de quase
1.700 habitantes e é tipicamente residencial. É
um dos pontos mais altos da cidade, com 147 metros de
acima do nível do mar, e ainda é considerado
Cartão Postal de Santos. Conta com um bondinho
de acesso, em sistema funicular, inaugurado em 1923 e
uma escadaria com 415 degraus. |
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Morro do Pacheco |
 |
O
Morro do Pacheco recebeu esse nome em homenagem ao seu
primeiro morador, pelo menos o mais antigo de que se tem
notícia, o português açoriano Fernandes
Pacheco, que vivia numa casa da antiga chácara
“Boa Vista”, em meados de 1800.
No início do século XX, começou a
ser ocupado por portugueses e espanhóis que ergueram
as primeiras moradias. Aos poucos, os nordestinos (principalmente
os originários do Piauí) se espalharam nas
encostas, e hoje constituem a grande maioria.
Localizado no início da Cidade, sua população
é superior a 1,7 mil
|
pessoas, espalhadas em 183 casas erguidas, sendo considerado
um dos morros mais habitados em proporção ao seu
tamanho.
Como curiosidade, o morro tem uma divisão geométrica
clara: à direita de quem sobe, moram os pachequenses
tradicionais, ou seja, filhos das primeiras famílias
que ali chegaram. E à esquerda residem os que vieram
nos últimos anos.
Visto de baixo, lembra uma pirâmide invertida, começando
afunilado e alargando em sua subida. Já do alto, a visão
é privilegiada, tendo como paisagem a Ilha Barnabé,
o Estuário e o Centro.
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Morro da Penha |
O bairro Morro
da Penha recebeu esse nome dos seus primeiros moradores, devido
uma imensa superfície rochosa que dificultava a escalada
e a passagem dos caminhos, e que era conhecida como penhasco ou
simplesmente penha. Em 1810, também existiu o ‘Sítio
da Penha’ que ajudou na denominação desse
bairro.
Com uma população estimada em 2,5 mil pessoas, o
bairro é tipicamente residencial. No Morro da Penha está
situado o Largo da Caveira, assim batizado por ter um bar onde
havia uma caveira de macaco como enfeite em uma das prateleiras.
No bairro funciona a unidade educacional municipal Emef Martins
Fontes.
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Morro do Fontana |
O
Morro do Fontana era chamado de ‘Morro do Bufo’ (ou
do Coruja).
A denominação Fontana é em homenagem a Benjamin
Fontana, cidadão italiano, que adquiriu as terras do morro
e outras ao redor, instalando ali a sua própria residência.
Era considerado um homem rico, pois mantinha diversos negócios
na Cidade.
Com cerca de 655 habitantes, o bairro está localizado entre
os morros São Bento e Bufo, e o seu acesso pode ser feito
por três caminhos: as avenidas
Nossa Senhora de Lourdes, Santa Maria e Nossa Senhora do Monte Serrat.
Algumas moradias, a maioria de alvenaria, estão situadas
em ramificações que se interligam com as principais
vias, formando os chamados 'caminhos'.
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Vila Progresso |
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A
Vila Progresso comemora a sua data de fundação
oficial em 15 de março de 1966. Localizado no alto
do morro da Nova Cintra, o bairro vem recebendo por parte
da Prefeitura, inúmeras benfeitorias, como os trabalhos
de regularização fundiária, identificação
das áreas de risco, programa de contenção
de favelas, desmonte de blocos rochosos de risco, a construção
de galerias cobertas e pavimentação. No bairro
funciona a Creche Municipal Regina Altman. |
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