Orquestra Sinfônica Municipal de Santos
Por iniciativa da Secretaria de Cultura e da Prefeitura do Município de Santos, foi criada por lei, a partir de um projeto elaborado pelo maestro Luís Gustavo Petri em agosto de 1994, a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, composta por excelentes músicos, que realizou seu primeiro concerto em julho de 1995.

A OSMS tem como objetivo divulgar a música de concerto, incluindo em seu repertório o que há de melhor na produção brasileira e mundial, dando ênfase ao repertório clássico e a música do século XX. Encabeça projetos de apresentações de espetáculos com outros meios de expressão (como óperas, balés, em conjunto com teatro e cinema) e de inserção na comunidade como agente de informação.

A OSMS vem conquistando notória posição no contexto cultural do Estado, sendo hoje convidada para apresentações nas principais salas e participando de projetos em co-parcerias com os principais órgãos de fomentação cultural da região e da capital.

Dentre as principais realizações da orquestra destacam-se:
  • Estréia mundial (1996) da ópera Café, de H-J Koelreuter, sobre texto de Mário de Andrade,
  • Montagem de Le Nozze di Figaro, Mozart (1997)
  • Balé Baile na Roça, coreografias para Portinari (com o balé da Cidade de São Paulo - 1999 e 2000)
  • Espetáculos ao ar livre com o cantor Edson Cordeiro (1996), Toquinho (1999), Banda Musical do 2º Batalhão de Caçadores - Abertura 1812 de Tchaikovsky (set/1999), Ivan Lins (2000), Zizi Possi (2000), Leila Pinheiro (2001)
  • Espetáculos de Natal com o Coral Municipal de Santos (1995/6/7/8), Coral Sinfônico do Estado de São Paulo (1998), Coral Paulistano e Coral de Lyon -França)
  • Espetáculos de dança - Corpo de Baile Municipal(1996/7/8), e
  • Vários concertos com grandes solistas e regentes convidados.

Em 1998, iniciou os Projetos - Dó, Ré, Mi, Concertos Populares e Viajando com a Música Sinfônica.

Nesses cinco anos, até o ano de 2000, a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos apresentou 57 concertos oficiais.

Dentro dos Concertos Populares - apresentações externas - (praia, igrejas, Coliseu, SESC e porto) e outras cidades como São Paulo e as da Baixada Santista (São Vicente, Praia Grande e Itanhaém).

No projeto Dó, Ré, Mi atendeu, desde 1998, 132 entidades entre escolas, associações de moradores, NAPS, Centros de Convivência de Crianças, Adolescentes e Idosos; atingindo um total de 14.400 crianças.

Hoje é considerada pela Associação Brasileira de Críticos de Arte ( ABCA ), como exemplo de qualidade entre as recentes orquestras criadas no estado de São Paulo.