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Jardins
da Praia de Santos entraram para o Guinness
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É
oficial. Depois de muita pesquisa, os editores do Guinness Book
of Records, o livro dos recordes, finalmente incluiu o jardim da
orla de Santos como o jardim frontal de praia de maior extensão
do mundo.
São
5.335 metros de extensão distribuídos ao longo de sete quilômetros
de praias, ou 218 mil e 800 metros quadrados, que vão do José Menino
à Ponta da Praia. Estão incluídos no website do Guinness;
este será o primeiro passo para que Santos figure na edição impressa
de uma das publicações mais lidas do planeta.
De
acordo com um dos responsáveis pela edição inglesa do Guinness,
Stuart E.F. Claxton, a inclusão na edição impressa do livro só se
dará próximo ao final do ano, em data próxima ao fechamento da edição
anual do livro.
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"Esta
é uma decisão editorial mais complexa, que só deverá acontecer
no final do ano", informa Claxton, em um fax enviado para
a Secretaria de Esportes e Turismo (Setur), responsável pelas
conversações com a editora inglesa responsável pelo Guinness
Book.
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Além de pedir material fotográfico e informações sobre os jardins,
que servirão para ilustrar o espaço designado dentro do website,
em sua mensagem, um certificado foi enviado para a Prefeitura, confirmando
o recorde.
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CORES
Lembrando
um tapete colorido, o maior jardim urbano de orla marítima do mundo
é enfeitado por biris (flores vermelhas), lírios (amarelos), crinuns
(brancos), margaridas e coleus. Todas do tipo perene, ou seja, mais
resistentes ao clima da região, que apresenta umidade, salinidade
e vento.
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Essa
característica permite que o jardim esteja florido por mais
tempo durante o ano. Para manter o conjunto de mais de 100
espécies de flores, plantas e palmeiras em perfeito estado,
uma equipe de 38 jardineiros da Prefeitura presta dedicação
exclusiva e diária, adubando e refazendo canteiros. Um trabalho
artesanal, já que cada espécie pede cuidados diferenciados.
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Caçada
deu origem a uma das publicações mais lidas do mundo |
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No início do século XIX, o nome Guinness já
era famoso em toda Europa.
A Guinness Brewery, uma cervejaria localizada em
Dublin, na Irlanda, fundada por Arthur Guinness, em 1759, era responsável
pelo fornecimento da maior parte da cerveja vendida nos bares de
toda Grã-Bretanha.
Depois de se tornar fornecedora da família real britânica, a empresa
cresceu ainda mais e se tornou a principal referência em matéria
de cerveja no continente europeu.
Em
1951, durante uma caçada , o então diretor do Grupo Guinness, Sir
Hugh Beaver, envolveu-se em uma discussão sobre o fato a tarambola
dourada ser ou não a ave de caça mais veloz da Europa.

Novamente, em 1954, surgiu uma dúvida semelhante envolvendo duas
outras espécies de aves. Homem de grande visão, ocorreu, então,
a Sir Hugh, que numerosas dúvidas e disputas parecidas deveriam
ser discutidas todas as noites, nos pubs (bares da Inglaterra) e
que um livro que respondesse a essas questões seria um enorme sucesso.
Sir
Hugh designou para ao trabalho os gêmeos Norris e Ross MacWhirter,
que foram os primeiros editores do The Guinness Book of Records.
Após um ano de intensas pesquisas, a edição foi finalizada em 27
de agosto de 1955, contando com 198 páginas.
O
livro logo tornou-se um best-seller. Desde então, já vendeu cerca
de 80 milhões de cópias em 40 diferentes países e em 37 línguas
diferentes.
O
livro relata os feitos mais incríveis já realizados pelo homem,
assim como os fatos mais curiosos e excêntricos.
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