Histórias de Santos
139 anos de Beneficência Menino levado
A Padroeira Morros (I)
A visita do Imperador
Morros (II)
A Alemoa Museu de Pesca
Águas milagrosas
Náutico Santista
Alçapão da Vila Nossa Fátima
Alfândega Nossas vilas I
Arranha-céus Nossas vilas II
Atrações na Nova Cintra No tempo das regatas
Atrações praianas O Encanto das Fontes
Bolsa de Café I O Fantasma do Paquetá
Bolsa de Café II O fim do mundo
Brás Cubas O passado em risco
Brasão de armas O Peixe
Caminho para o mar O tamboréu
Casa da Frontaria Azulejada O Teatro Municipal
Casa da Vovó Anita Olhe bem onde pisa
Capitania dos Portos Paço Municipal
Catedral de Santos Parabéns, Aquário
Cinemas de bairros Porta do Sol Nascente
Colméia Praça da Independência
Coluna de Metal é parte de bebedouro Prédios tortos
Como tudo começou Prefeitos de Santos
Conselheiro Nébias Santa Arte
Contadores de História I Santo Antônio do Embaré
Contadores de História II Santos, de povoado à Cidade
Cruzeiro de São Bento Sede dos Bombeiros
Dê um tempo para Santos Sempre mar!
Emissário Submarino Sesc, o maior do Estado
Fruta no pé Só sete canais?
Gota de Leite Super Centro
História de pescador Terra Nossa
Ilha dos Urubus Uma concha fora do mar
Jardins da praia Uma ponte para o mar
Jardins dos Poetas II Universo de conhecimento
José Bonifácio Vá ao longo
José Menino Veja os detalhes
João Octávio dos Santos Velha cadeia
Lei de criação do Município de Santos Verde que te quero verde
Lembranças do velho Macuco Vicente de Carvalho
Memória Esportiva Visita aos museus
Meninos do Quebra-Mar Vulcão
 
Casa da Frontaria Azulejada

Há uma casa no número 93 da Rua do Comércio que merece ser conhecida de perto por todos nós, santistas, pelo valor histórico e cultural que abriga em sua construção. É a Casa da Frontaria Azulejada que passa por processo de restauração e abriga o Arquivo Público Municipal da Prefeitura.

Ela foi construída em 1865 pelo comendador Manoel Joaquim Ferreira Netto, um bem sucedido comerciante de café. Em estilo neoclássico, esta casa especial tem como característica marcante os azulejos azuis e amarelos portugueses em alto relevo confeccionados a mão.

Na época a aplicação dos azulejos tinha a finalidade de assegurar a vedação eficiente da parte frontal do imóvel e evitar muitas pinturas. Pedras, óleo de baleia, saibro, pisos e forros de madeira também fizeram parte da construção. Desde que foi erguida a Casa da Frontaria Azulejada serviu como hotel, escritório e estoque de materiais como entulho, adubo e fertilizantes.

Infelizmente foi deteriorada e perdeu muitos dos azulejos originais até o tombamento na década de 70. Pertencentes à Fundação Arquivo e Memória,tanto a casa quanto o arquivo estão abertos de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17h30.

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