Histórias de Santos
    Menino levado
A Padroeira Morros (I)
A visita do Imperador
Morros (II)
A Alemoa Museu de Pesca
Águas milagrosas
Náutico Santista
Alçapão da Vila Nossa Fátima
Alfândega Nossas vilas I
Arranha-céus Nossas vilas II
Atrações na Nova Cintra No tempo das regatas
Atrações praianas O Encanto das Fontes
Beneficência Portuguesa    
Bolsa de Café I O Fantasma do Paquetá
Bolsa de Café II O fim do mundo
Brás Cubas O passado em risco
Brasão de armas O Peixe
Caminho para o mar O tamboréu
Casa da Frontaria Azulejada O Teatro Municipal
Casa da Vovó Anita Olhe bem onde pisa
Capitania dos Portos Paço Municipal
Catedral de Santos Parabéns, Aquário
Cinemas de bairros Porta do Sol Nascente
Colméia Praça da Independência
Coluna de Metal é parte de bebedouro Prédios tortos
Como tudo começou Prefeitos de Santos
Conselheiro Nébias Santa Arte
Contadores de História I Santo Antônio do Embaré
Contadores de História II Santos, de povoado à Cidade
Cruzeiro de São Bento Sede dos Bombeiros
Dê um tempo para Santos Sempre mar!
Emissário Submarino Sesc, o maior do Estado
Fruta no pé Só sete canais?
Gota de Leite Super Centro
História de pescador Terra Nossa
Ilha dos Urubus Uma concha fora do mar
Jardins da praia Uma ponte para o mar
Jardins dos Poetas II Universo de conhecimento
José Bonifácio Vá ao longo
José Menino Veja os detalhes
João Octávio dos Santos Velha cadeia
Lei de criação do Município de Santos Verde que te quero verde
Lembranças do velho Macuco Vicente de Carvalho
Memória Esportiva Visita aos museus
Meninos do Quebra-Mar Vulcão
 
Vulcão

Quem disse que no Brasil não tem vulcões estava enganado. Na Cidade, mais precisamente no bairro do Macuco, existiu um. Ele surgiu em 29 de dezembro de 1896, segunda consta do Almanaque de Santos, no título Estes são os Grandes Sinistros em Santos, capítulo escrito por Geraldo Ferrone.

A novidade movimentou não só os moradores mas também gente de fora, da Capital. Tudo começou quando um engenheiro acompanhava os trabalhos na antiga Rua Dona Ana Carvalhais e atual Almirante Tamandaré. Um equipamento chamado sonda exploratória atingiu 17 metros de profundidade. Gases começaram a se desprender com tamanha pressão, que fizeram a mão de um dos operários,colocada no instrumento, produzir a vibração de um apito de máquina a vapor.

O Almanaque conta que muita gente foi conferir de perto o vulcão. “Todos foram para o Macuco. Ou de bondes de burros, ou de canoas e catraias ou ainda de troles de carretões”. Até os comerciantes da época, tão espertos quanto os de hoje, armaram barracas no lugar para vender cerveja.

Infelizmente ou felizmente, o fenômeno fôra desmacarado em pouco tempo.Em 31 de dezembro do mesmo ano, o doutor Orvile Derby esclarecia no jornal O Estado de São Paulo que, o tão famoso vulcão do Macuco, não passava de um poço artesiano (com água). As explicações dele foram comprovadas quando, em meados de janeiro de 1897, as erupções acabaram para sempre.

Notícias

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