Histórias de Santos
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A Padroeira Morros (I)
A visita do Imperador
Morros (II)
A Alemoa Museu de Pesca
Águas milagrosas
Náutico Santista
Alçapão da Vila Nossa Fátima
Alfândega Nossas vilas I
Arranha-céus Nossas vilas II
Atrações na Nova Cintra No tempo das regatas
Atrações praianas O Encanto das Fontes
Beneficência Portuguesa    
Bolsa de Café I O Fantasma do Paquetá
Bolsa de Café II O fim do mundo
Brás Cubas O passado em risco
Brasão de armas O Peixe
Caminho para o mar O tamboréu
Casa da Frontaria Azulejada O Teatro Municipal
Casa da Vovó Anita Olhe bem onde pisa
Capitania dos Portos Paço Municipal
Catedral de Santos Parabéns, Aquário
Cinemas de bairros Porta do Sol Nascente
Colméia Praça da Independência
Coluna de Metal é parte de bebedouro Prédios tortos
Como tudo começou Prefeitos de Santos
Conselheiro Nébias Santa Arte
Contadores de História I Santo Antônio do Embaré
Contadores de História II Santos, de povoado à Cidade
Cruzeiro de São Bento Sede dos Bombeiros
Dê um tempo para Santos Sempre mar!
Emissário Submarino Sesc, o maior do Estado
Fruta no pé Só sete canais?
Gota de Leite Super Centro
História de pescador Terra Nossa
Ilha dos Urubus Uma concha fora do mar
Jardins da praia Uma ponte para o mar
Jardins dos Poetas II Universo de conhecimento
José Bonifácio Vá ao longo
José Menino Veja os detalhes
João Octávio dos Santos Velha cadeia
Lei de criação do Município de Santos Verde que te quero verde
Lembranças do velho Macuco Vicente de Carvalho
Memória Esportiva Visita aos museus
Meninos do Quebra-Mar Vulcão
 
Vá ao Longo

No século 16, os colonizadores genoveses José e Francisco Adorno, responsáveis pela construção, em 1.533, do Engenho de São João, nas proximidades do Morro São Bento, eram proprietários de terras que compreendiam a atual Rua Antônio Prado. Este logradouro era conhecido na época como Rua da Praia porque passava pelo Porto.

Os irmãos Adorno começaram, então, a chamar esta via de 'Camino que va al longo'. Os portugueses, por sua vez,falavam 'Caminho que vai ao longo', ou que significa, ao longo do mar, do estuário.

O povo juntou as palavras e surgiu o bairro do Valongo. Segundo Francisco Martins dos Santos na História de Santos, o mesmo José Adorno teria fundado no Rio de Janeiro um outro Valongo, por apresentar as mesmas características geográficas santistas.

Marcado por um rico patrimônio histórico e cultural, que em breve passará por um processo de revitalização, o Valongo, junto com a região dos Quartéis (do Outeiro de Santa Catarina ao Paquetá), foi uma das primeiras áreas povoadas em Santos.

Os quarteleiros e os valongueiros eram rivais a tal ponto de terem sentinelas guardando os bairros. A única trégua foi dada quando a The São Paulo Hailway Company comprou o Convento de Santo Antônio do Valongo para demoli-lo e construir a Estação Ferroviária.

A própria Estação, o Santuário de Santo Antônio do Valongo e os casarões, todos no Largo Marquês de Monte Alegre, e a história contida no bairro, são fortes motivos para conhecer a região. Portanto, vá ao Valongo.

Notícias

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