Histórias de Santos
139 anos de Beneficência Menino levado
A Padroeira Morros (I)
A visita do Imperador
Morros (II)
A Alemoa Museu de Pesca
Águas milagrosas
Náutico Santista
Alçapão da Vila Nossa Fátima
Alfândega Nossas vilas I
Arranha-céus Nossas vilas II
Atrações na Nova Cintra No tempo das regatas
Atrações praianas O Encanto das Fontes
Bolsa de Café I O Fantasma do Paquetá
Bolsa de Café II O fim do mundo
Brás Cubas O passado em risco
Brasão de armas O Peixe
Caminho para o mar O tamboréu
Casa da Frontaria Azulejada O Teatro Municipal
Casa da Vovó Anita Olhe bem onde pisa
Capitania dos Portos Paço Municipal
Catedral de Santos Parabéns, Aquário
Cinemas de bairros Porta do Sol Nascente
Colméia Praça da Independência
Coluna de Metal é parte de bebedouro Prédios tortos
Como tudo começou Prefeitos de Santos
Conselheiro Nébias Santa Arte
Contadores de História I Santo Antônio do Embaré
Contadores de História II Santos, de povoado à Cidade
Cruzeiro de São Bento Sede dos Bombeiros
Dê um tempo para Santos Sempre mar!
Emissário Submarino Sesc, o maior do Estado
Fruta no pé Só sete canais?
Gota de Leite Super Centro
História de pescador Terra Nossa
Ilha dos Urubus Uma concha fora do mar
Jardins da praia Uma ponte para o mar
Jardins dos Poetas II Universo de conhecimento
José Bonifácio Vá ao longo
José Menino Veja os detalhes
João Octávio dos Santos Velha cadeia
Lei de criação do Município de Santos Verde que te quero verde
Lembranças do velho Macuco Vicente de Carvalho
Memória Esportiva Visita aos museus
Meninos do Quebra-Mar Vulcão
 
Meninos do Quebra Mar

É difícil imaginar a praia sem eles. Eles, por sua vez, também não vivem sem a praia. No mar, treinam manobras para lá de radicais, como tubos e batidas. Fora d’água, levam a prancha debaixo do braço, indo ou voltando do Emissário Submarino ou Quebra-Mar, como eles chamam aquele pedaço na Praia do José Menino. Nem todo mundo sabe, mas os surfistas e o surfe santistas são referência no País e na própria história do esporte. A primeira prancha de surfe construída no Brasil foi feita por três santistas, Osmar Gonçalves, Jua Haffers e Silvio Manzoni, em 1938, que a usaram para surfar na Praia do Gonzaga. Daí para frente, a modalidade só cresceu na Cidade: surgem os primeiros fabricantes de pranchas, os campeonatos, as lojas de roupas e grandes nomes. Um deles é o campeão mundial e santista Picuruta Salazar.

O surfista conta que muita gente não se conforma de o surfe ter se desenvolvido tanto numa Cidade com praia de baía, sem grandes ondas. Picuruta, que já surfou no mundo inteiro, aponta o Quebra-Mar, em Santos, como o melhor local para o surfista em todo o Brasil, em termos de infra-estrutura. A iluminação noturna, que permite a prática do surfe também à noite, só existe na Austrália e na África do Sul. Atualmente, em Santos, há cerca de 4 mil surfistas, entre amadores e profissionais, que caem nas águas do José Menino, para pegar ondas de no máximo três metros de altura.

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