Um
esqueleto de baleia com mais de 15 metros de comprimento, exposição de
tubarões e animais empalhados, entre eles, um antigo conhecido dos santistas,
o leão marinho Macaé, que durante 22 anos viveu no Aquário Municipal.
Essas e outras riquezas ligadas ao mar fazem parte do acervo do Museu
de Pesca, reaberto ao público em junho deste ano, depois de 11 anos com
as portas fechadas.
Esta grande atração para munícipes e turistas, mantida pela Secretaria
de Estado da Agricultura, abriga muito mais do que materiais usados na
pesca, mamíferos, peixes, aves marinhas, moluscos e salas de exposições.
O Museu de Pesca também é pura história. Fica situado num prédio datado
de 1908, que foi a sede da Escola de Aprendizes Marinhos do Estado de
São Paulo, da Escola de Pesca Marítima e do Museu de História Natural.
Antes disso, em 1734, no local foi construído um forte, daqueles com a
finalidade de proteger a Cidade contra invasões, conhecido como Forte
Augusto, da Trincheira ou da Estaca. Um marco deste tempo é o canhão que
está até hoje na entrada do museu.
A trajetória do museu em uma exposição e muitas outras histórias podem
ser conferidas no Museu de Pesca, à Avenida Bartolomeu de Gusmão, 192,
Ponta da Praia, de quarta a domingo, das 13 às 18 horas, com entrada gratuita. |