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Cerol é ilegal e oferece risco de morte. Guarda Municipal fiscaliza e autua responsáveis

2 de julho de 2018
16h 33

Julho é mês de férias escolares e uma das atividades preferidas da criançada é empinar pipa, uma brincadeira saudável quando não são utilizadas linhas cortantes. O cerol, nome que se dá ao composto formado por vidro moído e cola, é proibido pela Lei Municipal nº 1.649, de 1997, e pode causar acidentes sérios, com risco de morte.

Em caso de flagrante pela Guarda Municipal, o material é apreendido e o dono do cerol é multado em até um salário mínimo. Na eventualidade de acidente, a pessoa responde criminalmente. Se a infração for cometida por uma criança ou um adolescente, a punição é aplicada ao responsável.

“Cerol é muito perigoso para ciclistas, motociclistas e até pedestres. Quando a linha encosta na pele, já ocorre o corte. E, muitas vezes, atinge a região do pescoço”, explica o coordenador da Guarda na Região Central, Aurélio dos Santos.

A corporação, em parceria com a Secretaria de Educação (Seduc), promove palestras de conscientização em comunidades e escolas a fim de orientar sobre os riscos do material cortante.

AUTUAÇÕES

 

Denúncias sobre uso de cerol podem ser feitas à Guarda pelo telefone 153 ou à Ouvidoria pelo 162. Este ano, já ocorreram quatro apreensões. No ano passado, foram 17.

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