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1 - Por que as ruas da entrada de Santos alagam mesmo quando não chove?

Isso acontece porque os níveis das ruas de algumas áreas, principalmente a da entrada da Cidade - perto do Supermercado Assai - estão numa altura abaixo do nível do mar.  A maré mais alta em Santos chega a 1,70m e aquela região fica a aproximadamente 1,30m. Então, por esse motivo, com a maré alta, mesmo sem chuva o local inunda.

2 - As obras da nova entrada de Santos vão resolver os problemas de alagamentos da Zona Noroeste?

Essas obras vão diminuir muito os alagamentos na entrada de Santos, nas pistas das Avenidas Martins Fontes e Nossa Senhora de Fátima. Os bairros, da Vila Haddad, Chico de Paula e Saboó ainda terão alagamentos por conta dos níveis da maré mais alta. E para resolver isso, a Prefeitura fará outras obras com estações de bombeamento de águas, previstas no Programa Santos Novos Tempos.

3 - O que Prefeitura está fazendo para resolver esse problema crônico na entrada de Santos?

A Prefeitura vai realizar obras de drenagem levando, de forma adequada e sem obstruções, as águas das chuvas para os Rios Lenheiros ou Furado. E para completar o trabalho, a Ecovias também precisa fazer as obras nas áreas que são de sua responsabilidade.

4 - A Prefeitura tem dinheiro para fazer todas as etapas da obra?

Sim. A Prefeitura fez um financiamento no valor de R$ 291 milhões de reais, através da Caixa Econômica Federal, para realizar todas as fases (etapas 1 a 4) das obras da nova entrada de Santos e dos corredores de ônibus.

5 - Quais as etapas já foram iniciadas e quais serão as próximas?

Na etapa 1 foram asfaltados 18 quilômetros de várias ruas da Zona Noroeste: desde a Rodoviária até o Cemitério da Filosofia, ruas dentro dos bairros, além das Avenidas Jovino de Melo, trecho inicial da Avenida Martins Fontes e grande parte da Nossa Senhora de Fátima, dentre outras. Os próximos passos são obras da etapa 2, que já começaram com grandes investimentos em drenagem na Avenida Nossa Senhora de Fátima, além da previsão dos acessos para o futuro empreendimento da etapa 4: ponte que ligará o Bom Retiro até o São Manoel, indo até a Via Anchieta. Para a etapa 3 está em andamento a licitação que prevê o viaduto da entrada de Santos e muitas obras de drenagem. E o viaduto que fará a ligação da Avenida Martins Fontes para a Avenida Nossa Senhora de Fátima, eliminando todos os semáforos naquele cruzamento. E ainda este ano a licitação da etapa 4, com a implantação da futura ponte sobre o rio São Jorge, ligando a Anchieta à região noroeste de Santos.

6 - A Prefeitura já tem todas as licenças e recursos para executar todas as obras previstas no projeto da nova entrada de Santos?

Sim. Essa foi uma das principais preocupações da Prefeitura dentro da gestão desse projeto. Para o início das obras, todos os documentos necessários estão prontos e os recursos financeiros liberados.

7 - As obras serão executadas ao mesmo tempo em regiões diferentes?

Sim. Isso já está acontecendo na etapa 1. A Prefeitura está realizando as obras em regiões em que as aprovações ambientais eram mais fáceis, sem a necessidade de desapropriações e nem aprovações de outros órgãos externos. E as obras que precisavam desse processo mais amplo de aprovações, já estão sendo liberadas nas etapas 2, 3 e 4, sendo realizadas praticamente ao mesmo tempo. O prazo de conclusão é de três anos para a etapa 3, que é a mais contemplada com obras de drenagem.

8 - A ciclovia na Avenida Nossa Senhora de Fátima finalmente será concluída?

Sim. A ciclovia prevê a ligação das Avenidas Nossa Senhora de Fátima com a Martins Fontes, mas por motivos de segurança não poderia passar ao lado do viaduto. E a Prefeitura resolveu esse problema com ligação da Avenida Nossa Senhora de Fátima pela Rua Itanhaém indo até Rua São Sebastião e a ligação final na Martins Fontes. Uma boa notícia para todos é que o projeto do Governo do Estado da Via Anchieta, ligará a ciclovia desde Cubatão até Santos.

9 - Como vão ficar os semáforos na entrada da Cidade com a realização dessas obras?

A nova entrada de Santos não terá mais semáforos. O único que permanecerá fica em frente ao Cemitério da Filosofia, no Saboó. No principal cruzamento das Avenidas Nossa Senhora de Fátima com a Martins Fontes, será feito o viaduto que vai garantir fluidez no trânsito e segurança para todos.

10 - Quem anda de ônibus vai chegar mais rápido ao destino?

O projeto dos Corredores de Ônibus tem faixas prioritárias, dando mais agilidade no caminho percorrido. Na Rua Visconde de São Leopoldo e Avenida Nossa Senhora de Fátima já temos a definição de uma faixa de exclusividade, que também permite que os carros virem à direita para acessar as ruas. Isso já acontece na Rua João Pessoa.

11 - Depois das obras concluídas, os caminhões vão continuar circulando pelas ruas da Zona Noroeste?

As obras dentro dos bairros Chico de Paula, com a ligação das ruas Julia Ferreira de Carvalho e Zeonor Paiva Magalhães, na futura rotatória da ponte e o acesso para o outro lado da Via Anchieta, vão ajudar muito a diminuir a circulação de caminhões naquela região e na parte residencial dos bairros da Zona Noroeste.

12 - Nos corredores de ônibus serão feitas melhorias na iluminação e abrigos de ponto de ônibus?

Serão feitas várias melhorias ao longo dos Corredores de Ônibus. Não apenas asfaltamento e calçadas, mas também a colocação de pontos de ônibus seguros e visualmente mais bonitos. Além de lixeiras, calçadas com acessibilidade e a iluminação de LED.

13 - Para fazer essas obras a Prefeitura vai precisar desapropriar áreas e retirar barracos?

Algumas famílias serão retiradas de locais onde as águas devem passar com a realização total do projeto. As mediações destas remoções estarão sendo feitas assim que concluídos os projetos destas intervenções. Caso semelhante já foi tratado no Bom Retiro e no São Manoel, para que seja feita a ponte ligando o Bom Retiro até a Via Anchieta. Esse trabalho de desapropriação já está em andamento. A Prefeitura também recebeu a doação de áreas da SPU para a realização de obras. A Cohab-Santos acompanha todo o trabalho de remoção com acompanhamento social necessário.

14 - Os moradores da Vila Alemoa que forem removidos das áreas onde as obras precisam acontecer terão a garantia de moradia?

Sim. Essa é uma das prioridades da Prefeitura. O projeto prevê a retirada de algumas famílias que serão recolocadas em outras moradias de conjuntos habitacionais. Todo o processo é coordenado pela Cohab-Santos.

15 - Existe risco de inundar ainda mais a Vila Alemoa quando levantar o nível da Avenida Nossa Senhora de Fátima?

Não. A obra da Avenida Nossa Senhora de Fátima não prejudicará em absolutamente nada o escoamento das águas da Vila Alemoa. A passagem das águas de um lado para outro é feita dentro das tubulações (canos) e em nada atingirá esse local. O projeto final do Santos Novos Tempos prevê a execução de galeria, estação de bombeamento e implantação de comporta.

16 - E os comércios e casas que ficam na Avenida Nossa Senhora de Fátima serão prejudicados com o levantamento do nível dessa via?

Esses imóveis não serão prejudicados com a obra da Avenida Nossa Senhora de Fátima. A Prefeitura fez estudos na área e constatou que os imóveis já foram levantados pelos próprios comerciantes e moradores em cerca de 20 a 40 cm acima do nível da calçada, justamente porque eles sofrem com as enchentes. Contudo, todo o processo de execução de obras será compatibilizado com os levantamentos topográficos de cada imóvel que faz frente para o sistema viário a ser implantado.

17 - É verdade que a Avenida Martins Fontes alaga também porque a tubulação não é limpa nas avenidas?

A falta de limpeza das redes de drenagens dentro da área que pertence à linha férrea causa entupimento. Isso faz com que aconteça inundação no bairro Saboó, principalmente próximo ao Conjunto Habitacional Athiê Jorge Cury. A limpeza precisa ser realizada periodicamente pelos responsáveis pela linha férrea. A mesma obrigação tem o município, que deve estar aplicando a limpeza dentro das drenagens de sua responsabilidade.

18 - Todas as águas canalizadas e desviadas serão encaminhadas para quais rios?

Os rios que receberão essas águas serão o Lenheiros e o São Jorge. Lenheiros: passa pela Avenida Martins Fontes e segue as drenagens de toda a região do Saboó e que segue para o estuário sentido ao Porto. E o Rio São Jorge recebe as águas de parte da Avenida Nossa Senhora de Fátima e Rua Ana Santos que encaminhadas para a vala da Dersa e seguem pelo córrego interno dentro da Vila Alemoa, indo para o destino final que é o Rio São Jorge, na saída da Vila Alemoa.

19 - Teremos piscinões para receber essa grande quantidade de água que hoje fica acumulada nas Avenidas Nossa Senhora de Fátima e Martins Fontes?

Sim. O Santos Novos Tempos prevê a instalação de duas estações de bombeamento de águas: uma no Rio Lenheiros e uma na saída do Rio São Jorge, justamente para receber as águas da Avenida Nossa Senhora de Fátima e da Martins Fontes e dos bairros Saboó, Vila Haddad e do Chico de Paula. Essas duas obras são importantes para ter o controle da entrada das marés mais altas nessas regiões. E o bombeamento logicamente se ocorrer a maré mais alta ter a possibilidade de bombear as águas das chuvas e levá-las em direção ao Rio São Jorge e ao estuário de Santos.

20 - Quais os rios que precisam de desassoreamento para melhorar o nível das águas das chuvas?

O Rio São Jorge e o Rio Lenheiros são os que precisam do desassoreamento. No caso do Rio São Jorge, o desassoreamento já foi realizado em 2013 e 2014. Atualmente falta a dragagem do Rio Lenheiros e a Prefeitura está num esforço para conseguir recursos junto ao Governo Federal para concluir essa questão.

21 - A Prefeitura tem um plano alternativo para reduzir os transtornos que irão acontecer durante a execução das obras?

A Prefeitura prioriza totalmente o bem estar da população e prevê a redução dos transtornos provocados pelas obras. As Avenidas Nossa Senhora de Fátima e Martins Fontes são muito movimentadas e terão planejamento de desvios de trânsito, ações ligadas a eventuais inundações durante as obras. A realização dessa obra envolve várias questões e órgãos e a Prefeitura prevê todas as medidas para que tudo aconteça de forma organizada.

22 - As obras da nova entrada de Santos contemplam todas as intervenções do Santos Novos Tempos?

Não incluem todas as obras do Santos Novos Tempos. E sim as obras que estão sob as pistas dos corredores de ônibus. Tudo o que estava previsto nas Avenidas Nossa Senhora de Fátima e Martins Fontes será executado. Também a via Beira Rio, prevista no programa será executada. Ela faz parte da estratégia de contenção de ocupações nas margens dos rios.

23 - O que a Prefeitura está fazendo para garantir as obras de drenagem que não serão realizadas em conjunto com a nova entrada de Santos?

A Prefeitura está realizando várias licitações que atendem as obras de drenagem. Algumas das obras são de responsabilidade do Governo do Estado, que se comprometeu a realizá-las dentro da faixa que pertence à Ecovias, melhorando muito a condição da drenagem de Santos. O governo Federal também é responsável pelas obras sob a linha férrea, onde será colocado um grande conjunto de galerias e também da passagem das águas sob a pista da Avenida Perimetral. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa entregou em mãos ao presidente Michel Temer, um pedido para que sejam feitas as obras do Governo Federal, contemplando as obras viárias de acesso direto ao porto de Santos e de drenagem necessárias, dentro das áreas de sua responsabilidade para melhoria da drenagem de Santos.

24 - Como ficarei sabendo das intervenções que serão feitas durante as obras?

A Prefeitura colocará em prática um Plano de Comunicação que tem como objetivo manter a população informada de todos os passos das obras e seus impactos. Os moradores terão acesso às informações pela mídia local (tv, rádio e jornal), internet, redes sociais, cartilhas, panfletos, placas, faixas, vídeos explicativos e com o contato direto com os técnicos da Prefeitura.

25 - É verdade que a Prefeitura perdeu o dinheiro do Banco Mundial para financiar as obras do Santos Novos Tempos?

O valor que seria financiado era em dólar e os reajustes também. Então a Prefeitura decidiu não continuar com o processo porque teria uma dívida grande e decidiu buscar recursos aqui mesmo no Brasil, através da Caixa Econômica Federal e demais fontes de financiamento existentes. Essa decisão foi favorável para a Cidade.

26 - Por que a Prefeitura demorou tanto tempo para começar as obras da nova entrada de Santos?

É importante esclarecer que essas obras são muito grandes e precisam de alguns tipos de aprovações em órgãos fora da Prefeitura. As análises e os projetos do conjunto de obras iniciaram em 2014 e passaram por várias soluções técnicas. O viaduto e a ponte precisaram de projetos detalhados que foram feitos pela Dersa. Dentre as autorizações, precisamos de aprovações ambientais e desapropriações de áreas. Todas essas fases são importantes e necessárias, porém levam tempo.

27 - O que ainda falta de projeto para contemplar todas as etapas da obra?

A parte da Prefeitura já está toda pronta: projetos e financiamentos aprovados e etapas iniciadas. O Governo do Estado também fez sua parte com projetos viários e de drenagem dentro da sua área de responsabilidade na Via Anchieta. O Governo Federal fez um projeto de ligação da Via Anchieta para o Porto, mas isso não foi continuado.

28 - Quais as melhorias serão feitas nos bairros Saboó, Chico de Paula e Vila Alemoa?

O projeto dos Corredores de Ônibus prevê obras em ruas do Saboó, Chico de Paula e Vila Haddad para melhorias no trânsito. As obras serão feitas principalmente nas avenidas Nossa Senhora de Fátima e Martins Fontes, mas também em outras ruas para que os desvios no trânsito aconteçam. Também faremos obras de drenagem nesses bairros. Na Vila Alemoa, as obras prevêm drenagem onde estão algumas moradias. O Santos Novos Tempos vai instalar uma estação de bombeamento de águas para contribuir com a solução para as enchentes da entrada de Santos.

29 - A calçada nova após as chuvas criarão limo e ficarão escorregadias?

A calçada de concreto, em suas condições normais, não deve ficar escorregadia e nem criar limo. Na calçada há uma rugosidade que permite que as pessoas caminhem sobre ela com segurança. A criação de limo acontece quando não há uso desse local ou até mesmo a presença de água parada por um longo período sobre essa superfície. E tornam-se escorregadias se algum outro fator externo acontecer, como por exemplo, o derrame de óleo sobre ela.

30 - Na Rua Itanhaém tem uma estação elevatória da Sabesp, moradores estão preocupados com a circulação de veículo pesado, pois se romper “engole” as casas.

A Estação Elevatória da Sabesp fica localizada na esquina da Rua Itanhaém com a Avenida Nossa Senhora de Fátima e é uma estação de tratamento de esgoto e não de bombeamento de água. Durante a execução da obra, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Edificações (Siedi) entrará em contato com a Sabesp para saber da necessidade de proteção da adutora que passa pela Rua Itanhaém. Todos os cuidados com a segurança serão tomados.

31 - Com o levantamento do asfalto, as ruas mais baixas sofrerão mais com as enchentes?

Não será feito o levantamento do asfalto, vamos fresar as ruas e fazer uma noca pavimentação. As ruas que não serão pavimentadas nessa Etapa 2, serão pavimentadas na Etapa 3. Algumas outras ruas do Saboó não estão previstas nesse pacote e a Prefeitura está buscando recursos via Dade para que também sejam contempladas com a pavimentação.

32 - Na Avenida Nossa Senhora de Fátima tem uma ou duas manilhas para desaguar no Rio Lenheiros?

No momento não existe nenhuma tubulação na Avenida Nossa Senhora de Fátima que deságue no Rio Lenheiros. A Etapa 3 da obra da Nova Entrada de Santos, prevê a ligação da drenagem da Avenida Nossa Senhora de Fátima, numa galeria que vai se estender até o Rio Lenheiros.

33 - A obra contempla melhoria na Iluminação?

Sim. A iluminação é uma das melhorias previstas nessa obra. O bairro Saboó como um todo já foi contemplado com a iluminação. Nos trechos onde serão implantadas ciclovia e ciclofaixa, a iluminação será melhor adaptada para esses locais.

34 - Com a obra da entrada de Santos (Viaduto – Nossa Senhora de Fátima), os postes da Nossa Senhora de Fátima serão colocados na Rua São Vicente?

Alguns postes da concessionária de energia elétrica, CPFL, serão remanejados pela própria empresa. E, nesses locais haverá alargamento das calçadas para continuar garantindo a segurança dos pedestres.

35 - Qual a estimativa de relocação dos moradores da Vila Alemoa? Quantas famílias serão retiradas da Vila Alemoa?

Um levantamento técnico de engenharia para delimitar a área necessária para a execução das obras já foi realizado. No local será construída uma rede de drenagem necessária para reduzir o risco de enchentes nos bairros e na entrada de Santos. A partir da delimitação da área, será iniciado em breve um levantamento social para a identificação exata do número de famílias que deverão ser removidas.

36 - Poderia melhorar a sinalização da Rua São Sebastião com a Rua Iguape, pois os motoristas passam em alta velocidade?

A sinalização da Rua São Sebastião será readequada, uma vez que a mesma receberá uma ciclofaixa que, juntamente com a futura ciclovia da Rua Itanhaém, interligarão as ciclovias da Avenida Nossa Senhora de Fátima e Avenida Martins Fontes.

37 - Qual benefício a construção do viaduto trará ao bairro Piratininga?

O benefício maior desse viaduto aos moradores do Piratininga é a acessibilidade. Com a implantação do viaduto, a conexão em direção à Zona Noroeste e São Vicente é muito mais rápida. Atualmente, para irem em direção aos bairros como o Santa Maria, Bom Retiro é necessário que dirijam até a Avenida Bandeirantes, seguindo até o cruzamento das Avenidas Martins Fontes com a Nossa Senhora de Fátima e, só então, seguir para os bairros. E com o projeto implantado, os moradores descerão pela Rodovia Anchieta, sentido Santos, permitindo o acesso mais rápido em direção à Zona Noroeste e demais regiões da Cidade.

38 - Em qual quilômetro começará o viaduto do bairro Piratininga?

O viaduto será construído no Km 62 da Rodovia Anchieta.

39 - Qual é o percurso do viaduto? De qual rua até qual rua?

O viaduto tem início no terreno de propriedade do Departamento de Estradas de Rodagens (DER), e a posição inicial da rampa é próxima à Rua Coronel José João Jorge. Esse acesso rodoviário já havia sido projetado na época em que o bairro estava sendo loteado.

40 - Por que o viaduto não será construído mais a frente, na altura da rotatória do bairro São Manoel - sobe pela Avenida Bandeirantes e desce na Rodovia Anchieta, na altura da rotatória?

O projeto da ponte ligando o Bom Retiro ao São Manoel prevê uma alça de acesso na Avenida Bandeirantes. Com esse acesso há possibilidade de ter o entrelaçamento de dois viadutos: um vindo da Avenida Bandeirantes sentido ponte e o outro vindo da ponte, sentido Avenida Bandeirantes. Em razão desse impedimento, o projeto foi elaborado para fazer o uso da área do Departamento de Estradas de Rodagens (DER), já destinada à acessos rodoviários. E com a previsão de um retorno, visando atender as empresas localizadas no final da delimitação do Piratininga e a conjunção de uma alça de acesso, saindo na Rodovia Anchieta. O projeto atende não somente quem sai da ponte do São Manoel em direção à Rodovia Anchieta, como também atende as empresas localizadas no Piratininga, em direção à Rodovia Anchieta. Além de haver a formação do retorno do binário, ocupando toda a extensão, desde a entrada de Santos - da Avenida Martins Fontes até o final, a exemplo do binário formado pela Avenida Bandeirantes e a marginal da Rodovia Anchieta.

41 - A Avenida Bandeirantes sempre foi mão dupla. Por que mudar isso agora?

Atualmente quando há congestionamentos na Rodovia Anchieta, os motoristas que utilizam a Avenida Bandeirantes, também ficam retidos próximos ao Elefante Branco, para só então acessarem a Via Anchieta. Com a construção do viaduto, a opção para o morador é sair do Piratininga acessando o futuro viaduto, cruzando a Marginal da Rodovia Anchieta. E assim acessará a futura ponte do Bom Retiro, permitindo que evitem os congestionamentos da entrada de Santos, em direção às Avenidas Nossa Senhora de Fátima, Jovino de Melo, São Vicente e outras regiões.

42 - Quando houver acidente ou trânsito no viaduto sentido Santos, como os moradores do Piratininga irão se deslocar para Santos?

Não haverá impedimento de circulação. No caso específico de um acidente no viaduto, o motorista que precisar seguir para Santos, terá como opção ir até a Avenida Bandeirantes, seguindo até o Trevo de Cubatão, próximo ao Casqueiro e retornando pela Via Anchieta, até Santos.

43 - Haverá ciclovia Avenida Bandeirantes?

Na Avenida Bandeirantes não há previsão de execução do sistema cicloviário. A Dersa e a Ecovias projetaram os novos acessos, com novas passarelas de pedestres, permitindo a comunicação do Piratininga com a Marginal Sul da Anchieta e, desta forma, o acesso à ciclovia projetada.

44 - Como será o trajeto dos caminhões das empresas que utilizam a Avenida Bandeirantes, sentido Santos?

Empresas instaladas naquela região terão a possibilidade de seus caminhões irem à Santos acessando o viaduto do Piratininga, no km 92 e seguir pela Marginal da Rodovia Anchieta até Santos.

45 - Os moradores de Cubatão não tendo mais acesso à Avenida Bandeirantes, sentido Piratininga, terão acesso por onde?

A Avenida Bandeirantes terá mão dupla de direção até a alça de acesso ao viaduto Piratininga. O acesso de Cubatão ao bairro do Piratininga será feito somente pela Rodovia Anchieta, com acesso pela ponte sobre o rio São Jorge e retorno pelo ramo A da ponte para a Avenida Bandeirantes. A Prefeitura de Santos solicitará uma alteração pequena no projeto para que os moradores do bairro possam acessar sob o viaduto pela Rua Etelvina de Paula Freire.

46 - Como ficará a questão da poluição sonora?

A Ecovias apresentará em audiência pública, no dia 25 de junho deste ano, as metodologias de minimização dos impactos causados pelo viaduto, desde os impactos causados pelas obras até a questão dos ruídos.

47 - Haverá iluminação embaixo do viaduto do Piratininga?

A iluminação foi um dos pontos exigidos pela Prefeitura de Santos, por meio do Estudo de Impacto da Vizinhança (EIV). Esse fator é essencial e não apenas no viaduto do Piratininga, mas em todas as obras de elevados que serão construídos pela Ecovias.

48 - Haverá câmera de monitoramento embaixo do viaduto?

A Prefeitura de Santos tem projetos para a implantação de câmeras de monitoramento. Quando à parte inferior do viaduto, os técnicos estão discutindo o tipo de uso mais adequado, ou seja, que tipo de atividade será melhor desenvolvida para resolver a questão de lazer e segurança.

49 - O viaduto do Piratininga terá alguma interferência na localização da Escola, da Creche e da Unidade Básica de Saúde?

Não haverá interferência nessas unidades. O projeto foi elaborado em conjunto com a Ecovias que cedeu parte de uma área para que a Prefeitura de Santos possa implantar a Creche, a Escola e a Unidade Básica de Saúde. O bairro recebeu o acréscimo desse terreno e será contemplado com três importantes equipamentos, sendo dois de Educação e um de Saúde.

50 - O viaduto passará na Vila dos Criadores?

Não há a previsão nenhum viaduto passando na Vila dos Criadores.

51 - Quem indenizará as famílias pela desvalorização de seus imóveis? A Prefeitura de Santos ou a Ecovias? Será concedido um documento oficial aos moradores?

Essa avaliação sobre desvalorização de imóveis não é uma prerrogativa da Dersa e nem da Ecovias. Esta área era prevista como desvio rodoviário, desde a época da formação do loteamento do Piratininga.

52 - Caso haja danos aos imóveis, como rachaduras ou até mesmo aumento das que já existem nos imóveis, como será resolvido o problema?

No Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) que a Ecovias apresentou à Prefeitura de Santos há a previsão da elaboração de um laudo antecipado de provas de todos os imóveis. As residências serão fotografadas e vistoriadas. O objetivo é garantir os direitos dos moradores e resguardar a empresa executora da obra. No caso de alguma reclamação, os técnicos comparecem ao local e verificam a veracidade no assunto que causou esse problema, fazendo os comparativos inicialmente identificados. Se o problema for realmente constatado, a empresa tomará as atitudes cabíveis para a resolução do problema. A Prefeitura acompanhará as obras do Governo do Estado e, por meio da Ouvidoria, Transparência e Controle (OTC), pode agir intermediando, se necessário, as questões junto à empresa construtora.

53 - Qual providência será adotada sobre o trânsito de maquinário durante a obra?

Os trabalhos serão isolados por canteiros de obras, cercados por tapumes e não terão risco de interferências e consequências de risco de trânsito de veículos pesados dentro da área do bairro. O limite do terreno - pertencente ao Departamento de Estradas de Rodagens (DER) - é suficiente para ter o canteiro de obras e a movimentação de máquinas necessário.

54 - Os moradores receberão o levantamento topográfico do terreno e laudo do tipo de solo?

Esse detalhamento deve ser informado pela Ecovias e o questionamento foi reencaminhado à empresa.

55 - Qual o impacto ambiental desta construção? Vai ter contaminação do solo, o material é pré-moldado? É pré-fabricado?

A execução provavelmente será feita com elementos pré-fabricados, inclusive no próprio local da obra. Serão de concreto armado e não haverá contaminação do solo. Todo o projeto tem que ter aprovação da Cetesb e a contaminação do solo não é permitida. Além disso, vale destacar que se já houvessem contaminações de solo no local ou durante a obra, seria obrigatória a remoção dos solos contaminados.

56 - Onde serão os pontos de ônibus Piratininga x Vila dos Criadores x Santos?

Esses pontos de ônibus já existem. O ponto de ônibus da Vila dos Criadores está na Avenida Bandeirantes e não há indicação física porque a Dersa não permite a implantação de pontos de ônibus naquele local. Porém, a Prefeitura de Santos colocou como exigência à Ecovias a implantação de abrigos de ônibus, inclusive na Vila dos Criadores.

57 - Haverá alteração no trajeto do ônibus escolar: Vila dos Criadores x Piratininga x Vila dos Criadores?

A Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Santos esclarece que está analisando a necessidade de alteração. E, qualquer mudança realizada será repassada para a unidade escolar. Em seguida, a alteração será divulgada aos pais dos alunos.

58 - Como fica o trajeto do circular 108 com o viaduto? Favor detalhar / Onde serão os pontos do circular 108 na Bandeirantes até chegar na Vila dos Criadores? / Onde serão os pontos do circular 108 na Bandeirantes sentido Santos? Pois existem vários trabalhadores de empresas da redondeza que utilizam este circular.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que não estão previstas alterações em itinerários ou pontos de ônibus nessa área, neste momento. Exceto quando iniciar a obra, caso seja necessário a implantação de canteiros de obras ou outros serviços relacionados à execução do projeto.

59 - Quantas mãos de direção terá o viaduto?

O viaduto terá apenas uma mão, sentido lado do bairro Piratininga para a marginal direita da Rodovia Anchieta.

60 - Considerando que o bairro Piratininga não é o gargalo da entrada de Santos, qual a necessidade da construção do viaduto?

A necessidade da construção do viaduto é formar um binário entre a Avenida Bandeirantes e a marginal da Via Anchieta, permitindo que o São Manoel e o Piratininga, estejam interligados com as demais regiões da Cidade.

61 - Como será o viaduto: aberto na parte de baixo com acesso de um lado ao outro ou todo fechado sem acesso?

O viaduto será aberto na parte inferior e fechado somente na parte das rampas. No início (ponta) o viaduto é fechado e quando se torna plano - no mesmo nível – torna-se aberto. E as áreas que ficam embaixo do viaduto serão estudadas para a utilização de outras atividades voltadas ao lazer e outras que não sejam de uso prolongado.

62 - A população do bairro não é a causadora dos congestionamentos na Entrada de Santos. Qual a necessidade de deslocar o fluxo desses moradores para outra marginal?

Esse fluxo é necessário para a cidade de Santos e abastecer o sistema binário entre a Avenida Bandeirantes e a Marginal da Rodovia Anchieta.

63 - Quais são as benfeitorias para o bairro Piratininga? Só vejo prejuízo financeiro e de saúde, com a desvalorização de nossas casas e o fim da nossa tranquilidade, pois o bairro não terá mais paz, será um inferno.

Dentre os benefícios para o Piratininga estão a construção de uma creche, uma escola e  uma Unidade Básica de Saúde. Apesar de não ter correlação direta com o viaduto, é um ganho que a Prefeitura de Santos obteve através de parcerias público-privadas. A construção do viaduto não é apenas uma necessidade para o bairro e sim para a Cidade. O objetivo é garantir a qualidade de vida dos moradores e um exemplo dessa preocupação pela Administração Municipal é que o bairro continua sendo fechado pelas suas vias internas. Essas ruas não serão alteradas, somente a área que é pertencente ao Departamento de Estradas e Rodagens, que será utilizada para a construção do viaduto.

64 - Os moradores receberão o levantamento topográfico do terreno e laudo do tipo de solo?

Não. O levantamento e o laudo do solo são específicos dos trechos de obra não contemplando os entornos. Os documentos são públicos podendo ser consultados junto ao órgão regulamentador.

65 - Vai ser utilizado bate-estaca ou perfuratriz?

Será utilizado o método de bate-estaca.

66 - Qual o método de escavação para sustentação dos pilares (preocupação com o abalo estrutural dos imóveis)?

Será realizada a escavação de forma mecânica, tomando todos os cuidados necessários.

67 - O terreno do DER é mangue. Como serão feitas as escavações no solo?

O terreno do DER não é mangue. As escavações serão feitas conforme procedimentos técnicos adequados.

68 - Qual é a previsão do fluxo de veículos no viaduto?

De acordo com dados estatísticos e projetos, a previsão do fluxo de veículos no viaduto é uma média de 200 veículos/hora. Esses veículos vêm da movimentação dos bairros e empresas locais, onde o viaduto facilitará o acesso à Rodovia Anchieta. Apenas como comparação, atualmente, na Rodovia Anchieta sentido São Paulo passam em média 1.800 veículos.

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